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O ano em que sonhamos perigosamente

AutorSlavoj Žižek.


Sua análise esquadrinha tanto o que chama de “sonhos emancipatórios” (Primavera Árabe, Occupy Wall Street, levantes em Londres e Atenas) como os “sonhos destrutivos” que motivaram, por exemplo, a chacina de Anders Breivik, na Noruega, e outros movimentos racistas e ufanistas que eclodiram por toda a Europa. O desafio está em situar a multiplicidade dos acontecimentos no interior do campo de forças produzido pelo capitalismo. 

A obra dá continuidade ao trabalho de reelaboração teórica já anunciado nos livros Em defesa das causas perdidas e Vivendo no fim dos tempos. Invocando a expressão persa war nam nihadan – “matar uma pessoa, enterrar o corpo e plantar flores sobre a cova para escondê-la” – a fim de descrever o atual processo de neutralização desses acontecimentos e seus significados, Žižek coloca-se diante da difícil tarefa de pensar a conjuntura global sob uma perspectiva renovadora. Por isso, tem sido considerado um dos mais originais e provocativos teóricos da contemporaneidade.

Compre aqui: http://pueblolivraria.com.br/o-ano-em-que-sonhamos-perigosamente.html


FICHA DO LIVRO


Título: O ano em que sonhamos perigosamente
AutorSlavoj Zizek

EditoraBoitempo
Ano: 2012
Páginas: 144

Gênero: Filosofia -  Política
 
ISBN978-85-7559-290-8

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A política do precariado

Autor: Ruy Braga

Do populismo à hegemonia lulista.

 Em seu novo livro, o sociólogo e professor da Universidade de São Paulo, Ruy Braga, utiliza os instrumentos teóricos da sociologia marxista crítica a fim de propor uma leitura inovadora da história social do Brasil – do populismo fordista ao atual lulismo hegemônico –, tendo como vetor analítico a “política do precariado”. Definido como o proletariado precarizado, o conceito de “precariado” situa esse grupo como parte integrante da classe trabalhadora, enfatizando a precariedade como inevitável no processo de mercantilização do trabalho.

Neste livro ambicioso, Braga se coloca diante da tarefa de decifrar a relação entre o proletariado precarizado e a hegemonia lulista. Uma das inspirações do autor são as análises afiadas de Francisco de Oliveira, que priorizaram a reflexão sobre a “formação do avesso” ao demonstrar a despolitização da classe trabalhadora como consequência do governo petista e das políticas públicas federais que alimentaram na última década o mito da superação da crise por meio do aumento constante do consumo popular. Em um trabalho de intensa acumulação crítica, Braga também dialoga com André Singer e Jessé Souza em suas leituras do fenômeno lulista. O livro é dividido em quatro capítulos, seguidos por uma coletânea de artigos escritos ao longo de 2011 e 2012. Tais “intervenções” indicam de maneira privilegiada o movimento de reflexão engajada de um pensador profundamente atento às dinâmicas históricas de seu tempo e às manifestações fragmentadas do processo de precarização em marcha.

O estudo de Ruy Braga procura dar conta tanto dos processos econômicos estruturais (o fordismo periférico, sua crise, a passagem ao pós-fordismo financeirizado) como da dimensão subjetiva do proletariado precarizado (a angústia dos subalternos, a inquietação operária, a pulsão plebeia ou classista dos explorados).


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FICHA DO LIVRO

Título: A política do precariado
Autor: Ruy Braga

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 264

Gênero: Ciências Socias - Polítca

ISBN: 978-85-7559-298-4


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Margem Esquerda n.20

Autor: Vários.



A revista semestral Margem Esquerda chega à sua vigésima edição com uma entrevista exclusiva com Fernando Martínez Heredia, considerado o mais importante intelectual cubano da atualidade, tendo dirigido a revista Pensamento Crítico nos anos 1960. Consagrada pela profundidade de suas análises e unidade editorial - conta com um conselho composto por nomes do calibre de István Mészáros Francisos de Oliveira, Micheal Löwy, Slavoj Žižek, Leandro Konder, Emir Sader, Ricardo Antunes, entre outros -, a revista também reúne nesta edição um dossiê sobre mídia, com reflexoes de João Brant, Gilberto Maringoni, Altamiro Borges, Ana Paula Amorin e Natalia Viana; na sessão "Clássico", cartas de Engels inéditas em português. O número traz ainda artigos de David Harvey, Antonio Carlos Mazzeo, Maria Orlanda Pinassi, e Celso Frederico, e poema e desenhos de Oscar Niemeyer, o homenageado da edição. Margem esquerda 20 traz ainda correspondência inédita de Caio Prado Jr., com texto de apresentação do historiador Luiz Bernardo Pericás.
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FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-20


Sumário


ENTREVISTA

Fernando Martínez Heredia
EMIR SADER

DOSSIÊ

Muita reticência e pouca vontade política
JOÃO BRANT

A crise do jornalismo industrial e os novos modelos de produção
NATALIA VIANA

A mídia e a disputa pela hegemonia
ALTAMIRO BORGES

A disputa pela regulação das comunicações na América Latina
GILBERTO MARINGONI

Liberdade de expressão como bandeira em disputa
ANA PAOLA AMORIM

ARTIGOS

Valores de uso, valores de troca e valores
DAVID HARVEY

O conceito de Virtus como legitimação do igualitarismo burguês
ANTONIO CARLOS MAZZEO

Nas sombras do obscurantismo
MARIA ORLANDA PINASSI

Os marxistas e a literatura: roteiros de leitura – Parte 2
CELSO FREDERICO

DOCUMENTO

Caio Prado Júnior: “Carta a Correligionários do PCB” (1932) e “Telegrama para a Embaixada da União Soviética” (1968)
LUIZ BERNARDO PERICÁS

CLÁSSICO

Engels e as cartas sobre a concepção materialista da história
PAULO DOUGLAS BARSOTTI

Cartas de Friedrich Engels sobre a concepção materialista da história
FRIEDRICH ENGELS

HOMENAGEM

Oscar Niemeyer, arquiteto do Brasil
LUIZ RECAMÁN

RESENHAS

Subdesenvolvimento, dependência e a revolução brasileira
MATHIAS SEIBEL LUCE

Para aprender a operar o método dialético: o legado de Lenin para Lukács
MARCELO BRAZ

NOTA DE LEITURA

O socialismo jurídico
PEDRO HENRIQUE NEVES DE CARVALHO

POESIA

Poema da curva
OSCAR NIEMEYER

 

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As lutas de classes na França de 1848 a 1850

Autor: Karl Marx 
 
 Em 1875, Marx encaminhou à cidade de Gotha um conjunto de observações críticas ao programa do futuro Partido Social-Democrata da Alemanha, resultado da unificação dos dois partidos operários alemães: a Associação Geral dos Trabalhadores Alemães, dirigida por Ferdinand Lassalle, e o Partido Social-Democrata dos Trabalhadores, dirigido por Wilhelm Liebknecht, Wilhelm Bracke e August Bebel, socialistas próximos de Marx. O projeto de programa proposto no congresso de união privilegiava as teses de Lassalle, o que suscitou críticas virulentas de Marx em forma de carta direcionada aos dirigentes. Sua oposição devia-se não à fusão dos partidos - quanto a isso era da opinião de que "cada passo do movimento real é mais importante do que uma dezena de programas", mas ao estatismo exacerbado que ganhara espaço nas diretrizes do novo partido.Nem a favor do poder absoluto do Estado proposto por Lassalle, nem da ausência de Estado proposta pelos anarquistas: a proposição de Marx era a "ditadura revolucionária do proletariado, forma de Estado que teria lugar durante o período de transformação revolucionária que conduziria ao advento da sociedade comunista. Segundo ele, as cooperativas "só têm valor na medida em que são criações dos trabalhadores e independentes, não sendo protegidas nem pelos governos nem pelos burgueses. 
FICHA DO LIVRO

TítuloAs lutas de classes na França de 1848 a 1850
Autor
: Karl Marx 


Editora: Boitempo
Ano
: 2012

Edição: 1ª
Páginas: 192

Gênero: Ciências Sociais - Política - Marxismo

ISBN
978-85-7559-190-1



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Revolução Russa - história, política e literatura






 José Carlos Mariátegui não é apenas o autor de um magistral estudo marxista sobre a realidade peruana; ele é simplesmente um dos grandes pensadores marxistas do século XX. Esta bela coleção de 50 ensaios – em sua grande maioria inéditos no Brasil – sobre a revolução e a cultura russa, organizada por Luiz Bernardo Pericás, é mais uma demonstração da universalidade e originalidade de uma obra cuja projeção internacional se torna cada vez mais evidente à medida que passam os anos. Os textos aqui reunidos – sobre a Revolução Russa e seus protagonistas (Lenin, Trotsky, Lunatcharsky, Larissa Reissner), assim como sobre a literatura russa (Máximo Gorki e Serguei Essenin), sem esquecer o teatro e o cinema – são documentos excepcionais de uma reflexão marxista “hetedoxa”, que se situa no ápice dialético da convergência entre cultura e revolução.  Michael Löwy.


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FICHA DO LIVRO


Editora : Expressão Popular
Páginas
: 304
Ano: 2012
Edição:
Peso355 g


Gênero
: Marxismo - Política - História - América Latina
 
ISBN
: 978-85-7743-199-1



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A reflexão marxista sobre os impasses do mundo atual

Autor: Milton Pinheiro (Org.).




A dinâmica e complexidade da luta de classes sempre nos coloca novos desafios políticos. Seja em nosso território brasileiro, e muito mais a nível internacional.
Desde 2008, vivemos uma grave crise econômica mundial, gestada no centro do sistema e estendida a todos os países, que traz consequências políticas e sociais para o conjunto da população, para a classe trabalhadora e para os mais pobres.
As classes dominantes buscam se organizar. Nas outras crises estruturais do capitalismo sempre usaram a destruição do capital instalado e da força de trabalho, para abrir um novo ciclo de acumulação. Agora, apelam para os Estados, para salvá-los; em algumas regiões mais disputadas, seguem usando a força bruta; se utilizam de sua hegemonia nas universidades e na mídia para pregar seu pensamento único e esconder que o “rei está nu!”
Seus porta-vozes de plantão – economistas, sociólogos, cientistas políticos, jornalistas e papagaios em geral, tentam todos os dias, sem sucesso, explicar e prever os desdobramentos desta crise.
Mas o mundo não para, e em diversos países, a classe trabalhadora começa a reagir aos efeitos da crise, veja-se, os casos de Portugal, Espanha e Grécia, e mesmo os protestos juvenis, na Inglaterra, Estados Unidos, e também na periferia do sistema.
A organização e mobilização dos trabalhadores é a única arma no combate à ofensiva do capital. Entretanto, para uma ação efetiva é necessário uma correta compreensão da dinâmica da luta de classes. É nesta perspectiva que o conjunto de ensaios que compõe este livro surge como uma contribuição importante para compreendermos as causas e os possíveis desdobramentos da crise atual do capitalismo.
A reflexão marxista sobre os impasses da atualidade reúne intelectuais marxistas de diversas áreas do conhecimento e aborda um amplo espectro de temas que passam pela questão econômica, social e política que contribuirá para o conjunto das organizações de esquerda compreender a realidade que vivemos para transformá-la.
Um bom estudo para todos/as.

João Pedro Stédile




FICHA DO LIVRO

Autor: Milton Pinheiro (Org.)

Editora
: Expressão Popular
Páginas
: 376
Ano:
2012
Edição:

Peso:
450g


Gênero
: Marxismo - Política - Economia
 
ISBN
:



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O colapso da modernização

Autor: Robert Kurz.
 

  Propõe uma leitura inesperada dos fatos que levaram à derrocada dos países socialistas, fornecendo um novo arsenal de idéias para a compreensão de tão importante fenômeno. Segundo o autor, esse movimento representaria o início da crise do próprio sistema capitalista e não a decadência do socialismo. É o impasse em que o sistema capitalista encontra-se que o autor pretende, de forma arguta, analisar.

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FICHA DO LIVRO
Edição:  5º
Ano: 1996
Página: 248


Gênero: Ciências Sociais - Política

ISBN: 8521900643


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Margem Esquerda - nº 18

Autor: Vários.





 A entrevista que abre esta nova edição da Revista Margem Esquerda é do teólogo da libertação e escritor Leonardo Boff, que falou sobre sua trajetória, formação e obra aos sociólogos Emir Sader e Michael Löwy. O “Dossiê”, organizado por Ricardo Antunes, apresenta cenas da condição de precariedade da classe trabalhadora em escala global, com textos de Pietro Basso, Giovanni Alves e Dora Fonseca, Graça Druck e do próprio Ricardo.

Na seção “Artigos”, Marcello Musto discorre sobre a “Introdução” de 1857, a mais importante e célebre seção dos Grundrisse, de Karl Marx. Fabio Querido estabelece afinidades entre as reflexões teóricas e políticas de Rosa Luxemburgo (1871-1919) e Walter Benjamin (1892-1940), enquanto Roberval dos Santos revisa as principais teses de Louis Althusser e discute sua última contribuição intelectual, o materialismo do encontro. Por último, João Leonardo Medeiros e Rômulo André Lima analisam o fenômeno dos reality shows, em particular o Big Brother. O artigo articula o atual desenvolvimento capitalista com as formas e conteúdos assumidos pelas manifestações culturais contemporâneas, entendendo que estas expressam “formas de consciências condizentes e necessárias” à reprodução social.


FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2012
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-18


Sumário

Apresentação
IVANA JINKINGS e FLÁVIO AGUIAR

ENTREVISTA
Leonardo Boff
EMIR SADER e MICHAEL LÖWY


DOSSIÊ: NOVA ERA DE PRECARIZAÇÃO ESTRUTURAL DO TRABALHO?
O walmartismo no trabalho no início do século XXI
PIETRO BASSO

Trabalhadores precários: o exemplo emblemático de Portugal
GIOVANNI ALVES e DORA FONSECA

A metamorfose da precarização social do trabalho no Brasil
GRAÇA DRUCK

A corrosão do trabalho e a precarização estrutural
RICARDO ANTUNES


ARTIGOS
História, produção e método na “Introdução” de 1857
MARCELLO MUSTO

A exumação de Louis Althusser
ROBERVAL DE JESUS LEONE DOS SANTOS

Rememoração revolucionária
FABIO MASCARO QUERIDO

Capital, o Big Brother
JOÃO LEONARDO MEDEIROS E RÔMULO ANDRÉ LIMA

HOMENAGEM
O Ben Bella revolucionário que conheci
GUILLERMO ALMEYRA


RESENHA
Literatura e política
CARLOS EDUARDO J. MACHADO

NOTAS DE LEITURA

O debate sobre Deus: razão, fé e revolução
MOZART SILVANO PEREIRA

Vivendo no fim dos tempos
KIM DORIA

Globalização, dependência e neoliberalismo na América Latina
MATHIAS SEIBEL LUCE


POESIA
Um pinheiro
HEINRICH HEINE



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Diálogo no inferno entre Maquiavel e Montesquieu

Autor: Maurice Joly.


   Em 1864, o escritor francês Maurice Joly publicou clandestinamente o livro Diálogo no inferno entre Maquiavel e Montesquieu. A descrição do debate fantástico entre esses dois personagens históricos, mais do que alcançar eficácia literária, pretendia atingir objetivos muito concretos: o mapeamento de argumentos clássicos em favor do autoritarismo (o 'espírito da força') - protagonizado por Maquiavel - e do liberalismo ('espírito do direito') - representado por Montesquieu. Paralelamente à construção ficcional deste debate, perseguia-se ainda outro alvo: expor à crítica o regime autoritário de Napoleão III. As táticas de consecução e controle do poder empregadas pelo imperador francês são expostas como paradigmas do procedimento autoritário e valem a Joly, depois de identificado como autor do panfleto, quinze meses de prisão. Mas o texto não pode ser reduzido a uma intervenção de conjuntura: permanece sendo um momento marcante na história da discussão de temas eternos da política e filosofia política.


FICHA DO LIVRO


Autor: Maurice Joly

Editora: Unesp
Edição: 1ª
Ano: 2009
Páginas: 360
Peso: 334 g.

GêneroCiências Sociais - Política - Filosofia - História

ISBN: 9788571399150


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Hegel, Marx e a tradição liberal

Autor: Domenico Losurdo.
 
  Liberdade, igualdade e Estado.



     Losurdo sugere uma leitura revolucionária de tópicos da filosofia política e da história da filosofia política. Para ele, o pensamento político de Hegel e, em particular, sua filosofia do direito preconizam e se entrelaçam com a filosofia marxista de maneira geralmente descurada pelos comentadores. Esta perspectiva de análise lança novas luzes para a intelecção dos ideários marxista e hegeliano.




FICHA DO LIVRO


Editora: Unesp
Páginas:  246
Edição: 1ª
Ano: 1998
Peso: 315 g

GêneroFilosofia - Direito - Política

ISBN: 8571391904


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Controle civil sobre os militares

 E política de defesa na Argentina, no Brasil, no Chile e no Uruguai.


   Os autores propõem um estudo das transições políticas do Cone Sul em seu aspecto militar, empregando método tal que permite comparar a evolução do problema em quatro países dotados de características singulares, nos quais a questão militar adquiriu especial relevância.





FICHA DO LIVRO

Páginas: 128
Edição: 1ª
Ano: 2007
Peso: 202 g

GêneroPolítica

ISBN: 9788571397811


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Eu vi um novo mundo nascer

Autor: John Reed.



 Seleção de textos – todos inéditos em português – do jornalista e escritor americano, autor de Dez dias que abalaram o mundo. Edição comemorativa dos oitenta anos de morte do escritor.


FICHA DO LIVRO

Título: Eu vi um novo mundo nascer
Autor: John Reed

Editora: Boitempo
Ano
: 2001
Páginas: 152
Peso: 200 g


ISBN: 85-85934-75-1

Sobre o autor: John Reed nasceu em Portland, Oregon, no dia 22 de outubro de 1887. Jornalista formado na Universidade de Harvard e já naquela época fascinado pelos ideais socialistas, começou a escrever para publicações de esquerda, sendo enviado em seguida como correspondente para o México e depois para a Europa e a Rússia. Além de muitos artigos e de México insurgente (1914), escreveu The War in Eastern Europe [A guerra na Europa ocidental] (1916) e o clássico Dez dias que abalaram o mundo (1919), que se tornou filme em 1981 – Reds – pelas mãos de Warren Beaty. Os livros de Reed inspiraram ainda mais dois filmes importantes: Outubro (1928) (baseado em Dez dias que abalaram o mundo) e ¡Que viva México! (1931) (baseado em México insurgente), ambos de Sergei Eisenstein. Reed morreu no dia 19 de outubro de 1920, em Moscou, e foi sepultado no Kremlin, ao lado das grandes personalidades da revolução.


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Veredicto da Hitória

Autor: Martin Hernández.

Russia, China e Cuba: da Revolução Socialista à restauração do capitalismo.

O Veredicto da História apresenta uma visão diferente de todas as análises sobre a restauração capitalista nos estados operários. É única porque separa rigorosamente dois momentos históricos: a restauração do capitalismo e as revoltas de 1989-1991 que destruíram os regimes de partido único no Leste europeu. Vincula as reformas das burocracias governantes à acelerada queda do nível de vida das massas, que resulta nas intensas mobilizações no final da década de 1980. Apesar de conseguir derrubar a principal burocracia, a russa, as massas não conseguiram reverter a restauração, provocando uma tragédia humana de dimensões incalculáveis. Com essa análise, Martín Hernández desmascara o mito de que os próprios trabalhadores destruíram o socialismo e mostra a vitalidade da perspectiva revolucionária.

FICHA DO LIVRO



Editora: Sundermann
Páginas: 312
Ano: 2008
Edição: 1ª


ISBN: 9788599156278



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Os conflitos internacionais em múltiplas dimensões

Autor: Reinaldo Mattar Nasser (Org.).
 


   O livro abrange uma perspectiva ampliada sobre os conflitos internacionais, o que permite a compreensão mais ampla de uma nova agenda de segurança que incorpora novos conceitos sem necessariamente substituir as tradicionais questões militares e de defesa, entre elas os conflitos econômicos, políticos e sociais, as migrações, os problemas ambientais e o narcotráfico. Dessa forma, amplia-se o espectro dos atores que participam dos processos de tomada de decisões e de formulação de políticas públicas sobre estes temas.





FICHA DO LIVRO

Autor: Reinaldo Mattar Nasser (Org.)

Editora: Unesp
Páginas: 225
Edição: 1ª
Ano: 2009
Peso: 350 g

Gênero: Economia - Política

ISBN: 9788571399235


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Trabalhadores do ensino e APEOESP


  Uma relação de conflito (1978-1987).


 O presente livro apresenta ao leitor as lutas dos trabalhadores do ensino junto à Apeoesp (Associação dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), centrando-se na relação entre os docentes, seu sindicato e o governo nas greves ocorridas no final da década de 70 e durante os anos 80. O trabalho é dividido em três capítulos: No primeiro capítulo estuda-se a gênese da Apeoesp, investigando-se como foi considerada a ação dos seus gestores pela oposição que começou a se organizar a partir do ano de 1977. No segundo capítulo verifica-se que quando a oposição assumiu a direção da Apeoesp, iniciando a organização das instâncias do sindicato, pôs-se fim às comissões abertas organizadas pelos trabalhadores do ensino. Finalmente, no terceiro capítulo, são estudadas as relações dos gestores da Apeoesp com os trabalhadores do ensino durante as lutas empenhadas pela categoria no período analisado. Trabalhadores do Ensino e Apeoesp – uma relação de conflito (1978 – 1987) é o resultado de uma intensa pesquisa que mostra como o novo sindicalismo, juntamente com o Partido dos Trabalhadores (PT), articulou o fim da autonomia das comissões organizadas pelos trabalhadores, transformando-as em elo do sindicato.



FICHA DO LIVRO




ISBN: 978-85-7419-981-8


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Simulacro e Poder: Uma Análise da Mídia

Autora: Marilena Chauí.

Marilena Chaui fala sobre a abolição da diferença entre os espaços público e privado e como os códigos da vida pública passam a ser determinados e definidos pelos códigos da vida privada. Para a professora, enquanto o pensamento e o discurso de direita reiteram o senso comum que permeia a sociedade, no caso da esquerda é preciso ultrapassar obstáculos, o que representa desmontar esse senso comum e a aparência de realidade e verdade que as condições sociais e as práticas existentes parecem possuir. 


FICHA DO LIVRO

Título: Simulacro e Poder: Uma Análise da Mídia
Autora: Marilena Chauí.

Editora: Perseu Abramo
Páginas: 144
Edição: 1ª 
Peso: 185g


Gênero: Comunicação

ISBN:8576430274
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