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A dialética do trabalho II

Autor: Ricardo Antunes (Org).

 Escritos de Marx e Engels.

 "[...] começamos essa nova coletânea tratando de uma questão central do movimento operário e da luta mais geral de toda classe trabalhadora: a luta pela regulamentação (e redução) da jornada de trabalho, contraposição decisiva ao capital que sempre procura prolongá-la ao limite. As indagações aqui são: como se constitui a jornada de trabalho, como se contrapõem capital x trabalho na batalha decisiva pelo controle do tempo de trabalho? A apresentação magistral de Marx (que aqui só pode ser parcialmente publicada) é de leitura imprescindível para a compreensão efetiva da noção de tempo e de exploração para o capital. Por isso começamos essa coletânea com o texto “A jornada normal de trabalho” (itens 1, 2, 5 e 6), extraídos do excepcional do capítulo 8 do livro I d’O Capital. [...]" (Ricardo Antunes).


FICHA DO LIVRO

Título: A dialética do trabalho I – escritos de Marx e Engels
Autora: Ricardo Antunes (Org.)

Editora: Expressão Popular

Páginas: 232
Peso: 275 g

Gênero: Marxismo - Sociologia

ISBN: 978-85-7743-216-5

Sobre o Autor: Ricardo Antunes é professor titular de sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor de Adeus ao Trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho (Cortez) entre outros.

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Margem Esquerda - nº 18

Autor: Vários.





 A entrevista que abre esta nova edição da Revista Margem Esquerda é do teólogo da libertação e escritor Leonardo Boff, que falou sobre sua trajetória, formação e obra aos sociólogos Emir Sader e Michael Löwy. O “Dossiê”, organizado por Ricardo Antunes, apresenta cenas da condição de precariedade da classe trabalhadora em escala global, com textos de Pietro Basso, Giovanni Alves e Dora Fonseca, Graça Druck e do próprio Ricardo.

Na seção “Artigos”, Marcello Musto discorre sobre a “Introdução” de 1857, a mais importante e célebre seção dos Grundrisse, de Karl Marx. Fabio Querido estabelece afinidades entre as reflexões teóricas e políticas de Rosa Luxemburgo (1871-1919) e Walter Benjamin (1892-1940), enquanto Roberval dos Santos revisa as principais teses de Louis Althusser e discute sua última contribuição intelectual, o materialismo do encontro. Por último, João Leonardo Medeiros e Rômulo André Lima analisam o fenômeno dos reality shows, em particular o Big Brother. O artigo articula o atual desenvolvimento capitalista com as formas e conteúdos assumidos pelas manifestações culturais contemporâneas, entendendo que estas expressam “formas de consciências condizentes e necessárias” à reprodução social.


FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2012
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-18


Sumário

Apresentação
IVANA JINKINGS e FLÁVIO AGUIAR

ENTREVISTA
Leonardo Boff
EMIR SADER e MICHAEL LÖWY


DOSSIÊ: NOVA ERA DE PRECARIZAÇÃO ESTRUTURAL DO TRABALHO?
O walmartismo no trabalho no início do século XXI
PIETRO BASSO

Trabalhadores precários: o exemplo emblemático de Portugal
GIOVANNI ALVES e DORA FONSECA

A metamorfose da precarização social do trabalho no Brasil
GRAÇA DRUCK

A corrosão do trabalho e a precarização estrutural
RICARDO ANTUNES


ARTIGOS
História, produção e método na “Introdução” de 1857
MARCELLO MUSTO

A exumação de Louis Althusser
ROBERVAL DE JESUS LEONE DOS SANTOS

Rememoração revolucionária
FABIO MASCARO QUERIDO

Capital, o Big Brother
JOÃO LEONARDO MEDEIROS E RÔMULO ANDRÉ LIMA

HOMENAGEM
O Ben Bella revolucionário que conheci
GUILLERMO ALMEYRA


RESENHA
Literatura e política
CARLOS EDUARDO J. MACHADO

NOTAS DE LEITURA

O debate sobre Deus: razão, fé e revolução
MOZART SILVANO PEREIRA

Vivendo no fim dos tempos
KIM DORIA

Globalização, dependência e neoliberalismo na América Latina
MATHIAS SEIBEL LUCE


POESIA
Um pinheiro
HEINRICH HEINE



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O Continente do Labor

  
 Depois de dedicar duas décadas de estudo à compreensão do mundo operário no Brasil e outras duas ao que ocorre com os trabalhadores nos países capitalistas do Norte, o professor de sociologia da Universidade Estadual de Campinas, Ricardo Antunes, decidiu que chegara o momento de focar sua pesquisa no continente do labor, a América Latina. “Era hora de procurar compreender o que se passa neste continente que nasceu para servir e trabalhar, mas que sabe também conjugar felicidade com rebelião, sofrimento com liberação, espoliação com revolução”, afirma o professor.

Em seu novo livro, O continente do labor, o sociólogo oferece um olhar latino-americano ante os dilemas do mundo do trabalho em três frentes principais: a primeira parte reúne textos escritos sobre a temática do trabalho, da dependência, das lutas populares e de outros desafios presentes em nosso continente; a segunda parte oferece um balanço sintético das lutas sociais e sindicais no Brasil do século XX e início do XXI. Já a terceira parte oferece um breve panorama descritivo do sindicalismo latino-americano por meio das suas principais centrais sindicais. “À luz da categoria trabalho, nesta obra são analisados os momentos mais importantes da história do continente, desde a época da conquista sangrenta de cinco séculos atrás até hoje”, afirma Renán Vega Cantor, autor da orelha do livro. “Este livro é uma continuação da prolongada preocupação do autor em compreender as características do trabalho, em sua particularidade que articula análise teórica sustentada na melhor tradição marxista existente em várias partes do mundo, por meio do estudo sistemático da realidade concreta de nosso continente”.

O texto inicial, que dá título ao presente volume, foi escrito originalmente para a premiada enciclopédia Latinoamericana (Boitempo, 2006), neste caso adaptada ao formato de verbete. Agora, em O continente do labor o leitor encontra a versão integral do texto, com seu sentido informativo conservado, procurando oferecer um panorama sobre o mundo do trabalho, suas principais lutas e embates na América Latina.


FICHA DO LIVRO
 
Título: O Continente do Labor
Autor: Ricardo Antunes

Editora: Boitempo
Ano
: 12011
Páginas: 176
Peso: 450 g
Gênero: Ciências Sociais

ISBN: 978-85-7559-178-9



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Os Sentidos do Trabalho

  
 Ensaios sobre a afirmação e a negação do trabalho.
  
 Em Os sentidos do trabalho, Ricardo Antunes demonstra que a sociedade do trabalho abstrato possibilitou, por meio da constituição de uma massa de trabalhadores expulsos do processo produtivo, a aparência da sociedade fundada no descentramento da categoria trabalho e na perda de centralidade do ato laborativo no mundo contemporâneo.

O autor também alerta, porém, para o fato de que o entendimento das mutações em curso no mundo operário nos obriga a ir além das aparências. Ao fazer isso, lembra que o sentido dado ao trabalho pelo capital é completamente diverso do sentido atribuído pela humanidade.

FICHA DO LIVRO
 
Título: Os Sentidos do Trabalho
Autor: Ricardo Antunes

Editora: Boitempo
Ano
: 1999
Páginas: 264
Peso: 450 g
 
Gênero: Ciências Sociais

ISBN: 85-85934-43-3
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Lançamento: Cadernos de Pesquisa Marxista do Direito

Autor: Vários autores

 
O primeiro número dos Cadernos de Pesquisa Marxista do Direito traz uma longa entrevista com o Prof. Alaôr Caffé Alves,refletindo sobre diversos temas de interesse para a crítica jurídica, no momento em que acaba de lançar um novo livro, “Dialética e Direito”, resenhado ao final da revista por Josué Mastrodi Neto. A revista conta, ainda, com colaborações dos professores Ricardo Antunes e Eduardo C. B. Bittar, no dossiê “Direito e Crise”, e artigos de jovens pesquisadores críticos do direito, como Giselle
Sakamoto Souza Vianna, Éder Ferreira e Vitor Bartoletti Sartori. Na seção “Clássico”, apresenta um excerto dos “Grundrisse” em que Marx trata do Direito, em tradução de José Carlos Bruni. Fechando a edição, 8 tiras da série “Quadrinhos dos anos 10”
de André Dahmer. Editores: Celso Naoto Kashiura Jr., Oswaldo Akamine Jr., Tarso de Melo e Vinícius Casalino.

Acesse: http://pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO


Título: Cadernos de Pesquisa Marxista do Direito
Autores: Vários autores

Editora: Outras Expressões
Páginas: 224

Peso: 318 g.

Gênero: Marxismo - Direito

ISBN:
977-97-7223-672-6
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Margem Esquerda nº 16

Autor: Vários.

 A nova edição da revista Margem Esquerda traz uma profunda análise, fruto de diferentes olhares dos principais pensadores marxistas brasileiros e internacionais, sobre os efeitos da crise de 2008-2009 que, ao contrário do que bradam políticos e empresários, não acabou nos Estados Unidos e em vários outros países e evidencia um processo sistêmico de rearranjo do capitalismo global. O entrevistado deste número é David Harvey, geógrafo inglês que investiga as dinâmicas geográficas da acumulação capitalista. Seu livro O enigma do capital, a ser lançado pela Boitempo, tornou-se referência aos interessados em entender a crise global sob a perspectiva do materialismo histórico não ortodoxo. A entrevista recupera a trajetória de Harvey, de sua infância aos projetos intelectuais mais recentes, e conecta seus conceitos clássicos, como acumulação por despossessão, a suas experiências de vida.


FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2011
Páginas: 160


ISBN: 1678768-4


Sumário

ENTREVISTA

David Harvey
João Alexandre Peschanski, Da vid Calnitsky e Sigrid Peterson

DOSSIÊ: hegemonia norte-americana: Estado e perspectivas

Decifrando a crise global
Alex Callinicos

Tópicos da agenda internacional: algumas notas críticas
José Luís Fiori

Sic transit gloria mundi
Guillermo Almeyra

ARTIGOS


A situação é catastrófica, mas não é grave
Slavoj Zizek

Uma crítica materialista (exemplar) da cultura: sobre O ornamento da massa, de Siegfried Kracauer
Carlos Eduardo Jordão Machado

Postone contra ou com Lukács? Por uma reinterpretação de Marx
João Leonardo Medeiros

A emancipação feminina e a luta pela superação do capital: uma visão a partir de István Mészáros
Demetrio Cherobini

A relação Marx-Engels em perspectiva
Guido Oldrini

Corpos, linguagem, verdades: sobre a dialética materialista
Alain Badiou

DEBATE

Neoliberalismo versus pós-neoliberalismo: a disputa estratégica Contemporânea
Emir Sader

O Brasil da Era Lula
Ricardo Antunes

CLÁSSICO

Em memória da Comuna
Vladimir Ilyich Lenin

RESENHAS

Pela política extraparlamentar no século XXI
Fernando Marcelino

A Filosofia do direito de Alysson Leandro Mascaro: o pensamento jusfilosófico crítico brasileiro
Silvio Luiz de Almeida e Camilo Onoda Caldas

O testamento filosófico de György Lukács
Maria Lucia S. Barroco

NOTAS DE LEITURA

Operação Massacre
Silvia Beatriz Adoue

Marxismo, cultura, comunicación: de Kant y Fichte a Lukács y Benjamin
Maria Orlanda Pinasi

POESIA

Quando eu Deusa for
Fatima Naoot

APRESENTAÇÃO DAS IMAGENS

A arte já pronta de Nelson Leirner
Sergio Romagnolo
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Margem Esquerda nº 11

Autor: Vários.
 1968 foi um ano extraordinário. Espalharam-se pelo mundo protestos contra a Guerra do Vietnã. Estudantes franceses organizaram-se e exigiram mudanças sociais radicais. O povo, em luta, tomou as ruas da Checoslováquia, do México e dos Estados Unidos. Foi um ano de ressurgimento das mobilizações de massa e da esperança, ano de efervescência intelectual, em que pensamento e ativismo não se dissociavam. A cena cultural tremeu, com uma verdadeira revolução: Beatles, Rolling Stones, Sartre, Joan Baez, Bob Dylan, Chico Buarque, Vianinha e tantos outros.

Quarenta anos depois, Margem Esquerda dedica um dossiê – “1968, o ano que (quase) mudou o mundo” – à análise do impacto e do legado dessa década marcada pela resistência vitoriosa dos vietnamitas, dirigidos por Ho Chi Minh, pela consolidação triunfante da Revolução Cubana, de Fidel e do Che, pela vitoriosa revolução argelina de Ben Bella, pela passeata dos 100 mil no Rio de Janeiro e pelo “verão quente” dos trabalhadores italianos, entre outros movimentos.

Para lembrar e reivindicar os revolucionários dias dos anos 1960, reunimos – com a colaboração de Daniel Aarão Reis – autores de diferentes visões, idades e países. Alguns militaram nessa década, fizeram parte da geração que procurou aprender com os trabalhadores o significado de sua luta. Uma geração que não esconde seu passado – ao contrário, orgulha-se dele –, que mantém ainda hoje a utopia da justiça social, continua sendo realista e pedindo o impossível.





Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2008
Páginas: 160

Gênero: HistóriaPolítica - Revistas

ISBN: 1678-7684-10


Sumário da edição

Apresentação
Ivana Jinkings

Entrevista
Maria da Conceição Tavares
Por Carlos Eduardo Martins, Rodrigo Castelo Branco e Virgínia Fontes

Dossiê: 1968, O ano que (quase) mudou o mundo
Anos de luta
Tariq Ali

O romantismo revolucionário dos movimentos de maio
Michael Löwy

O assalto ao céu
Emir Sader

1968 no Brasil
Ricardo Antunes e Marcelo Ridenti

Caminhando contra o vento: as mobilizações dos operários brasileiros
Marco Aurélio Santana

Artigos
Princípios orientadores da estratégia socialista
István Mészáros

O conceito de ideologia na ontologia de Lukács
Nicolas Tertulian

O futuro da sociologia
Michael Burawoy

Medellín: a paz dos pacificadores
Forrest Hylton

O marxismo de Caio Prado Júnior
Lincoln Secco

A construção do socialismo sem-terra
João Alexandre Peschanski

Documentos
Filosofia e realidade social
Nise da Silveira

Tlatelolco para universitários
Elena Poniatowska

Resenhas
Em defesa da igualdade substantiva
Ruy Braga

A desconstrução da Ideologia
Jorge Grespan

Notas de leitura
Mystery Train
Alexandre de Freitas Barbosa

Pão e rosas
Claudia Mazzei Nogueira

A perda da razão social do trabalho: terceirização e precarização
Paula Marcelino

Carta à Margem

Sobre entrevista de Francisco de Oliveira
Raimundo Pereira

Apresentação das imagens
“A minha cama é uma folha de jornal”
Luiz Renato Martins

Poesia
Digam ao Che
Flávio Aguiar
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Margem Esquerda n° 10

Autor: Vários.

 O décimo número da revista Margem Esquerda é dedicado aos 40 anos da morte de Ernesto Che Guevara e aos 90 anos da Revolução Russa. A publicação traz um dossiê especial com textos de Moshe Lewin, um dos mais respeitados estudiosos da vitória bolchevique, que analisa a dinâmica de governo dos sovietes.

Virginia Fontes debate a atualidade do pensamento de Lênin sobre o imperialismo, enquanto a transcedência da Revolução e a situação atual da Rússia são analisadas por Tony Wood. Além disso, as “Cartas de longe” de Lênin, escritas na Suíça entre março e abril de 1917, compõem a seção “Clássicos”.

Essa edição traz também um segundo dossiê, intitulado “Em defesa da universidade pública”. Uma série de artigos que refletem sobre as ocupações estudantis que ocorrem no país, particularmente a que aconteceu na Universidade de São Paulo, que abortou o plano do governador José Serra de restringir a autonomia da instituição. Uma mesa redonda foi organizada com estudantes de diferentes tendências políticas e integrantes dos sindicatos dos funcionários para debater a experiência dos meses de ocupação da reitoria. Luiz Renato Martins, Maria Orlanda Pinassi e Paulo Arantes organizaram e instigaram este debate. Entre outros textos do dossiê, Pablo Ortellado e Maria Carlotto refletem sobre os desafios da esquerda na hora de pensar o ensino superior.

O entrevistado desse número é o sociólogo Francisco de Oliveira, que fala sobre sua trajetória intelectual e de vida, profundamente ligada à história do Brasil recente - desde a criação da Sudene, o pensamento de Celso Furtado e da Cepal, a fundação do Cebrap, as divisões na intelectualidade paulista e seus ecos na vida partidária do PSDB e PT, além de suas relações e opiniões sobre os dois últimos presidentes do país, Fernando Henrique Cardoso e Lula. Notório pela combinação de honestidade e engajamento intelectual, e por um pensamento de originalidade desconcertante, a trajetória de "Chico" é uma aula sobre as contradições do país-ornitorrinco.

Entre os artigos, vale destacar os textos de Göran Therbon sobre o pensamento social após o fim da União Soviética, e Michael Löwy e Daniel Bensaïd sobre a obra de Auguste Blanqui e Vera Malaguti Batista, que em "O alemão é mais complexo" reflete sobre as políticas de segurança pública do novo governo do Rio de Janeiro.



FICHA DO LIVRO


Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2007
Páginas: 224

Gênero: HistóriaPolítica - Cuba - Revistas

ISBN: 1678-7684-10


Sumário da edição

Apresentação

Entrevista
Francisco de Oliveira
por Ivana Jinkings, Marcelo Ridenti e Wolfgang Leo Maar

Dossiê: 90 anos da Revolução Russa
O que foi o sistema soviético?
Moshe Lewin

Lenin, o imperialismo e os desafios contemporâneos
Virgínia Fontes

Quem governa a Rússia?
Tony Wood

Carta a Le Corbusier
Moses Guinzbourg

Dossiê: em defesa da universidade pública

Mesa-redonda sobre a universidade

A hora e a vez da práxis
Maria Orlanda Pinassi

Rebeliões estudantis refundam a luta social pelo público
Roberto Leher

A esquerda tem uma política para o ensino superior e para a ciência?
Maria Carlotto e Pablo Ortellado

Artigos
Depois da dialética: teoria social radical em um mundo pós-comunista
Göran Therborn

Auguste Blanqui, comunista herege
Daniel Bensaïd e Michael Löwy

Marxismo e gêneros do discurso em Mikhail Bakhtin
Maria Sílvia Cintra Martins

O Alemão é mais complexo
Vera Malaguti Batista

Clássico
Cartas de longe
Vladimir Lenin

Resenhas
A corrosão das formas
Ricardo Antunes

A Revolução Cubana na perspectiva do sociólogo militante
Caio Navarro de Toledo

Notas de leitura
A desmedida do capital
Selma Venco

Formação do império americano: da guerra contra a Espanha à guerra no Iraque
Luiz Bernardo Pericás

Teoria social e reducionismo analítico: para uma crítica ao debate sobre a centralidade do trabalho
Santiane Arias

Poesia
A plenos pulmões
Vladimir Maiakovski

Fotografias
Carmela Gross
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Margem Esquerda nº 9

Autor: Vários.

 Nesta nona edição da revista Margem Esquerda, as novidades políticas da América Latina são o tema do dossiê, organizado por Maria Orlanda Pinassi e Paulo Arantes. Um continente “entre a reforma e a revolução”, na expressão do intelectual português Miguel Urbano Rodrigues, que em seu artigo relata a crescente contestação ao segundo mandato de Álvaro Uribe, na Colômbia, empreendida por sindicatos, organizações camponesas e indígenas. O dossiê também traz, entre outros textos, o trabalho do jornalista mexicano Luis Hernández Navarro sobre a organização popular que se forja por redes de solidariedade informais, como as da Comuna de Oaxaca.

José Luís Fiori escreve sobre as vitórias populares na América do Sul, e como estas são ferozmente atacadas pela direita porque demonstram a capacidade renovada de acumulação de forças dos movimentos de esquerda. A América Latina é tema ainda de notas de leitura e da resenha de Emília Viotti sobre Latinoamericana: enciclopédia contemporânea da América Latina e do Caribe, publicada pela Boitempo.

Um dos mais importantes pensadores marxistas da atualidade, o húngaro István Mészáros denuncia o cinismo com o qual a fome é tratada em períodos eleitorais, supostamente o símbolo maior da democracia do sistema. “A crise estrutural da política” faz uma reflexão realista sobre a competição entre candidatos na crise do capital, que define como “disputa entre políticos prometedores nas pedras que pavimentam o inferno”.



Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2007
Páginas: 224


ISBN: 1678-7684-09


Sumário da edição

Entrevista
Jacob Gorender
por Marcelo Ridenti e Alípio Freire

Dossiê: América Latina: continuísmo ou rupturas?
As classes trabalhadoras em movimento
Jair Pinheiro

Oaxaca hoje
Luis Hernández Navarro

A América Latina entre o reformismo e a revolução
Miguel Urbano Rodrigues

As fronteiras do governo Kirchner
Maristella Svampa

A falta que faz a mística: o desafio da identidade piqueteira
Marco Fernandes

Socialismo ou neodesenvolvimentismo?
Claudio Katz

As vitórias da esquerda na América do Sul
José Luís Fiori

Artigos
Adorno-Lukács: polêmicas e mal-entendidos
Nicolas Tertulian

A complexidade do trabalho e a dualidade da vida social
Ronaldo Gaspar

A crise estrutural da política
István Mészáros

O eclipse da política na experiência social brasileira
Wolfgang Leo Maar

O feminismo político do século XX
Maria Lygia Quartim de Moraes

A segunda eleição de Lula
Marcelo Ridenti

Formação e desmanche de um sistema visual brasileiro
Luiz Renato Martins

Contra a Estética: uma leitura do poema em prosa de Baudelaire
Jefferson Agostini Mello

Clássico
Os usos da teoria da cultura
Raymond Williams

Homenagem
Kiva Maidanik: o soviético que sobreviveu a sua revolução
Claudia Korol

De volta do funeral de Danièle Huillet
Jean-Pierre Gorin

Resenha
O que é e para onde vai a América Latina?
Emília Viotti

Notas de leitura
Economia política / Marxismo impenitente
Ricardo Antunes

Linguagem, política e ecologia
Marisa Grigoletto

Riqueza e miséria do trabalho no Brasil
Arnaldo Mazzei Nogueira

As novas ciências e as humanidades
Carlos Eduardo Martins

Poesia
Axioma
Margaret Atwood 
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Margem Esquerda nº 8

Autor: Vários.

Nesta edição de Margem Esquerda, o dossiê temático, coordenado pelo filósofo Paulo Arantes, trata da violência urbana. Loïc Wacquant e Maria Orlanda Pinassi, entre outros autores, analisam as várias facetas do tema. Na periferia das grandes metrópoles, cresce a quantidade de crianças e jovens órfãos da urbanização, vítimas da violência e da marginalidade. Verdadeiros “excedentes” humanos, são alvos fáceis e permanentes do crime, que se torna parte estruturante da reprodução do capital.

Os artigos mostram como a utopia do progresso e do bem-estar transformou-se em seu oposto: proliferam os espaços de insegurança, de violência, de contaminação, de miséria. As relações entre a criminalidade e o modelo social existente, no qual os ricos se protegem – cercam sua casas e blindam seus carros – por iniciativas próprias. Privatiza-se até o sistema prisional – para que reprima mais eficientemente –, como adverte Laurindo Dias Minhoto.

A revista traz também artigos de Michael Löwy, sobre o papel das cidades na luta de classes; István Mészáros, em texto inédito sobre Hugo Chávez; Heloísa Fernandes comentando o trabalho de seu pai, Florestan, particularmente o livro A revolução burguesa no Brasil; o argentino Juan Chingo fazendo um balanço da presidência de George W. Bush, e Márcia Tosta Dias analisando a crise da indústria fonográfica e sua atuação no bloqueio ao acesso de novas tecnologias.

Sumário da edição

Apresentação

Entrevista
Boaventura de Sousa Santos
por Emir Sader e Pablo Gentili

Dossiê: Violência urbana
West Side story: um bairro de alta insegurança em Chicago
Loïc Wacquant

Regressão penal
Laurindo Dias Minhoto

A questão criminal no Brasil contemporâneo
Vera Malaguti Batista

No mundo do capital, a ocasião faz o ladrão
Maria Orlanda Pinassi

O Estado e o PCC: combate às cegas
Guaracy Mingardi

Prisões brasileiras e colombianas na mesma margem
José de Jesus Filho

Artigos
A cidade, lugar estratégico do enfrentamento das classes
Michael Löwy

Bolívar e Chávez: o espírito da determinação radical
István Mészáros

Anti-realismo e absolutas crenças relativas
Mario Duayer

Por que a esquerda francesa perdeu as classes populares?
Stéphane Beaud e Michel Pialoux

Os Estados Unidos aceleraram sua decadência: um balanço provisório da Presidência de Bush
Juan Chingo

Globalização: novo horizonte do capitalismo
Michel Husson

Capitalismo selvagem, dominação autocrático-burguesa e revolução dentro da ordem
Heloísa Fernandes

A grande indústria fonográfica em xeque
Márcia Tosta Dias

Clássico
Cinco maneiras de dizer a verdade
Bertolt Brecht

Documento
Manifesto contra a resolução 1481 do Conselho da Europa

Resenhas
Exemplo de ousadia em macroanálise
Geraldo Augusto Pinto

Marx e a ontologia do suicídio
Ricardo Antunes

Desfetichizando sapatos
Giovanni Alves

Nota de leitura
O trabalho duplicado: a divisão sexual no trabalho e na reprodução
Maria Lygia Quartim de Moraes

Poesia
Nós, estrangeiros
Paulo Neves da Silva
Ler Mais

Margem Esquerda nº 7

Autor: Vários.

A revista Margem Esquerda começa seu quarto ano de vida discutindo os dilemas da esquerda brasileira no último ano do governo Lula e diante de um novo ciclo eleitoral.

A questão é analisada sob vários ângulos e posições diferentes, desde aqueles que consideram que o PT se tornou mero gestor do neoliberalismo, como daqueles que defendem um resgate do projeto original do partido, considerando que a atual administração é um “espaço em disputa” e que o PT é ainda a melhor alternativa para acumular forças.

De Gilberto Maringoni, classificando a próxima disputa eleitoral como “rumo ao quinto governo Collor”, até uma defesa da vitalidade do partido, feita por Valter Pomar. Flávio Aguiar, Edmilson Costa e Ricardo Antunes completam o dossiê.

O debate sobre a crise de identidade da esquerda e suas eventuais rotas de superação segue no plano internacional, com uma análise de Emir Sader sobre as possibilidades abertas com Evo Morales na Bolívia, e de Marco Aurélio Santana sobre os protestos franceses contra as tentativas de precarização do emprego no país. José Luiz Fiori discute a desorientação da sinistra européia em diversos países e as raízes desta crise, após uma sucessão de derrotas eleitorais e de divisões internas cada vez mais profundas.

Sumário da edição

Entrevista
István Mészáros por Ivana Jinkings

Dossiê: Dilemas e desafios da esquerda
PT × PSDB: rumo ao quinto governo Collor
Gilberto Maringoni

O pulso ainda pulsa?
Valter Pomar

Um novo ciclo para a esquerda brasileira
Edmilson Costa

Afinal, quem é a classe trabalhadora hoje?
Ricardo Antunes

O fantasma da cordialidade
Flávio Aguiar

Artigos
A precarização e a revolta: o que nos diz a experiência francesa
Marco Aurélio Santana

Bolívia: a revolução democrático-plebéia
Emir Sader

Um olhar para a esquerda
José Luís Fiori

Duas memórias de presos políticos:
Argentina e Brasil (anos 1970)

Afrânio Mendes Catani

A imagem da mulher e a esquerda
Lincoln Secco

Dialética × dogmatismo: sobre um inédito de Lukács em defesa de História e consciência de classe
Antonino Infranca

Cinema para a revolução/anotações sobre o som e sobre uma conversa com J.-M.Straub e D. Huillet
Luiz Renato Martins

Clássico
Nota sobre o texto “Teoria freudiana e o padrão da propaganda fascista”, de T. W. Adorno
José Leon Crochík

A teoria freudiana e o padrão da propaganda fascista
Theodor W. Adorno

Homenagem
Apolonio e a guerra civil na Espanha
Jacob Gorender

Comentários
Os catadores, Agnès Varda e eu
Jean-Claude Bernardet

A margem: instrumento de combate ao Cinema Novo?
Daniela Pinto Senador

Resenhas
A atualidade das reflexões de Maurício Tragtenberg
João Bernardo

A semântica militante de Raymond Williams
Marcos Soares

Notas de leitura
A educação para além do capital
Ana Paula Hey

O grito do povo
Gilberto Maringoni

O caracol e sua concha: ensaios sobre a nova morfologia do trabalho
Vera Lucia Navarro

Modotti: uma mulher do século XX
Alexandre Marques

Poesia
O caracol - Casco
Airton Paschoa
Ler Mais

Margem Esquerda nº 5

Autor: Vários.

 A revista Margem Esquerda chega ao seu quinto número trazendo uma entrevista com Leandro Konder. Intelectual de extensa história de reflexão e militância, Konder fala de suas vivências tanto no meio acadêmico quanto no PCB e no PT, e aponta suas expectativas para a reorganização da esquerda brasileira no governo Lula.

Outro destaque desta edição é o dossiê que trata do imperialismo nos dias de hoje, nas análises de David Harvey, Paulo Arantes, Domenico Losurdo, Giovanni Arrighi e Aldo Romero. Os autores jogam novas luzes e recuperam conceitos válidos quase 100 anos depois de Lênin ter definido o imperialismo como a etapa superior do capitalismo. Mais do que denunciar as atrocidades cometidas pela gestão Bush, essa seleção de textos procura detectar as mudanças ocorridas nas práticas de dominação internacional.

A revista traz também, entre outros artigos, Ricardo Antunes, autor de Os sentidos do trabalho, destrinchando o projeto e os objetivos da reforma sindical proposta pelo governo Lula. Carlos Nelson Coutinho, especialista em Gramsci, analisa a relação da obra do pensador italiano com o Sul do mundo. E em lembrança aos 100 anos da Revolução de 1905, um texto clássico do Trotsky sobre o soviete de Petrogrado.


Sumário da edição

Apresentação

Entrevista
Leandro Konder

Dossiê: Imperialismo
O "novo" imperialismo: sobre rearranjos espaciotemporais e acumulação mediante despossessão - David Harvey

Último round - Paulo Eduardo Arantes

Estratégia imperial e instabilidade mundial - Aldo Andrés Romero

As escalas da turbulência global - Giovanni Arrighi

Guerra preventiva, americanismo e antiamericanismo - Domenico Losurdo

Artigos
A situação da arte e o "pensamento único" - Luiz Renato Martins

Marxismo para o século XXI - Ivo Tonet

Gramsci e o Sul do mundo: entre Oriente e Ocidente - Carlos Nelson Coutinho

Sobre um riso que não reconcilia: ironia e certos modos de funcionamento da ideologia - Vladimir Safatle

Eleições uruguaias em 2004: o triunfo da esquerda e seus desafios - Gerardo Caetano

O estancieiro, o príncipe e o artífice: construção e desconstrução da legislação social no Brasil - Ricardo Antunes

Do aprender a ser à aquisição de competências para competir - Licínio C. Lima

A resistível ascensão de Bushad´óleo - Agenor Bevilaqua Sobrinho

Homenagem
Celso Furtado e a dialética do desenvolvimento - Leda Paulani

Clássico
O soviete de 1905 e a revolução - Leon Trotski

Resenhas
De volta ao essencial - Mauro Luis Iasi

Tecnécrates, a tragédia de um herói sem caráter - Plinio Freire Gomes

Notas de leitura
O poder americano

Labirintos do fascismo

Marx (sem ismos)
 
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Margem Esquerda - nº 4

Autor: Vários.

No momento em que intelectuais discutem voto nulo, resistência dentro e fora do Partido dos Trabalhadores e alternativas de esquerda a esse partido (PSOL, PSTU...), a revista Margem Esquerda traz em seu quarto número um dossiê com seis ensaios que discutem o lugar da representação política e o papel dos partidos no mundo atual. Estariam superados por organizações não-governamentais, estruturas horizontais em rede e/ou movimentos sociais? Ou manteriam sua pertinência, apesar de seu fracasso e deslegitimação em vários países?

O debate aborda da teoria leninista de organização ao desafio de construir um novo partido, passando pela concepção de Rosa Luxemburgo, um balanço da trajetória do PCB e a defesa do não-partido, em artigos assinados por Emir Sader, John Holloway, Ricardo Antunes, Antônio Ozaí da Silva, Juarez Guimarães e Marcos Del Roio.

Margem Esquerda traz também uma entrevista instigante com Michael Löwy, autor, entre outras obras, de O marxismo na América Latina (1999), e diretor do Centre Nacional de la Recherche Scientifique, em Paris, que virá à São Paulo para o lançamento deste número da revista.

Há ainda onze artigos, de autores como José Luís Fiori, Paulo Arantes, Isleide Fontenelle, Jorge Grespan e Francisco de Oliveira, entre outros, além de resenhas de livros e uma polêmica com dois artigos debatendo a Revolução Cubana. 





Sumário da edição

Entrevista
Michael Löwy

Dossiê: Partido Político
A teoria leninista de organização
Emir Sader

Concepção de partido em Rosa Luxemburgo
Antonio Ozaí da Silva

O claro enigma da estrela petista
Juarez Guimarães

Um novo desafio
Ricardo Antunes

Partidos políticos?
John Holloway

O PCB e a luta pela constituição do movimento operário
Marcos Del Roio

Artigos
Heinrich Heine, crítico do capital
Marcelo Backes

O Brasil na mudança mundial: espaços em disputa
José Luís Fiori

Os desafios do mundo em que cabem todos os mundos e a subversão do saber histórico da luta
Ana Esther Ceceña

O caudilho, o professor e o operário
Flávio Aguiar

Cavalaria global
Paulo Eduardo Arantes

A questão penal em O capital
Dario Melossi

Da miséria ideológica à crise estrutural do capital: uma reconciliação histórica
Maria Orlanda Pinassi

A questão palestina
Gabriel Bolaffi

Seminário Margem Esquerda
Humanidade espetacular: emancipação ou autodestruição virtual?
Isleide Fontenelle

Capital e crise: os desafios da teoria
Jorge Grespan

Os sentidos do capital pós-Bretton Woods
Francisco de Oliveira

Polêmica
O dilema da Revolução Cubana
socialismo: pão ou liberdade?

Robério Paulino e Rose Naves

Solidariedade a Cuba
Gilberto Maringoni

Resenhas
Uma abordagem multidimensional da exclusão social
Laura Tavares Soares

Imprensa e censura na ditadura: o outro lado da Lua
Denise Rollemberg

Reavaliando a revolução húngara de 1956
Zoltan Tarr

O elogio do vitupério: uma história faiscante da literatura alemã
Joachim Michael

A humanização às avessas
João dos Reis Silva Júnior

Considerações sobre uma teoria sem prática
Roberto Leher

Discurso e materialismo
Marisa Grigoletto

Nuestra América que se inventa
José Arbex Jr. 

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