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A globalização e as ciências sociais

Autor: Boaventura De Sousa Santos (Org).




 Este livro analisa o impacto da globalização neoliberal nas sociedades se-miperiféricas e nas diferentes ciências sociais que produziram a identidade econômica, política, social e cultural dessas sociedades.


Acesse: http://pueblolivraria.com.br


FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 572
Peso: 885 g


ISBN: 9788524908354

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O Capital - Livro I


Autor: Karl Marx.
 
 O clássico de Marx foi originalmente publicado na Alemanha em 1867 e é considerado a mais profunda investigação crítica do modo de produção capitalista. O capital, da Boitempo, é o décimo sexto volume da Coleção Marx e Engels e conta com introduções de Jacob Gorender, José Arthur Giannotti e Louis Althusser, além de texto de orelha de Francisco de Oliveira.

O capital é uma contribuição basilar ao pensamento anticapitalista, em especial a tradição marxista, que de certo modo se consolida com este livro. O objetivo de Marx era, por meio de uma crítica da economia política, compreender como o capitalismo funciona. Diante desse desafio, ele desenvolveu um aparato conceitual e metodológico para entender toda a complexidade do capitalismo, as categorias que constituem a articulação interna da sociedade burguesa e a relação direta entre acumulação de capital e a exploração da força de trabalho. 

Compre aqui: http://pueblolivraria.com.br/o-capital-livro-i.html

FICHA DO LIVRO

TítuloO Capital - Livro I
Autor
: Karl Marx 


Editora: Boitempo
Ano
: 2013

Edição: 1ª
Páginas: 856

Gênero: Ciências Sociais - Economia - Marxismo

ISBN
978-85-7559-320-2



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Para entender O capital

Autor: David Harvey.

Livro I.
 Fruto dos mais de quarenta anos de cursos sobre O capital de Marx (livro I) lecionados pelo geógrafo marxista David Harvey em universidades ao redor do mundo, Para entender O capital é uma obra ao mesmo tempo sintética e densa, uma introdução para a compreensão de O capital, que chega em momento oportuno, de uma renovação do interesse pela análise das obras de Marx, em busca de um melhor entendimento das origens da falência econômica e dos nossos problemas atuais.

Apesar de os últimos trinta anos, mais particularmente desde a queda do muro de Berlim e do fim da Guerra Fria, não terem sido um período muito favorável ou fértil para a economia política marxiana, este livro ajuda a abrir a porta para que uma geração mais jovem, pouco familiarizada com esse pensamento, explore por sua própria conta o legado de Marx.


Harvey também aconselha àqueles que tenham lido apenas excertos ou resumos d’O capital – não importa quão estrategicamente escolhidos – ou alguma exposição teórica das crenças políticas de Marx, a ler o livro como um texto integral. “Lendo O capital como um todo, é quase certo que você chegará a uma concepção bastante diferente do pensamento de Marx”, afirma.

O Livro I de O capital analisa o modo de produção capitalista do ponto de vista da produção, não do mercado nem do comércio global, mas exclusivamente da produção. Na época, Marx revelou uma grande compreensão daquilo que faz o capitalismo crescer do modo como cresce. “Para Marx, um conhecimento novo surge do ato de tomar blocos conceituais radicalmente diferentes, friccioná‑los uns contra os outros e fazer arder o fogo revolucionário. E é o que ele faz n’O capital: combina tradições intelectuais divergentes para criar uma estrutura completamente nova e revolucionária para o conhecimento”, conclui o professor.
 
FICHA DO LIVRO

Autor: David Harvey.

Editora: Boitempo
Ano
: 2013
Páginas: 335  
Peso: 526 g


ISBN: 978-85-7559-322-6

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Para uma ontologia do ser social I




  

  György Lukács é um dos maiores expoentes do pensamento humanista do século XX e Para uma ontologia do ser social é a mais complexa sistematização filosófica de seu tempo. Considerada uma das mais importantes obras do filósofo húngaro, concebida no curso dos anos 1960, a Ontologia (como se tornou conhecida) significa o salto da ontologia intuída à ontologia filosoficamente fundamentada nas categorias mais essenciais que regem a vida do ser social, bem como nas estruturas da vida cotidiana dos homens.

O primeiro volume de um dos centrais projetos editoriais da Boitempo, acalentado por mais de uma década, finalmente chega às livrarias brasileiras com primorosa apresentação de José Paulo Netto e tradução direta do alemão por Mario Duayer e Nélio Schneider, acrescida da tradução de Carlos Nelson Coutinho, introdutor de Lukács no Brasil e profundo conhecedor de sua obra, baseada na edição italiana. O texto contou também com uma minuciosa revisão técnica de Ronaldo Vielmi Fortes, auxiliado por Ester Vaisman e Elcemir Paço Cunha.

A tomada de posição ontológica marxiana tem início nos anos 1930, quando o filósofo segue da Hungria para Moscou. No Instituto Marx-Engels-Lenin faz um mergulho definitivo nos Manuscritos econômico-filosóficos do jovem Marx. Mas, se a guinada ontológica de Lukács acontece ainda na juventude, marcando todos os seus escritos dos quarenta anos seguintes, é na maturidade, nos anos de 1950, que lhe ocorre a necessidade de desenvolver uma sistematização categorial das reflexões que vinha fazendo sobre arte e literatura. Retira-se então da vida política para dedicar-se à elaboração dos volumes que compõem a Estética.

Sua finalização aponta para o projeto de uma Ética; antes, porém, era preciso definir o sujeito capaz de assumir um comportamento verdadeiramente ético. Vêm daí as motivações que impeliram Lukács a trabalhar tão arduamente, ao longo de toda a década de 1960, nos manuscritos de Para uma ontologia do ser social.

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FICHA DO LIVRO
 

Título: Para uma ontologia do ser social I
Autor: György Lukács

Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 128

Peso: 640 g



ISBN: 978-85-7559-301-1

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Rituais de sofrimento

Autor: Silvia Viana.


  Professora de sociologia na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e doutora pela USP, Silvia Viana leva a sério o aparente escárnio da designação “reality show” em Rituais de sofrimento, novo livro da coleção Estado de Sítio a ser publicado pela Boitempo.

“Não lidamos aqui com um ritual como outro qualquer, não se trata de uma festa ou do consumo, ambos cerimoniais oferecidos aos deuses do prazer. Trata-se de algo mais perturbador, pois o que se vê nos reality shows é a proliferação de rituais de sofrimento”, afirma a pesquisadora no primeiro capítulo.

Silvia Viana analisa tais rituais e mecanismos de dominação em vários produtos televisivos da indústria cultural brasileira, com especial atenção ao maior deles, o Big Brother Brasil, no ar há treze anos. O estudo também abrange programas e filmes de Hollywood que perpetuam a mesma lógica brutal. Assim como no BBB, o assassino Jigsaw da franquia Jogos Mortais, por exemplo, não almeja a morte/eliminação de suas vítimas: ele quer que elas sobrevivam. Mais que isso, que sobrevivam a qualquer preço.

Quais são as molas que movem esse lado fake e nem por isso menos real do mundo em que vivemos? Onde estão as roldanas que dirigem as cordas, quem são as figuras que elas agitam, como o conjunto se fecha sobre si mesmo sem deixar lacunas? Silvia reflete sobre essas questões em um relato clínico, com traços firmes e finos, sem poupar nada nem ninguém. Segundo o sociólogo e professor da USP Gabriel Cohn, a fatura desse livro parece seguir uma regra básica: quanto mais o tema se revela repugnante, tanto mais refinada deve ser a sua exposição. O resultado é uma escrita em que não cabe o gesto banal da indignação moral nem a repulsa à má qualidade estética – ambas provocações já programadas no espetáculo –, mas algo mais fundo. 

FICHA DO LIVRO

Título: Rituais de sofrimento
Autor: Silvia Viana

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 192

Gênero: Ciências Sociais

ISBN: 978-85-7559-309-7


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A política do precariado

Autor: Ruy Braga

Do populismo à hegemonia lulista.

 Em seu novo livro, o sociólogo e professor da Universidade de São Paulo, Ruy Braga, utiliza os instrumentos teóricos da sociologia marxista crítica a fim de propor uma leitura inovadora da história social do Brasil – do populismo fordista ao atual lulismo hegemônico –, tendo como vetor analítico a “política do precariado”. Definido como o proletariado precarizado, o conceito de “precariado” situa esse grupo como parte integrante da classe trabalhadora, enfatizando a precariedade como inevitável no processo de mercantilização do trabalho.

Neste livro ambicioso, Braga se coloca diante da tarefa de decifrar a relação entre o proletariado precarizado e a hegemonia lulista. Uma das inspirações do autor são as análises afiadas de Francisco de Oliveira, que priorizaram a reflexão sobre a “formação do avesso” ao demonstrar a despolitização da classe trabalhadora como consequência do governo petista e das políticas públicas federais que alimentaram na última década o mito da superação da crise por meio do aumento constante do consumo popular. Em um trabalho de intensa acumulação crítica, Braga também dialoga com André Singer e Jessé Souza em suas leituras do fenômeno lulista. O livro é dividido em quatro capítulos, seguidos por uma coletânea de artigos escritos ao longo de 2011 e 2012. Tais “intervenções” indicam de maneira privilegiada o movimento de reflexão engajada de um pensador profundamente atento às dinâmicas históricas de seu tempo e às manifestações fragmentadas do processo de precarização em marcha.

O estudo de Ruy Braga procura dar conta tanto dos processos econômicos estruturais (o fordismo periférico, sua crise, a passagem ao pós-fordismo financeirizado) como da dimensão subjetiva do proletariado precarizado (a angústia dos subalternos, a inquietação operária, a pulsão plebeia ou classista dos explorados).


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FICHA DO LIVRO

Título: A política do precariado
Autor: Ruy Braga

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 264

Gênero: Ciências Socias - Polítca

ISBN: 978-85-7559-298-4


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Menos que nada

Autor: Slavoj Zizek.

Hegel e a sombra do materialismo dialético.


 A filosofia ocidental tem se desenvolvido à sombra de Georg Wilhelm Friedrich Hegel, de cuja influência cada novo pensador tenta, em vão, escapar. Seu idealismo absoluto tornou-se, assim, uma espécie de bicho-papão, obscurecendo o fato de ele ser o filósofo dominante da histórica transição à modernidade – período com o qual nosso tempo ainda guarda espantosas semelhanças. Hoje, à medida que o capitalismo global se autodestrói, iniciamos uma nova transição.

Slavoj Žižek, um dos filósofos mais ambiciosos da atualidade, defende neste livro que é imperativo não apenas voltar a Hegel, mas repetir e exceder seus triunfos, superar suas limitações e ser ainda mais hegeliano que o mestre em si. Tal abordagem permite que o autor, sempre à luz da metapsicologia de Jacques Lacan, diagnostique nossa condição atual e trave um diálogo crítico com as principais vertentes do pensamento contemporâneo – Martin Heidegger, Alain Badiou, o realismo especulativo, a física quân tica e as ciências cognitivas. Obra-prima de Žižek, Menos que nada retoma o legado hegeliano e apresenta um desenvolvimento sistemático de sua filosofia. 


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FICHA DO LIVRO

Título: Menos que nada
Autor: Slavoj Zizek

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 653
Peso: 565 g

Gênero: Filosofia - Psicologia
 
ISBN: 978-85-7559-316-5

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As lutas de classes na França de 1848 a 1850

Autor: Karl Marx 
 
 Em 1875, Marx encaminhou à cidade de Gotha um conjunto de observações críticas ao programa do futuro Partido Social-Democrata da Alemanha, resultado da unificação dos dois partidos operários alemães: a Associação Geral dos Trabalhadores Alemães, dirigida por Ferdinand Lassalle, e o Partido Social-Democrata dos Trabalhadores, dirigido por Wilhelm Liebknecht, Wilhelm Bracke e August Bebel, socialistas próximos de Marx. O projeto de programa proposto no congresso de união privilegiava as teses de Lassalle, o que suscitou críticas virulentas de Marx em forma de carta direcionada aos dirigentes. Sua oposição devia-se não à fusão dos partidos - quanto a isso era da opinião de que "cada passo do movimento real é mais importante do que uma dezena de programas", mas ao estatismo exacerbado que ganhara espaço nas diretrizes do novo partido.Nem a favor do poder absoluto do Estado proposto por Lassalle, nem da ausência de Estado proposta pelos anarquistas: a proposição de Marx era a "ditadura revolucionária do proletariado, forma de Estado que teria lugar durante o período de transformação revolucionária que conduziria ao advento da sociedade comunista. Segundo ele, as cooperativas "só têm valor na medida em que são criações dos trabalhadores e independentes, não sendo protegidas nem pelos governos nem pelos burgueses. 
FICHA DO LIVRO

TítuloAs lutas de classes na França de 1848 a 1850
Autor
: Karl Marx 


Editora: Boitempo
Ano
: 2012

Edição: 1ª
Páginas: 192

Gênero: Ciências Sociais - Política - Marxismo

ISBN
978-85-7559-190-1



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A teoria da revolução no jovem Marx

Autor: Michael Löwy.


Escrito originalmente em Paris como tese de doutorado, sob a orientação de Lucien Goldmann, a obra é essencialmente um estudo da evolução política e filosófica de Karl Marx no contexto histórico das lutas sociais na Europa durante os decisivos anos de 1840 a 1848 e, em particular, sua relação com as experiências de luta da classe operária em formação e com o primeiro movimento socialista/comunista. 

Löwy relata o aparecimento, no jovem Marx, de uma nova concepção de mundo: a filosofia da práxis, fundamento metodológico de sua teoria da revolução como autoemancipação do proletariado. O livro busca compreender a gênese histórica do novo materialismo inaugurado por Marx por meio de uma pesquisa interdisciplinar que se vincula, ao mesmo tempo, à sociologia, à história social, à filosofia e à teoria política. 

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FICHA DO LIVRO

TítuloA teoria da revolução no jovem Marx.
AutorMichael Löwy.


EditoraBoitempo
Ano: 2012
Páginas: 224


ISBN978-85-7559-291-5




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Movimentos Sociais, Trabalho Associado e Educação para além do capital


 Esta coletânea reúne artigos de jovens pesquisadores compromissados com as lutas emancipatórias dos movimentos sociais surgidos na América Latina a partir da década de 1980. O leque é vasto e permite ao leitor e aos próprios movimentos sociais uma atualização do debate contemporâneo: são abordadas as lutas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra do Brasil, as contradições do movimento das Fábricas Recuperadas na Argentina e no Brasil, os avanços e recuos das lutas dos Piqueteiros e dos Catadores e os limites das lutas por habitação popular e pela construção da autogestão na América Latina. Da mesma forma, as conquistas do movimento indígena no Equador, as recentes lutas sociais no Haiti, o Zapatismo no México, os impasses dos conflitos venezuelanos, as estratégias adotadas por centrais sindicais não atreladas ao Estado, dentre outras.

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Peso: 600 g

Gênero
: Ciências Sociais - Serviço Social - Educação

ISBN: 978-85-6442-122-6


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Fabricalização da cidade e ideologia da circulação

Autor: Terezinha Ferrari (Org.).


Fabricalização da cidade e ideologia da circulaçãotraz uma reflexão teórica da questão urbana tendo em conta as transformações ocorridas a partir da reestruturação produtiva do capital, que toma lugar a partir dos anos 1980. Em uma vigorosa análise, Terezinha Ferrari busca apreender como a dinâmica de produção e de circulação de mercadorias está diretamente vinculada à organização do espaço-tempo social na cidade.
Na primeira parte, busca-se compreender a lógica da organização da produção de mercadorias e sua relação com o espaço urbano, e como este, além de estar submetido a esta lógica, é também sua parte constitutiva. Deriva-se disso uma dura crítica a setores de esquerda – tanto na teoria quanto na política – que se deixaram influenciar pelo suposto fim da centralidade do trabalho e pelas consequências daí decorrentes. Outro aspecto trabalhado é a forma como a classe dominante organiza políticas sociais ligadas direta ou indiretamente ao Estado – que autora chama de organizações neogovernamentais – que reforcem a expressão ideológica desta nova forma de se organizar a produção. O principal mérito desta análise está em ter presente a categoria da totalidade social como pano de fundo.
Na segunda parte, a autora retoma a reflexão de Karl Marx sobre a produção e a circulação de mercadorias. Além disso, ela também empreende uma detida reflexão sobre o tempo de rotação das mercadorias e sua respectiva valorização, buscando desvendar a sua dinâmica a partir da lógica do just-in-time.
A perspectiva teórica adotada pela autora – marxiana – não se limita à análise da realidade, mas propõe também transformá-la. Neste sentido, são vários os desafios e possibilidades de ação para tal fim. Cabe aqui recuperarmos a formulação do importante dirigente comunista italiano Palmiro Togliatti, de que quem erra na análise erra na ação. Porém uma análise correta não garante a vitória da ação. Assim, Fabricalização da cidade e ideologia da circulação contribui para a correção da análise da realidade social do século XXI e deixa em aberto os desafios para uma prática transformadora efetiva.

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FICHA DO LIVRO

Autor: Terezinha Ferrari (Org.)

Editora
: Expressão Popular
Páginas
: 184
Ano:
2012
Edição:

Peso350g


Gênero
: Marxismo - Ciências Sociais - Serviço Social
 
ISBN
:



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O colapso da modernização

Autor: Robert Kurz.
 

  Propõe uma leitura inesperada dos fatos que levaram à derrocada dos países socialistas, fornecendo um novo arsenal de idéias para a compreensão de tão importante fenômeno. Segundo o autor, esse movimento representaria o início da crise do próprio sistema capitalista e não a decadência do socialismo. É o impasse em que o sistema capitalista encontra-se que o autor pretende, de forma arguta, analisar.

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FICHA DO LIVRO
Edição:  5º
Ano: 1996
Página: 248


Gênero: Ciências Sociais - Política

ISBN: 8521900643


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Margem Esquerda - nº 18

Autor: Vários.





 A entrevista que abre esta nova edição da Revista Margem Esquerda é do teólogo da libertação e escritor Leonardo Boff, que falou sobre sua trajetória, formação e obra aos sociólogos Emir Sader e Michael Löwy. O “Dossiê”, organizado por Ricardo Antunes, apresenta cenas da condição de precariedade da classe trabalhadora em escala global, com textos de Pietro Basso, Giovanni Alves e Dora Fonseca, Graça Druck e do próprio Ricardo.

Na seção “Artigos”, Marcello Musto discorre sobre a “Introdução” de 1857, a mais importante e célebre seção dos Grundrisse, de Karl Marx. Fabio Querido estabelece afinidades entre as reflexões teóricas e políticas de Rosa Luxemburgo (1871-1919) e Walter Benjamin (1892-1940), enquanto Roberval dos Santos revisa as principais teses de Louis Althusser e discute sua última contribuição intelectual, o materialismo do encontro. Por último, João Leonardo Medeiros e Rômulo André Lima analisam o fenômeno dos reality shows, em particular o Big Brother. O artigo articula o atual desenvolvimento capitalista com as formas e conteúdos assumidos pelas manifestações culturais contemporâneas, entendendo que estas expressam “formas de consciências condizentes e necessárias” à reprodução social.


FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2012
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-18


Sumário

Apresentação
IVANA JINKINGS e FLÁVIO AGUIAR

ENTREVISTA
Leonardo Boff
EMIR SADER e MICHAEL LÖWY


DOSSIÊ: NOVA ERA DE PRECARIZAÇÃO ESTRUTURAL DO TRABALHO?
O walmartismo no trabalho no início do século XXI
PIETRO BASSO

Trabalhadores precários: o exemplo emblemático de Portugal
GIOVANNI ALVES e DORA FONSECA

A metamorfose da precarização social do trabalho no Brasil
GRAÇA DRUCK

A corrosão do trabalho e a precarização estrutural
RICARDO ANTUNES


ARTIGOS
História, produção e método na “Introdução” de 1857
MARCELLO MUSTO

A exumação de Louis Althusser
ROBERVAL DE JESUS LEONE DOS SANTOS

Rememoração revolucionária
FABIO MASCARO QUERIDO

Capital, o Big Brother
JOÃO LEONARDO MEDEIROS E RÔMULO ANDRÉ LIMA

HOMENAGEM
O Ben Bella revolucionário que conheci
GUILLERMO ALMEYRA


RESENHA
Literatura e política
CARLOS EDUARDO J. MACHADO

NOTAS DE LEITURA

O debate sobre Deus: razão, fé e revolução
MOZART SILVANO PEREIRA

Vivendo no fim dos tempos
KIM DORIA

Globalização, dependência e neoliberalismo na América Latina
MATHIAS SEIBEL LUCE


POESIA
Um pinheiro
HEINRICH HEINE



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Nova classe média?

 

 Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann lança, pela Boitempo, um estudo sobre a mobilidade na base da pirâmide social brasileira durante o início do século XXI. Nova classe média? analisa as recentes transformações na sociedade e refuta a idéia de surgimento de uma nova classe no País, muito menos a de uma nova classe média.

O resgate da condição de pobreza e o aumento do padrão de consumo, afirma Pochmann, não tiram a maioria da população emergente da classe trabalhadora. Para ele é preciso a politização classista do fenômeno para aprofundar a transformação da estrutura social, sem a qual a massa popular em emergência ganha um caráter predominantemente mercadológico, individualista e conformista sobre a natureza e a dinâmica das mudanças socioeconômicas no Brasil.

Pochmann faz nesse livro “uma reflexão sobre transformações recentes ocorridas no país, com a volta do crescimento econômico, e as características das ocupações e das relações de trabalho na base da pirâmide social. E em cada um dos capítulos, defende pontos de vistas que não são consensuais entre os especialistas, o que torna ainda mais importante a sua leitura”, afirma José Dari Krein, professor do Instituto de Economia da Unicamp e autor do texto de orelha. Em contraposição à visão predominante, que busca explicar o atual processo pela emergência de uma nova classe média, o livro mostra que, apesar dos avanços recentes, a dinâmica das ocupações e do rendimento requer algo mais do que a inserção das pessoas no mercado de consumo.

A análise dos dados mais recentes mostra que a melhora dos indicadores na distribuição da renda do trabalho e de seu aumento na participação da riqueza gerada concentra-se, fundamentalmente, na base da pirâmide social, o que revela também os seus limites. O economista aponta que no Brasil as ocupações formais cresceram fortemente durante a primeira década de 2000, especialmente nos setores que têm uma remuneração muito próxima ao salário mínimo: 94% das vagas criadas entre 2004 e 2010 foram de até 1,5 salário mínimo. Juntamente com as políticas de apoio às rendas na base da pirâmide social brasileira, como elevação do valor real do salário mínimo e massificação da transferência de renda, houve o fortalecimento das classes populares assentadas no trabalho.



FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 128
Peso: 175 g


ISBN: 978-85-7559-245-8


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Aprender Antropologia


 Partindo de uma análise de textos escritos pelos exploradores europeus do século XVI - cujas observações constituem a pré-história da Antropologia -, este livro tem o objetivo de coloca o leitor em contato com as idéias de Durkheim e Mauss. A seguir, é a vez de conhecer as tendências teóricas e contemporâneas, que são detalhadas para possa ser desvendada a especificidade da prática antropológica.

Acesse: http://pueblolivraria.com.br/aprender-antropologia.html


FICHA DO LIVRO


Editora: Brasiliense
Páginas: 208
Peso: 360 g 

ISBN: 8511070303



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Anistia ontem e hoje

  
 O Brasil do século XXI ainda resiste em discutir a anistia e todo o seu histórico. 'Anistia Ontem e Hoje', de Roberto Ribeiro Martins, pretende ser um auxílio diante da recusa estatal em abrir os arquivos do período militar e promover o debate em torno desse período histórico do Brasil.



FICHA DO LIVRO


Editora: Brasiliense
Páginas: 264
Peso: 390 g 

ISBN: 8511001646




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Coisas Ditas


 
 Aplicando a si próprio seu método de análise das obras culturais, Pierre Bourdieu traça um auto-retrato intelectual, ao mesmo tempo objetivo e compreensivo. Este livro apresenta conversas suas com etnólogos, economistas e sociólogos. Nelas, Bourdieu esclarece certos aspectos de seu trabalho, explica os pressupostos filosóficos de suas pesquisas e evoca a lógica concreta de suas investigações. Ao mesmo tempo, as objeções mais freqüentes a seu trabalho são discutidas e refutadas.


FICHA DO LIVRO

Título: Coisas Ditas

Editora: Brasiliense
Páginas: 234
Edição: 1ª
Ano: 2004

ISBN: 8511080694


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