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Margem Esquerda n.20

Autor: Vários.



A revista semestral Margem Esquerda chega à sua vigésima edição com uma entrevista exclusiva com Fernando Martínez Heredia, considerado o mais importante intelectual cubano da atualidade, tendo dirigido a revista Pensamento Crítico nos anos 1960. Consagrada pela profundidade de suas análises e unidade editorial - conta com um conselho composto por nomes do calibre de István Mészáros Francisos de Oliveira, Micheal Löwy, Slavoj Žižek, Leandro Konder, Emir Sader, Ricardo Antunes, entre outros -, a revista também reúne nesta edição um dossiê sobre mídia, com reflexoes de João Brant, Gilberto Maringoni, Altamiro Borges, Ana Paula Amorin e Natalia Viana; na sessão "Clássico", cartas de Engels inéditas em português. O número traz ainda artigos de David Harvey, Antonio Carlos Mazzeo, Maria Orlanda Pinassi, e Celso Frederico, e poema e desenhos de Oscar Niemeyer, o homenageado da edição. Margem esquerda 20 traz ainda correspondência inédita de Caio Prado Jr., com texto de apresentação do historiador Luiz Bernardo Pericás.
Acesse: http://pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-20


Sumário


ENTREVISTA

Fernando Martínez Heredia
EMIR SADER

DOSSIÊ

Muita reticência e pouca vontade política
JOÃO BRANT

A crise do jornalismo industrial e os novos modelos de produção
NATALIA VIANA

A mídia e a disputa pela hegemonia
ALTAMIRO BORGES

A disputa pela regulação das comunicações na América Latina
GILBERTO MARINGONI

Liberdade de expressão como bandeira em disputa
ANA PAOLA AMORIM

ARTIGOS

Valores de uso, valores de troca e valores
DAVID HARVEY

O conceito de Virtus como legitimação do igualitarismo burguês
ANTONIO CARLOS MAZZEO

Nas sombras do obscurantismo
MARIA ORLANDA PINASSI

Os marxistas e a literatura: roteiros de leitura – Parte 2
CELSO FREDERICO

DOCUMENTO

Caio Prado Júnior: “Carta a Correligionários do PCB” (1932) e “Telegrama para a Embaixada da União Soviética” (1968)
LUIZ BERNARDO PERICÁS

CLÁSSICO

Engels e as cartas sobre a concepção materialista da história
PAULO DOUGLAS BARSOTTI

Cartas de Friedrich Engels sobre a concepção materialista da história
FRIEDRICH ENGELS

HOMENAGEM

Oscar Niemeyer, arquiteto do Brasil
LUIZ RECAMÁN

RESENHAS

Subdesenvolvimento, dependência e a revolução brasileira
MATHIAS SEIBEL LUCE

Para aprender a operar o método dialético: o legado de Lenin para Lukács
MARCELO BRAZ

NOTA DE LEITURA

O socialismo jurídico
PEDRO HENRIQUE NEVES DE CARVALHO

POESIA

Poema da curva
OSCAR NIEMEYER

 

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Margem Esquerda - nº 18

Autor: Vários.





 A entrevista que abre esta nova edição da Revista Margem Esquerda é do teólogo da libertação e escritor Leonardo Boff, que falou sobre sua trajetória, formação e obra aos sociólogos Emir Sader e Michael Löwy. O “Dossiê”, organizado por Ricardo Antunes, apresenta cenas da condição de precariedade da classe trabalhadora em escala global, com textos de Pietro Basso, Giovanni Alves e Dora Fonseca, Graça Druck e do próprio Ricardo.

Na seção “Artigos”, Marcello Musto discorre sobre a “Introdução” de 1857, a mais importante e célebre seção dos Grundrisse, de Karl Marx. Fabio Querido estabelece afinidades entre as reflexões teóricas e políticas de Rosa Luxemburgo (1871-1919) e Walter Benjamin (1892-1940), enquanto Roberval dos Santos revisa as principais teses de Louis Althusser e discute sua última contribuição intelectual, o materialismo do encontro. Por último, João Leonardo Medeiros e Rômulo André Lima analisam o fenômeno dos reality shows, em particular o Big Brother. O artigo articula o atual desenvolvimento capitalista com as formas e conteúdos assumidos pelas manifestações culturais contemporâneas, entendendo que estas expressam “formas de consciências condizentes e necessárias” à reprodução social.


FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2012
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-18


Sumário

Apresentação
IVANA JINKINGS e FLÁVIO AGUIAR

ENTREVISTA
Leonardo Boff
EMIR SADER e MICHAEL LÖWY


DOSSIÊ: NOVA ERA DE PRECARIZAÇÃO ESTRUTURAL DO TRABALHO?
O walmartismo no trabalho no início do século XXI
PIETRO BASSO

Trabalhadores precários: o exemplo emblemático de Portugal
GIOVANNI ALVES e DORA FONSECA

A metamorfose da precarização social do trabalho no Brasil
GRAÇA DRUCK

A corrosão do trabalho e a precarização estrutural
RICARDO ANTUNES


ARTIGOS
História, produção e método na “Introdução” de 1857
MARCELLO MUSTO

A exumação de Louis Althusser
ROBERVAL DE JESUS LEONE DOS SANTOS

Rememoração revolucionária
FABIO MASCARO QUERIDO

Capital, o Big Brother
JOÃO LEONARDO MEDEIROS E RÔMULO ANDRÉ LIMA

HOMENAGEM
O Ben Bella revolucionário que conheci
GUILLERMO ALMEYRA


RESENHA
Literatura e política
CARLOS EDUARDO J. MACHADO

NOTAS DE LEITURA

O debate sobre Deus: razão, fé e revolução
MOZART SILVANO PEREIRA

Vivendo no fim dos tempos
KIM DORIA

Globalização, dependência e neoliberalismo na América Latina
MATHIAS SEIBEL LUCE


POESIA
Um pinheiro
HEINRICH HEINE



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Marquem Esquerda nº 17

Autor: Vários.


 O capitalismo atingiu um beco sem saída? A perspectiva de uma crise econômica crônica, o colapso do Estado de bem-estar social nas economias avançadas e a catástrofe ecológica abalaram as bases dos argumentos em favor do capitalismo. Nesse contexto e tendo em vista os desafios do século 21, repensar o socialismo é um projeto viável?

João Alexandre Peschanski, integrante do comitê de redação da Revista Margem Esquerda, organiza neste número 17 um dossiê especial sobre a viabilidade de alternativas ao capitalismo e como alcançá-las. O economista canadense Michael Lebowitz recupera elementos-chave do pensamento de Marx sobre o socialismo e, com base neles, avalia a experiência bolivariana da Venezuela. Vivek Chibber, professor de Sociologia da Universidade de Nova York, discute a tensão entre socialismo e desenvolvimento, criticando os modelos centralizados produtivistas dos regimes “socialistas realmente existentes” na União Soviética e China.

Os sociólogos João Alexandre Peschanski e David Calnitsky defendem a necessidade de pensar instituições radicalmente igualitárias, alternativas ao capitalismo, e fazem um panorama de modelos teóricos recentes de socialismo. O historiador Gilberto Maringoni faz um recorrido pelos dilemas táticos e estratégicos da esquerda brasileira nas últimas seis décadas.

Esta edição traz ainda um estudo do filósofo húngaro István Mészáros sobre a necessidade de uma mudança profunda – socialista – no contexto de crise estrutural do sistema do capital; um artigo de crítica dos estudos culturais e do culturalismo, pelo sociólogo argentino Roberto Follari; um texto do sociólogo norte-americano John Bellamy Foster sobre o lendário debate Sweezy-Schumpeter, nos anos 1940, e anotações de Paul Sweezy, recentemente descobertas, para o debate; um ensaio do crítico literário norte-americano Fredric Jameson sobre O romance histórico, de Gÿorg Lukács; e uma análise do economista Mario Duayer sobre Marx e a crítica do trabalho no capitalismo.

A entrevistada deste número é a cientista política Vânia Bambirra, uma das formuladoras da teoria da dependência, que fala a Carlos Eduardo Martins sobre sua trajetória, as transformações na América Latina e as crises do capitalismo. Na entrevista, faz ainda um balanço da corrente teórica que ajudou a formular, com Theotonio dos Santos e Ruy Mauro Marini. Na seção Clássico, uma preciosidade: carta de Friedrich Engels a August Bebel, de março de 1875, na qual ele rejeita o conceito lassalliano de “Estado Popular” e propõe sua substituição por “Comuna” no Programa do Partido. É um dos textos mais libertários de Engels e esclarece as divergências de Marx com Lassalle.

Esta edição traz ainda uma entrevista inédita com o filósofo Adolfo Sánchez Vásquez, falecido em julho deste ano. Foi realizada em 1993, pela pesquisadora peruana Sara Beatriz Guardiã, e não chegou a ser publicada porque o jornal para o qual foi feita propôs à autora que retirasse o parágrafo em que Sánchez Vásquez sustenta que o marxismo pode transformar a sociedade, o que ela e o entrevistado recusaram. A entrevista, que traça sua trajetória e interpretação da dialética, homenageia um dos pensadores mais criativos da América Latina.


Margem Esquerda traz ainda um comentário do sociólogo Ricardo Musse sobre Karl Korsch e resenhas de Caio Navarro de Toledo e João Valente Aguiar, além de notas de leitura de Deni Ireneu Alfaro Rubbo e Alexandre Freitas Barbosa.


FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2011
Páginas: 160
Peso: 260 g


ISBN: 1678768-4-17
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Crítica Marxista n. 12

Autor: Vários.


 Textos de João Quartim de Moraes, Jorge Grespan, Guillermo Foladori, Domenico Losurdo, Hector Benoit e outros Textos sobre Marx e a teoria clássica do valor, metabolismo e natureza, refundação marxista e comunista, Marx à luz de Wittgenstein, ensaio contra a canonização da democracia. Isso e muito mais no décimo-segundo número da revista. Sumário Apresentação Artigos Contra a canonização da democracia, João Quartim de Moraes Habermas, leitor de Marx e de Max Weber, Catherine Colliot-Thelene Marx, crítico da teoria clássica do valor, Jorge Grespan Pré-capitalismo, capitalismo e resistência dos trabalhadores, Armando Boito Jr. O metabolismo com a natureza, Guillermo Foladori A luta contra a "frase revolucionária" e a refundação marxista e comunista, Comenico Losurdo "Prorgresso" ou progresso? Definindo uma tecnologia socialista, Victor Wallis Comentários Marx à luz de Wittgenstein, Hector Benoit Estado capitalista e classe dominante, Décio Saes Resenhas Marcelo Ridenti, José Roberto Zan Domenico Losurdo, Pedro Leão da Costa Neto Thomas C. Patterson, Pedro Paulo Funari.
Preço: De R$ 26,00 por R$ 13,00.
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FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2001
Páginas: 176
Peso: 280 g.


ISBN: 85-85934-78-6
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Crítica Marxista n. 11

Autor: Vários.


 Neste número: o ensaio "O ethos nacional no horizonte global", em que Muniz Ferreira discute Estado, nação e sociedade civil; Yvon Quiniou, em "Das classes à ideologia: determinismo, materialismo e emancipação na obra de Bourdieu", examina as afinidades entre o pensamento do sociólogo francês e os conceitos do materialismo histórico; em "Dossiê", cinco pesquisadoras discutem a contribuição do marxismo para a análise da problemática feminina nas sociedades de classes e na ordem capitalista contemporânea; em "Comentários", Patrick Tort apresenta as "Últimas reflexões sobre a antropologia darwiniana". Sumário Apresentação Artigos O ethos nacinal no horizonte global, Muniz Ferreira Das classe à ideologia, Yvon Quiniou Dossiê Marxismo, feminismo e o enfoque de gênero, Clara Araújo Quem tem medo dos esquemas patriarcais de pensamento?, Heleieth I.B. Saffioti Feminismo, gênero e revolução, Lelita Oliveira Benoit Marxismo e feminismo: afinidades e diferenças, Maria Lygia Q. Moraes Marxismo, feminismo e feminismo marxista, Mary Garcia Castro Comentários Darwin lido e aprovado, Patrick Tort Entrevista Sobre a Consulta Popular, entrevista com César Benjamin, por Hector Benoit Resenhas Ralph Miliband, Caio Navarro Toledo Antonio Gramsci, Marcos del Roio Noam Chomsky, João Roberto Martins Filho Isabel Loureiro, José Correia Leite Adalberto Paranhos, Lucília de Almeida Neves Carlos Eduardo Jordão Machado, Fernanda Pitta.



FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2000
Páginas: 160
Peso: 250 g.

 
ISBN: 85-85934-57-3
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Margem Esquerda nº 16

Autor: Vários.

 A nova edição da revista Margem Esquerda traz uma profunda análise, fruto de diferentes olhares dos principais pensadores marxistas brasileiros e internacionais, sobre os efeitos da crise de 2008-2009 que, ao contrário do que bradam políticos e empresários, não acabou nos Estados Unidos e em vários outros países e evidencia um processo sistêmico de rearranjo do capitalismo global. O entrevistado deste número é David Harvey, geógrafo inglês que investiga as dinâmicas geográficas da acumulação capitalista. Seu livro O enigma do capital, a ser lançado pela Boitempo, tornou-se referência aos interessados em entender a crise global sob a perspectiva do materialismo histórico não ortodoxo. A entrevista recupera a trajetória de Harvey, de sua infância aos projetos intelectuais mais recentes, e conecta seus conceitos clássicos, como acumulação por despossessão, a suas experiências de vida.


FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2011
Páginas: 160


ISBN: 1678768-4


Sumário

ENTREVISTA

David Harvey
João Alexandre Peschanski, Da vid Calnitsky e Sigrid Peterson

DOSSIÊ: hegemonia norte-americana: Estado e perspectivas

Decifrando a crise global
Alex Callinicos

Tópicos da agenda internacional: algumas notas críticas
José Luís Fiori

Sic transit gloria mundi
Guillermo Almeyra

ARTIGOS


A situação é catastrófica, mas não é grave
Slavoj Zizek

Uma crítica materialista (exemplar) da cultura: sobre O ornamento da massa, de Siegfried Kracauer
Carlos Eduardo Jordão Machado

Postone contra ou com Lukács? Por uma reinterpretação de Marx
João Leonardo Medeiros

A emancipação feminina e a luta pela superação do capital: uma visão a partir de István Mészáros
Demetrio Cherobini

A relação Marx-Engels em perspectiva
Guido Oldrini

Corpos, linguagem, verdades: sobre a dialética materialista
Alain Badiou

DEBATE

Neoliberalismo versus pós-neoliberalismo: a disputa estratégica Contemporânea
Emir Sader

O Brasil da Era Lula
Ricardo Antunes

CLÁSSICO

Em memória da Comuna
Vladimir Ilyich Lenin

RESENHAS

Pela política extraparlamentar no século XXI
Fernando Marcelino

A Filosofia do direito de Alysson Leandro Mascaro: o pensamento jusfilosófico crítico brasileiro
Silvio Luiz de Almeida e Camilo Onoda Caldas

O testamento filosófico de György Lukács
Maria Lucia S. Barroco

NOTAS DE LEITURA

Operação Massacre
Silvia Beatriz Adoue

Marxismo, cultura, comunicación: de Kant y Fichte a Lukács y Benjamin
Maria Orlanda Pinasi

POESIA

Quando eu Deusa for
Fatima Naoot

APRESENTAÇÃO DAS IMAGENS

A arte já pronta de Nelson Leirner
Sergio Romagnolo
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Margem Esquerda n° 15

Autor: Vários.
O papel transformador do Estado ressurge nas perspectivas de transformação social com experimentos institucionais democráticos na América Latina. Desenvolvimento, democracia e bem-estar social convivem, sob tensão, nas propostas políticas de países como Bolívia, Brasil e Equador. Na tradição marxista, as experiências latino-americanas viram as páginas do Estado mínimo neoliberal e do socialismo de Estado soviético. A Margem Esquerda se propõe a discutir as possibilidades e os dilemas de transformação relacionados ao novo tipo de Estado da América Latina.

O desenvolvimento criativo é irregular no continente. O dossiê deste número, sobre teorias do Estado na América Latina hoje, apresenta visões distintas sobre o papel dos instrumentos de poder na economia e na política. Traz a transcrição do discurso do vice-presidente boliviano, Álvaro García Linera, ao receber o título de doutor honoris causa na Universidade de Buenos Aires, que define as possibilidades de transformação social por meio de políticas estatais. Especialmente em países como Bolívia e Equador pretende-se refundar o Estado para construir instituições adequadas à representação da massa da população, especialmente a nativa, e não mais de elites minoritárias. O economista Marcio Pochmann coloca os desafios do Estado para corresponder aos projetos de desenvolvimento no Brasil, sobretudo no governo de Dilma Rousseff. A socióloga argentina Mabel Thwaites Rey monta uma síntese crítica das teorias marxistas clássicas e das novas contribuições dos processos inovadores na América Latina.
 

FICHA DO LIVRO

Título: Margem Esquerda - nº.15
Autor: Vários

Editora: Boitempo
Páginas: 168

Gênero: Sociologia - Política - Revistas

ISBN: 1-6787 684



Sumário da edição

ENTREVISTA
José Saramago
IVANA JINKINGS

DOSSIÊ: TEORIAS DO ESTADO NA AMÉRICA LATINA HOJE
A construção do Estado
ÁLVARO GARCÍA LINERA

O Estado e seus desafios na construção do desenvolvimento brasileiro
MARCIO POCHMANN.

O Estado em debate: transições e contradições
MABEL THWAITES REY

ARTIGOS
Organizando para a transição anticapitalista
DAVID HARVEY

A centelha se acende na ação: a filosofia da práxis no pensamento de Rosa Luxemburgo
MICHAEL LÖWY

Celular móvel: outra morada de entretenimento
ANITA SIMIS

A barbárie como civilização: Walter Benjamin e a tragédia humana
SÉRGIO DE SOUZA BRASIL SILVA

José Carlos Mariátegui e o México
LUIZ BERNARDO PERICÁS

HOMENAGEM
Homenagem a Georges Labica na Universidade de Argel
MIGUEL URBANO RODRIGUES

COMENTÁRIO
Ernst Bloch e György Lukács, paradoxos de uma amizade
NICOLAS TERTULIAN

RESENHAS
Stalin e a ditadura sobre o proletariado
ANTONINO INFRANCA

A natureza da crise e os dilemas da revolução
PLÍNIO DE ARRUDA SAMPAIO JR.

O capital-imperialismo: determinações econômicas e formas políticas
MAURO LUIS IASI

POESIA
Corrido da morte de Zapata
ARMANDO LIST ARZUBIDE

APRESENTAÇÃO DAS IMAGENS
Quebra-cabeça da América Latina (continua...)
REGINA SILVEIRA 

Ler Mais

Margem Esquerda n° 14

Autor: Vários.
  A crise ecológica manifesta uma contradição fundamental do capitalismo: entre o sistema produtivo e as condições de produção. Desde os primórdios da acumulação primitiva do capital, a conquista de mais e mais lucro se dá com a destruição de trabalhadores e da natureza. Contraditoriamente, o capitalismo destrói sua base, minando a própria capacidade de reprodução. A sorte das classes trabalhadoras e a do meio ambiente estão diretamente vinculadas. A compreensão crítica do vínculo entre luta de classes e ecologia se torna tema indispensável ao pensamento marxista.

Organizado por Carla Ferreira e Mathias Luce, o dossiê deste volume reúne textos dedicados ao meio ambiente, onde, segundo Luce, “a crise climática é apenas a ponta do iceberg da ativação dos limites do capital, quando o imperialismo se torna mais agressivo e fecha o círculo vicioso que coloca em xeque o futuro da humanidade”. Os sociólogos norte-americanos John Bellamy Foster e Brett Clark discorrem sobre as contribuições de Marx e Mészáros à crítica da cisão no metabolismo ecológico e no sociometabolismo provocada pelo funcionamento do capital. O texto do geógrafo Carlos Walter Porto-Gonçalves critica o apetite do capital, que, por meio de patentes industriais e biopirataria, privatiza o conhecimento indígena. Michael Löwy reflete sobre a insustentabilidade do modo de produção e consumo dos países capitalistas avançados. Segundo Mathias Luce, o texto de Löwy ressalta que “a consigna ‘mudar o sistema, não o clima’ e a recente Conferência Mundial dos Povos sobre as Mudanças Climáticas e pelos Direitos da Madre Tierra, em Cochabamba, evidenciam a radicalização das lutas ecológicas no movimento altermundialista”. E o urbanista norte-americano Mike Davis revela como o descontrole das autoridades sanitárias, sob os interesses da agroindústria, favoreceu mutações genéticas do vírus da gripe H1N1. As contradições do capitalismo tomam nova forma a partir da Revolução Informacional. Em entrevista concedida a Henrique Amorim, em Paris, o sociólogo francês Jean Lojkine expõe os impactos do capitalismo atual no mundo do trabalho, em especial nas identidades classistas.
Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 20010
Páginas: 160

Gênero: Meio Ambiente - Revistas

ISBN: 1-6787684



Sumário da edição


ApresentaçãoIvana Jinkings e João Alexandre Peschanski

ENTREVISTA
Jean Lojkine
HENRIQUE AMORIM

DOSSIÊ: IMPERIALISMO, ECOLOGIA E CRISE ESTRUTURAL

A dialética do metabolismo socioecológico: Marx, Mészáros e os limites absolutos do capital
BRETT CLARK e JOHN BELLAMY FOSTER

Por uma ecologia política crítica da Amazônia
CARLOS WALTER PORTO-GONÇALVES

Crise ecológica, capitalismo, altermundialismo: um ponto de vista ecossocialista
MICHAEL LÖWY

O capitalismo e a gripe suína
MIKE DAVIS

ARTIGOS
Linguagem, violência e não violência
SLAVOJ ŽIŽEK

Georg Lukács: filósofo e judeu na Europa do século XX
ZOLTÁN TARR e JUDITH MARCUS

Vozes da resistência: prisioneiras políticas na Argentina (1974-1983)
AFRÂNIO MENDES CATANI e RENATO GILIOLI

Dos estudos da formação à greve como formação
LUIZ RENATO MARTINS

Algumas notas históricas sobre hegemonia
PERRY ANDERSON

CLÁSSICO

Sobre a Revolução Russa (1918)
ROSA LUXEMBURGO

HOMENAGENS

Giovanni Arrighi: um pensamento para o século XXI
CARLOS EDUARDO MARTINS

Daniel Bensaïd: militância política como filosofia
JOÃO MACHADO

RESENHAS


O pensamento de um intelectual insubstituível
VIRGÍNIA FONTES

Manifesto contra a delinquência acadêmica e a pedantocracia
MAURO LUIS IASI

NOTAS DE LEITURA


A formação do mercado de trabalho no Brasil
LUIZ BERNARDO PERICÁS

Estado, política e classes sociais: ensaios teóricos e históricos
EDILSON JOSÉ GRACIOLLI

Da miséria ideológica à crise do capital: uma reconciliação histórica
MIGUEL VEDDA

POESIA

Não te rendas
MÁRIO BENEDETTI

IMAGENS
BOB WOLFENSON E RICARDO DIAS

APRESENTAÇÃO DAS IMAGENS
Até quando?
LUIZ RENATO MARTINS

Ler Mais

Margem Esquerda n° 13

Autor: Vários.
 A transformação da crise dos mercados imobiliário e financeiro dos Estados Unidos em uma crise econômica global levou à desmoralização o discurso liberal em todo o mundo. Para avaliar seus impactos e alternativas, Margem Esquerda n. 13 traz o dossiê “Hegemonia em tempos de crise”, composto por alguns dos mais importantes analistas desse fenômeno: o francês François Chesnais, o norte-americano Robert Brenner, o brasileiro José Luís Fiori e o inglês Peter Gowan. Chesnais, formulador da tese da financeirização do capitalismo, destaca a longevidade da recessão e as duras consequências para os trabalhadores. Mas lembra que a situação atual apresenta oportunidade ímpar para a construção de alternativas.

A capacidade de recomposição conservadora da hegemonia norte-americana é analisada por Fiori, que discute ainda a ampliação das alianças lideradas por Washington, na busca de um novo consenso que permita reformular suas condições de dominação. Coerente com sua tese sobre o capitalismo, Brenner diz que vivemos uma etapa da declinante perda de vitalidade das economias centrais. Fórmulas fictícias e momentâneas de fomentar o crédito ao consumo finalmente explodiram, produzindo um desequilíbrio de proporções incalculáveis e de longa duração. Gowan, por sua vez, discute o projeto de um modelo público que se choca com a hegemonia financeira construída nos anos 1970.

Abrindo esta edição está a filósofa brasileira Marilena Chaui, entrevistada para Margem Esquerda por Francisco de Oliveira, Rodrigo Nobile, Olgária Matos e Wolfgang Leo Maar. Na pauta, sua formação, suas leituras, a universidade, o Partido dos Trabalhadores.

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2009
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684



Sumário da edição

Apresentação
Ivana Jinkings

Entrevista
Marilena Chaui
Por Francisco De Oliveira, Rodrigo Nobile, Olgaria Matos e Wolfgang Leo Maar

Dossiê
Um momento histórico crítico
François Chesnais

A esquerda e a crise
José Luís Fiori

A crise que se aprofunda
Robert Brenner

Crises na capital
Peter Gowan

Artigos
A redescoberta de Marx
Marcello Musto

As aventuras de Karl Marx contra a pulverização pós-moderna das resistências ao capital
Marcelo Dias Carcanholo e Grasiela Cristina da Cunha Baruco

O duradouro legado da revolução mundial de 1968
Immanuel Wallerstein

“Terceiro setor” e ressignificação da sociedade civil
Edilson José Graciolli e Marcílio Rodrigues Lucas

Clássico

Posfácio a Lenin
Georg Lukács

Comentário
Como e por que ler Gramsci hoje
Geraldo Magella Neres e Marcos Del Roio

Resenhas
O marxismo de Caio Prado Jr.
Marisa M. Deaecto

Em defesa da totalidade: o humanismo marxista de Lucien Goldmann
Fábio Mascaro Querido

Notas de leitura

Leandro Konder: memórias de um intelectual comunista
Rodrigo Castelo Branco

As duas faces do gueto
Afranio Mendes Catani

Poesia
Policrítica na hora dos chacais
Julio Cortázar

Ilustrações
Rogério Ferrari
Ler Mais

Margem Esquerda nº 12

Autor: Vários.
 Em lugar das modernas e funcionais cidades prometidas pelo neoliberalismo, as megalópoles do Sul do mundo multiplicam favelas. São o retrato de uma terra arrasada, onde milhões de pessoas vivem em moradias precárias, cercadas por lixo, poluição e ruínas, apartadas do mundo formal. A especulação imobiliária expulsa os pobres das regiões centrais para as periferias, numa segregação urbana que reflete a incessante guerra social de nosso tempo.

Na entrevista que concedeu à Margem Esquerda – coordenada pela professora Otilia Fiori Arantes, com a participação de Ermínia Maricato, Mariana Fix e Michael Löwy –, o historiador marxista Mike Davis expõe o pesadelo da produção em massa de miséria e caos urbano – uma “urbanização sem urbanidade”, causa maior da crise global do meio ambiente. Davis fala de sua trajetória intelectual, dos autores que o influenciaram, do trabalho como caminhoneiro. Faz uma crítica radical à celebração de que os pobres podem solucionar a crise da vida diária sem redistribuição de renda e de poder político.

O desmanche urbano é também tema do dossiê desta edição: Resistências populares na cidade neoliberal. Ana Clara Torres Ribeiro, coordenadora do Grupo de Trabalho Desenvolvimento Urbano do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso), discute em “Cidade e capitalismo periférico: em direção à experiência popular” o conceito de justiça urbana na América Latina, enquanto a socióloga Beatriz Whitaker faz uma síntese dos movimentos por moradia e das ocupações no centro de São Paulo. Mas a crise urbana não se restringe à periferia do capitalismo, nos mostra Paulo Arantes em “Alarme de incêndio no gueto francês”, ao discorrer sobre os motins e as barricadas iniciados em Lyon, em 2005, que levantaram a bandeira por um “estado de urgência social”.


Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2008
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684


Sumário da edição


ApresentaçãoIvana Jinkings

Entrevista
Mike Davis
Por Otília Fiori Arantes, Ermínia Maricato, Mariana Fix e Michael Löwy

Dossiê: Resistências populares na cidade neoliberal
Cidade e capitalismo periférico: em direção à experiência popular
Ana Clara Torres Ribeiro

Alarme de incêndio no gueto francês
Paulo Arantes

Os movimentos de moradia e a questão urbana
Beatriz Whitaker

Artigos

A utopia liberal
Slavoj Žižek

Economia de mercado ou capitalismo financeiro oligopólico?
Samir Amin

O alfaiate de Ulm
Lucio Magri

Por onde anda o "outro mundo possível"?
Emir Sader

Cenas parisienses
Luiz Renato Martins

Goethe: o falsificado pelo fascismo e o autêntico
Miguel Vedda

Documento
Capitalismo e meio ambiente
Paul Sweezy

Comentário
Farocki: o olho máquina
Régis Michel

Resenhas
Lampião, senhor do sertão
Luiz Bernardo Pericás

Um encontro com o bom debate
Mauro Iasi

Michael Löwy, o infatigável
Paulo Barsotti

Notas de leitura
O jovem Marx e outros escritos de filosofia. Socialismo e democratização – Escritos políticos 1956-1971. Georg Lukács – Etapas de seu pensamento estético. Lukács e a arquitetura.
Maria Orlanda Pinassi

Os condenados da terra
João Alexandre Peschanski

Os irredutíveis: teoremas da resistência para o tempo presente
Fábio Mascaro Querido

A educação para além do capital
Caio Antunes

Carta à Margem
Para a história da esquerda
Francisco de Oliveira

Apresentação das imagens (CIA DE FOTO)

Imagens dos sem-avesso
Luiz Renato Martins

Poesia
Was es ist/ O que é
Erich Fried (tradução de Flávio Aguiar)
 
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Margem Esquerda nº 11

Autor: Vários.
 1968 foi um ano extraordinário. Espalharam-se pelo mundo protestos contra a Guerra do Vietnã. Estudantes franceses organizaram-se e exigiram mudanças sociais radicais. O povo, em luta, tomou as ruas da Checoslováquia, do México e dos Estados Unidos. Foi um ano de ressurgimento das mobilizações de massa e da esperança, ano de efervescência intelectual, em que pensamento e ativismo não se dissociavam. A cena cultural tremeu, com uma verdadeira revolução: Beatles, Rolling Stones, Sartre, Joan Baez, Bob Dylan, Chico Buarque, Vianinha e tantos outros.

Quarenta anos depois, Margem Esquerda dedica um dossiê – “1968, o ano que (quase) mudou o mundo” – à análise do impacto e do legado dessa década marcada pela resistência vitoriosa dos vietnamitas, dirigidos por Ho Chi Minh, pela consolidação triunfante da Revolução Cubana, de Fidel e do Che, pela vitoriosa revolução argelina de Ben Bella, pela passeata dos 100 mil no Rio de Janeiro e pelo “verão quente” dos trabalhadores italianos, entre outros movimentos.

Para lembrar e reivindicar os revolucionários dias dos anos 1960, reunimos – com a colaboração de Daniel Aarão Reis – autores de diferentes visões, idades e países. Alguns militaram nessa década, fizeram parte da geração que procurou aprender com os trabalhadores o significado de sua luta. Uma geração que não esconde seu passado – ao contrário, orgulha-se dele –, que mantém ainda hoje a utopia da justiça social, continua sendo realista e pedindo o impossível.





Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2008
Páginas: 160

Gênero: História - Política - Revistas

ISBN: 1678-7684-10


Sumário da edição

Apresentação
Ivana Jinkings

Entrevista
Maria da Conceição Tavares
Por Carlos Eduardo Martins, Rodrigo Castelo Branco e Virgínia Fontes

Dossiê: 1968, O ano que (quase) mudou o mundo
Anos de luta
Tariq Ali

O romantismo revolucionário dos movimentos de maio
Michael Löwy

O assalto ao céu
Emir Sader

1968 no Brasil
Ricardo Antunes e Marcelo Ridenti

Caminhando contra o vento: as mobilizações dos operários brasileiros
Marco Aurélio Santana

Artigos
Princípios orientadores da estratégia socialista
István Mészáros

O conceito de ideologia na ontologia de Lukács
Nicolas Tertulian

O futuro da sociologia
Michael Burawoy

Medellín: a paz dos pacificadores
Forrest Hylton

O marxismo de Caio Prado Júnior
Lincoln Secco

A construção do socialismo sem-terra
João Alexandre Peschanski

Documentos
Filosofia e realidade social
Nise da Silveira

Tlatelolco para universitários
Elena Poniatowska

Resenhas
Em defesa da igualdade substantiva
Ruy Braga

A desconstrução da Ideologia
Jorge Grespan

Notas de leitura
Mystery Train
Alexandre de Freitas Barbosa

Pão e rosas
Claudia Mazzei Nogueira

A perda da razão social do trabalho: terceirização e precarização
Paula Marcelino

Carta à Margem

Sobre entrevista de Francisco de Oliveira
Raimundo Pereira

Apresentação das imagens
“A minha cama é uma folha de jornal”
Luiz Renato Martins

Poesia
Digam ao Che
Flávio Aguiar
Ler Mais

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