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O retrato de Dorian Gray

Autor: Oscar Wilde


Único romance e obra mais conhecida de Oscar Wilde, O retrato de Dorian Gray acabou por tornar-se também argumento na acusação que levou o escritor à prisão. Publicado na vigência do moralismo vitoriano, o livro e seu autor foram acusados de influenciar negativamente a juventude inglesa e de propor uma vida mundana e desregrada.

Por outro lado, foi o romance – e o escândalo em torno dele – que rendeu eu a Wilde sua enorme notoriedade. O ponto de partida do livro é a relação entre o jovem Dorian e seu retrato, feito pelo pintor Basil. Certo dia, Dorian expressa a vontade de não envelhecer, como seu duplo no quadro. A partir de então, quem envelhece é o retrato. O fato inesperado, no entanto, não torna mais simples a vida do Dorian.


Esta edição tem introdução do escritor Ricardo Lísias. Tradução de João do Rio.

Preço: R$ 17,00.


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FICHA DO LIVRO

TítuloO retrato de Dorian Gray
AutorOscar Wilde

EditoraHedra
Ano: 2006
Páginas: 320

Gênero: Literatura Estrangeira

ISBN: 978-85-7715-011-3

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A dialética do trabalho II

Autor: Ricardo Antunes (Org).

 Escritos de Marx e Engels.

 "[...] começamos essa nova coletânea tratando de uma questão central do movimento operário e da luta mais geral de toda classe trabalhadora: a luta pela regulamentação (e redução) da jornada de trabalho, contraposição decisiva ao capital que sempre procura prolongá-la ao limite. As indagações aqui são: como se constitui a jornada de trabalho, como se contrapõem capital x trabalho na batalha decisiva pelo controle do tempo de trabalho? A apresentação magistral de Marx (que aqui só pode ser parcialmente publicada) é de leitura imprescindível para a compreensão efetiva da noção de tempo e de exploração para o capital. Por isso começamos essa coletânea com o texto “A jornada normal de trabalho” (itens 1, 2, 5 e 6), extraídos do excepcional do capítulo 8 do livro I d’O Capital. [...]" (Ricardo Antunes).


FICHA DO LIVRO

Título: A dialética do trabalho I – escritos de Marx e Engels
Autora: Ricardo Antunes (Org.)

Editora: Expressão Popular

Páginas: 232
Peso: 275 g

Gênero: Marxismo - Sociologia

ISBN: 978-85-7743-216-5

Sobre o Autor: Ricardo Antunes é professor titular de sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor de Adeus ao Trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho (Cortez) entre outros.

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Revolução Russa - história, política e literatura






 José Carlos Mariátegui não é apenas o autor de um magistral estudo marxista sobre a realidade peruana; ele é simplesmente um dos grandes pensadores marxistas do século XX. Esta bela coleção de 50 ensaios – em sua grande maioria inéditos no Brasil – sobre a revolução e a cultura russa, organizada por Luiz Bernardo Pericás, é mais uma demonstração da universalidade e originalidade de uma obra cuja projeção internacional se torna cada vez mais evidente à medida que passam os anos. Os textos aqui reunidos – sobre a Revolução Russa e seus protagonistas (Lenin, Trotsky, Lunatcharsky, Larissa Reissner), assim como sobre a literatura russa (Máximo Gorki e Serguei Essenin), sem esquecer o teatro e o cinema – são documentos excepcionais de uma reflexão marxista “hetedoxa”, que se situa no ápice dialético da convergência entre cultura e revolução.  Michael Löwy.


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FICHA DO LIVRO


Editora : Expressão Popular
Páginas
: 304
Ano: 2012
Edição:
Peso355 g


Gênero
: Marxismo - Política - História - América Latina
 
ISBN
: 978-85-7743-199-1



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O negativo do capital

AutorJorge Grespan.


O presente trabalho retorna aos fundamentos da crítica de Marx ao capitalismo reconstituindo-os pelo seu avesso, seu “negativo”. Tal intenção já evidencia a necessidade de discutir a relação conflituosa entre a dialética de Marx e de Hegel, para daí superar – agora no sentido da “Aufhebung” – dilemas tradicionais da teoria das crises, como as falsas alternativas de colapso ou ciclo, determinismo ou mera casualidade. O conceito de crise funciona aqui como um fio condutor, explicitando a cada momento o conceito de capital e a eclosão das suas contradições reais, enriquecendo gradativamente o seu sentido e desnudando os seus fetiches. Pois é só a imersão no negativo que pode revelar o lado apenas formal das imposições do capital, permitindo daí a correta avaliação da sua força e dos meios para enfrentá-la.

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FICHA DO LIVRO


Editora
: Expressão Popular
Páginas
: 256
Ano:
2012
Edição:

Peso350g


Gênero
: Marxismo - Filosofia - Economia
 
ISBN
: 978-85-7743-201-1





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Fabricalização da cidade e ideologia da circulação

Autor: Terezinha Ferrari (Org.).


Fabricalização da cidade e ideologia da circulaçãotraz uma reflexão teórica da questão urbana tendo em conta as transformações ocorridas a partir da reestruturação produtiva do capital, que toma lugar a partir dos anos 1980. Em uma vigorosa análise, Terezinha Ferrari busca apreender como a dinâmica de produção e de circulação de mercadorias está diretamente vinculada à organização do espaço-tempo social na cidade.
Na primeira parte, busca-se compreender a lógica da organização da produção de mercadorias e sua relação com o espaço urbano, e como este, além de estar submetido a esta lógica, é também sua parte constitutiva. Deriva-se disso uma dura crítica a setores de esquerda – tanto na teoria quanto na política – que se deixaram influenciar pelo suposto fim da centralidade do trabalho e pelas consequências daí decorrentes. Outro aspecto trabalhado é a forma como a classe dominante organiza políticas sociais ligadas direta ou indiretamente ao Estado – que autora chama de organizações neogovernamentais – que reforcem a expressão ideológica desta nova forma de se organizar a produção. O principal mérito desta análise está em ter presente a categoria da totalidade social como pano de fundo.
Na segunda parte, a autora retoma a reflexão de Karl Marx sobre a produção e a circulação de mercadorias. Além disso, ela também empreende uma detida reflexão sobre o tempo de rotação das mercadorias e sua respectiva valorização, buscando desvendar a sua dinâmica a partir da lógica do just-in-time.
A perspectiva teórica adotada pela autora – marxiana – não se limita à análise da realidade, mas propõe também transformá-la. Neste sentido, são vários os desafios e possibilidades de ação para tal fim. Cabe aqui recuperarmos a formulação do importante dirigente comunista italiano Palmiro Togliatti, de que quem erra na análise erra na ação. Porém uma análise correta não garante a vitória da ação. Assim, Fabricalização da cidade e ideologia da circulação contribui para a correção da análise da realidade social do século XXI e deixa em aberto os desafios para uma prática transformadora efetiva.

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FICHA DO LIVRO

Autor: Terezinha Ferrari (Org.)

Editora
: Expressão Popular
Páginas
: 184
Ano:
2012
Edição:

Peso350g


Gênero
: Marxismo - Ciências Sociais - Serviço Social
 
ISBN
:



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A reflexão marxista sobre os impasses do mundo atual

Autor: Milton Pinheiro (Org.).




A dinâmica e complexidade da luta de classes sempre nos coloca novos desafios políticos. Seja em nosso território brasileiro, e muito mais a nível internacional.
Desde 2008, vivemos uma grave crise econômica mundial, gestada no centro do sistema e estendida a todos os países, que traz consequências políticas e sociais para o conjunto da população, para a classe trabalhadora e para os mais pobres.
As classes dominantes buscam se organizar. Nas outras crises estruturais do capitalismo sempre usaram a destruição do capital instalado e da força de trabalho, para abrir um novo ciclo de acumulação. Agora, apelam para os Estados, para salvá-los; em algumas regiões mais disputadas, seguem usando a força bruta; se utilizam de sua hegemonia nas universidades e na mídia para pregar seu pensamento único e esconder que o “rei está nu!”
Seus porta-vozes de plantão – economistas, sociólogos, cientistas políticos, jornalistas e papagaios em geral, tentam todos os dias, sem sucesso, explicar e prever os desdobramentos desta crise.
Mas o mundo não para, e em diversos países, a classe trabalhadora começa a reagir aos efeitos da crise, veja-se, os casos de Portugal, Espanha e Grécia, e mesmo os protestos juvenis, na Inglaterra, Estados Unidos, e também na periferia do sistema.
A organização e mobilização dos trabalhadores é a única arma no combate à ofensiva do capital. Entretanto, para uma ação efetiva é necessário uma correta compreensão da dinâmica da luta de classes. É nesta perspectiva que o conjunto de ensaios que compõe este livro surge como uma contribuição importante para compreendermos as causas e os possíveis desdobramentos da crise atual do capitalismo.
A reflexão marxista sobre os impasses da atualidade reúne intelectuais marxistas de diversas áreas do conhecimento e aborda um amplo espectro de temas que passam pela questão econômica, social e política que contribuirá para o conjunto das organizações de esquerda compreender a realidade que vivemos para transformá-la.
Um bom estudo para todos/as.

João Pedro Stédile




FICHA DO LIVRO

Autor: Milton Pinheiro (Org.)

Editora
: Expressão Popular
Páginas
: 376
Ano:
2012
Edição:

Peso:
450g


Gênero
: Marxismo - Política - Economia
 
ISBN
:



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Nem uma lágrima


 Teatro épico em perspectiva dialética.


 Nem uma lágrima: teatro épico em perspectiva dialética reúne textos produzidos para intervenções em debates com coletivos teatrais de São Paulo e um roteiro em prosa de disciplina acadêmica, escritos na primeira década do século XXI. Empenhada como militante, pesquisadora e integrante do movimento paulista de teatro de grupo, a autora contempla um amplo leque de questões, em diálogo crítico com seus interlocutores: em “Teatro na luta de classes”, aborda o confronto com a “persistência do pensamento metafísico na contemporaneidade” e desconstrói minuciosamente os pressupostos de autores que costumam fazer sucesso em nossas universidades; expõe, em “Transições”, seu roteiro de curso sobre dramaturgia moderna, o confronto nas trincheiras da cena e da crítica desde o momento em que a dramaturgia começa a narrar – período que vai da crise do drama moderno ao teatro épico; demarca, em “O trabalho da direção”, a relação entre os métodos de direção de Stanislavski e Brecht como sistemas complementares, em que o distanciamento supera dialeticamente a identificação; em “Brecht e o teatro épico no Brasil”, interpreta o movimento de assimilação da influência brechtiana, pelo teatro brasileiro, como dinâmica exemplar das ideias fora do lugar, em que a chegada da dramaturgia brechtiana, já como espetáculo do universo mercantil (1958), adquire força produtiva ao ser assimilada pelo Arena e pelo CPC, e funda a principal experiência do teatro de agitprop, estética que fora criticada dialeticamente por Brecht com a proposta das peças didáticas; por fim, em “Brecht no cativeiro das forças produtivas”, analisa o enfrentamento do autor com o aparato econômico, jurídico, ideológico e estético da Indústria Cultural pela perspectiva do cinema. O resultado do conjunto é a explicitação da eficácia do labor da crítica como práxis, pautado pelas providências necessárias para a continuidade do trabalho teatral na luta pela libertação das forças produtivas. Daí o rigor acadêmico, o fôlego para reorganizar a historiografia do teatro político e, sobretudo, a coesão do argumento em torno da articulação entre arte e sociedade. Trata-se, portanto, de vigoroso conjunto de sistematizações, norteado pela concepção de dialética como espírito de contradições organizado, escrito por uma intelectual orgânica da classe trabalhadora, que anuncia como matéria central de seus estudos o Brasil, “com particular interesse em teatro”. A esfera da cultura não está sobreposta à da política e da economia, por isso o argumento se faz forte, seja ao analisar a estrutura interna de uma obra, seja ao expor ao leitor brasileiro as circunstâncias da produção do teatro político na Europa e no Brasil. Para além do movimento do teatro de grupo de São Paulo, a obra certamente terá repercussão sobre outras trincheiras, espaços em que a autora é igualmente interlocutora, a saber: o ensino de teatro nas universidades e escolas brasileiras e a militância que atua nos coletivos de cultura dos movimentos sociais de massa do Brasil e demais países da América Latina.

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FICHA DO LIVRO



Editora: Expressão Popular
Páginas
: 155
Ano: 2012
Edição:
Peso: 240g


Gênero
: Teatro
 
ISBN
: 978-85-7743-195-3


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Educação estética para jovens e adultos

Autora: Sonia Carbonell.

  A estética habita a escola de jovens e adultos. Ensinar e aprender com jovens e adultos é um processo que se funda em um território sensível que embeleza e dignifica quem dele participa. Pensar a EJA sob os paradigmas da estética implica selecionar conteúdos e metodologias que se orientam para a essência e para as práticas sociais dos conhecimentos produzidos. Ao reconhecer e legitimar os alunos como sujeitos históricos, a Educação Estética se revela como um meio de reafirmar o protagonismo desses homens e mulheres que, na condição de oprimidos, traçam bravas trajetórias de conquistas e de lutas. Fundamentos na Fenomenologia e nos estudos do filósofo Maurice Merleau-Ponty, este livro traz à luz uma compreensão da estética tangível a todas as áreas do conhecimento humano e dimensiona, sob uma perspectiva filosófica, um currículo estético para jovens e adultos. É uma obra relevante para os estudiosos - iniciantes e iniciados - da Educação de Jovens e Adultos.

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FICHA DO LIVRO

Título: Educação estética para jovens e adultos
Autora:
Sonia Carbonell
 
Editora : Cortez
Páginas : 128
Peso: 166 g 

Gênero: Educação - Arte

ISBN: 9788524915970


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Cansaço, a longa estação






 Luiz Bernardo Pericás, historiador e autor do elogiado Os cangaceiros: ensaios de interpretação histórica (Boitempo, 2010), o qual recebeu menção honrosa do Premio Casa de Las Américas, de Cuba, retorna às livrarias com o romance Cansaço, a longa estação. Ambientado em um sertão imaginário, mágico e mitológico, em algum momento entre o final do século XIX e o começo do XX, o livro conta a história do único encontro entre Punaré e Baraúna, dois rapazes apaixonados pela mesma moça, Cicica. A partir daí, uma mudança radical ocorrerá na vida desses três personagens cansados do calor sufocante, da rotina de imobilidade, da falta de perspectivas, da opressão e do ambiente à sua volta (o próprio inferno). Em duas narrativas paralelas que aos poucos vão se enovelando uma na outra, Punaré e Baraúna comovem com suas inquietações e fantasias, um triângulo amoroso e dois olhares diferentes sobre a mesma realidade.

Pericás presenteia o leitor com uma narrativa e linguagem próprias do sertão, cobrindo de estranheza e mistério a realidade. O vocabulário, explicado em um extenso e instigante glossário, é também um protagonista na ficção do historiador, que, imerso na experiência sertaneja e cangaceira, traz à tona um rico repertório de “palavras reunidas num fraseado melódico ao mesmo tempo fluido e truncado como, de resto, é a vida no sertão”, conforme explica no texto de orelha o professor de literatura brasileira e pesquisador da USP Flávio Aguiar. “É uma viagem no espaço e no tempo, e também nos vários registros linguísticos de nosso país, em particular do seu mundo rústico.”

O universo sertanejo de Pericás está no agrume (aquilo que é agre, amargo), na garrucha (arma de fogo que se carregava pela boca) e na girumba (cachaça), entre tantas outras palavras de raiz popular que revelam a cultura e a história regionais. “Ao final, se o leitor quiser, poderá comparar texto e glossário. Mas primeiro se deixe envolver pela prosa original e segura de Luiz Bernardo Pericás”, aconselha Aguiar.

As xilogravuras que ilustram a capa e o texto são de Fabrício Lopez. 

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FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 96


ISBN: 978-85-7559-192-5



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O socialismo jurídico

 

 Planejado por Friedrich Engels e Karl Kautsky, o artigo “O socialismo jurídico” foi publicado sem assinatura na revista da social-democracia alemã, Neue Zeit, em 1887. O objetivo era dar uma resposta aos ataques à teoria econômica de Karl Marx, assim como elaborar uma crítica ao reformismo jurídico e combater a sua influência no movimento operário.

“À época da escrita deste livro, os reformistas, em combate às idéias revolucionárias de Marx, apontavam para uma transição controlada, objetivando ganhos por meio do aumento de direitos, sem transformar plenamente as contradições da exploração capitalista”, afirma na orelha do livro o professor da Faculdade de Direito da USP, Alysson Leandro Mascaro, para quem O socialismo jurídico é uma das obras clássicas do marxismo sobre a relação entre o direito e o capitalismo.

“Engels e Kautsky dedicam esta obra justamente a combater o socialismo dos juristas – ou o socialismo por meio do direito. O direito é, irremediavelmente, uma forma do capitalismo. Assim sendo, é a revolução – e não a reforma por meio de instituições jurídicas – a única opção realmente transformadora das condições das classes trabalhadoras”, conclui Mascaro.

O texto é também uma crítica ao livro O direito ao produto integral do trabalho historicamente exposto, do sociólogo e jurista burguês austríaco Anton Menger, publicado em 1886, e que vinha obtendo grande repercussão. Em tal obra, Menger tentou provar que a teoria econômica de Marx fora plagiada dos socialistas utópicos ingleses da escola ricardiana, especialmente William Thompson. Essas afirmações, bem como a falsificação da essência da teoria marxiana efetuada por Menger, não poderiam passar despercebidas a Engels, que decidiu interceder.

Além do artigo que dá título ao livro, este volume agora publicado pela Boitempo – traduzido do alemão por Lívia Cotrim e Márcio Bilharinho Naves, filósofo do direito brasileiro e autor do livro Marxismo e direito: um estudo sobre Pachukanis (Boitempo) – traz ainda duas cartas de Engels a Laura Lafargue (filha de Marx) escritas em Londres, em 1886, que também tratam do tema.


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FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 80


ISBN: 978-85-7559-210-6



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Paulo Freire & a Educação




 O diálogo entre Paulo Freire e a Educação na atualidade é a proposta deste livro que integra a Coleção Pensadores & Educação. O autor, Jaime José Zitkoski, apresenta as contribuições da obra freireana de modo a articulá-las com os desafios da sociedade contemporânea, estruturalmente marcada pela exclusão, pela crise de valores e pelo desnível social. A questão da cultura como libertação humana, o papel social da Educação, seu caráter ético e político e o contexto da subjetividade na história são alguns pontos tratados neste livro. “A grande contribuição de Freire para a área da Educação é resgatar o humano numa época em que se configura o avanço da formação tecnicista e os processos educativos tornam-se reducionistas em termos de formação cultural e desenvolvimento das múltiplas inteligências do ser humano”.


FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Ano: 2010
Páginas: 96
Peso: 110 g


Gênero: Filosofia - Educação

ISBN: 9788575262207


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Nietzsche & a Educação

Autor: Jorge Larrosa.



 Voltada principalmente para educadores, pesquisadores, estudantes dos cursos de pedagogia e licenciaturas e demais interessados em Educação, a Coleção Pensa-dores & Educação apresenta seu novo título. Esta obra transita no pensamento e no estilo de Nietzsche apresentando-nos três ensaios, chamados por Jorge Larrosa de “nietzcheanas” interpretadas, com maior ou menor habilidade, para um auditório – ou uma escuta – de caráter pedagógico. “Ler em direção ao desconhecido. Para além da hermenêutica”; “Como se chega a ser o que se é. Para além da formação”; “A libertação da liberdade. Para além do sujeito”.


FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Ano: 2009
Páginas: 120
Peso: 130 g


Gênero: Filosofia - Educação

ISBN: 9788575260586


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Merleau-Ponty & a Educação




 A proposta deste livro, integrante da coleção Pensadores & Educação, é difundir o olhar fenomenológico voltado para a vida da criança na comunidade leitora, baseando-se nos pensamentos e no trabalho sobre criança e infância que o importante filósofo Maurice Merleau-Ponty realizou em cursos na Sorbonne. A autora se dirige ao leitor que pretende observar, pensar, sentir e refletir sobre como as crianças nos apresentam aqui e agora através de perguntas fundamentais como: Quem são? Como vivem? O que nos dizem, quando dizem? Como silenciam? Como brincam e como não brincam? Saber compreender e interpretar as relações da criança consigo mesma, com o outro e com o mundo é fundamental para olhar as crianças do ponto de vista delas mesmas.

Com uma linguagem próxima do pensamento do filósofo, a autora amplia as formas de descrever e situar a criança no mundo, refletindo acerca da infância em coexistência com o adulto e apresentando, com louvor, as possibilidades que a Fenomenologia de Merleau-Ponty abre para os educadores da primeira infância. 


FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Ano: 2010
Páginas: 120
Peso: 150 g


Gênero: Filosofia - Educação

ISBN: 9788575264966


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Mauss & a Educação

Autor: Gilmar Rocha.



 A coleção Pensadores & Educação apresenta aqui o pensamento de um dos maiores sociólogos e antropólogos da história: Marcel Mauss, estudioso francês que voltou seu olhar e se dedicou aos dois campos disciplinares e se tornou referência mundial. Gilmar Rocha oferece aqui um entendimento histórico irretocável da obra de Mauss e revela a atualidade de sua produção intelectual.
Além de uma preciosa análise do conjunto da obra de Marcel Mauss, este livro propõe um diálogo com outros intelectuais e estudiosos da Educação sobre o grande legado que o pensador francês deixou. A obra é imprescindível não só aos professores, pesquisadores e alunos dos cursos de licenciatura, mas também a todos aqueles ligados às Ciências Humanas e Sociais. 

FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Páginas: 128
Peso: 150 g


Gênero: Filosofia - Educação

ISBN: 9788575265680


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Lutero & a Educação




 A proposta deste livro, 15º volume da Coleção Pensadores & Educação, é ampliar o debate sobre o pensamento educacional da Reforma Protestante, procurando localizar pressupostos filosóficos e concepções de política educativa. É um importante instrumento para se pensar política e pedagogicamente a chamada “Educação da Modernidade”. Para isso, José Rubens L. Jardilino lança luzes sobre o pensamento de Martinho Lutero, personagem da história que mudou o curso da civilização ocidental, destacando aqui o seu olhar para a educação.
Debruçando-se sobre o pensamento educacional de Lutero e da Reforma Protestante, que ainda é pouco explorado, o livro apresenta um breve panorama do contexto desse movimento, as novas ideias pedagógicas que nasciam com o humanismo renascentista e, ainda, os temas mais importantes do pensamento pedagógico da Reforma, contemplando também elementos históricos mais abrangentes.. 


FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Ano: 2009
Páginas: 128
Peso: 150 g


Gênero: Filosofia - Educação

ISBN: 9788575264294


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José Martí & a Educação



 Décimo-quarto volume da Coleção Pensadores & Educação, este livro mostra as contribuições de José Martí para o pensamento da Educação. Que escolas são necessárias para a nossa América? Quais processos pedagógicos podem dar conta da formação dos povos que José Martí, pensador e criador do Partido Revolucionário Cubano, sonhava para esta parte do mundo? Essas são algumas das questões elucidadas neste livro, que trata do ser ético, por meio do questionamento: “Que mulheres e homens cabe formar?”, da Educação científica, técnica, manual e espiritual. Além disso, recai sobre as crianças grande parte da preocupação de Martí. Saiba aqui o que ele desejava que as crianças aprendessem e como ele queria que elas fossem. Compreenda o pensamento pedagógico latino-americano como meio de se propor uma educação como ato político e autoformação da sociedade.

Este livro, especialmente voltado para os envolvidos com Educação e demais áreas das Ciências Humanas, disponibiliza informações sobre a vida e a obra de José Martí, ressaltando as implicações de seu pensamento para a contemporaneidade. 


FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Ano: 2008
Páginas: 104
Peso: 130 g


Gênero: Filosofia - Educação

ISBN: 9788575263495


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