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A Linguagem Cinematográfica

Autor: Marcel Martin.
  
 Este é um estudo sobre a linguagem característica do cinema, indispensável para estudantes, amantes e praticantes da chamada 'sétima arte'.


FICHA DO LIVRO


Editora: Brasiliense
Páginas: 284
Peso: 404 g 

Gênero: Cinema

ISBN: 8511220275
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A imagem-tempo


 
 Este livro tem como ponto de partida uma das conclusões do estudo precedente de Gilles Deleuze, 'A imagem-movimento' - a necessidade de arrancar dos clichês cinematográficos algo mais que sua verdade aparente. Nesta obra, Deleuze propõe uma autêntica reeducação do olhar, à luz dos conceitos filosóficos formulados por Bergson a propósito do movimento, do tempo, da duração e da imagem. A profundidade da abordagem deleuziana não diminui em nada, porém, o prazer da leitura. Filósofo-cinéfilo, Deleuze ancora todas as suas idéias em exemplos concretos, fazendo desfilar diante dos olhos do leitor imagens de clássicos dirigidos por grandes mestres, como Chaplin, Herzog, Antonini, Godard e Visconti. Imagens que mostram que o cinema é o espaço por excelência para a análise das complexas relações entre passado e presente, memória e acontecimento. A câmera, segundo Deleuze, funda uma consciência que se define não pelos movimentos que é capaz de captar, mas pelas relações mentais e psicológicas nas quais é capaz de entrar. Ao mesmo tempo livro de filosofia e livro de cinema, 'A imagem-tempo' é uma obra fundamental para se compreender que, longe de viver sua decadência, o cinema é uma arte inesgotável.



FICHA DO LIVRO

Título: A imagem-tempo

Editora: Brasiliense
Páginas: 340
Edição: 1ª
Ano: 2005

Peso: 395 g 

Gênero: Filosofia - Cinema - Cultura

ISBN: 8511220283


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Cinema, televisão e publicidade






 Este livro, publicado anteriormente com o título "Televisão, Publicidade e Cultura de Massa", é um trabalho plenamente sintonizado com o que é mais característico da cultura de massa no mundo contemporâneo. Mostra como o cinema, a televisão e a publicidade combinam-se de forma engenhosa e criativa em multimídias agilizadas e multiplicadas pela eletrônica e pela imaginação. São linguagens muito características da segunda metade do século XX e que prenunciam o XXI.



FICHA DO LIVRO


 
Editora: Annablume
Páginas: 258
Formato: 14x21 cm

Gênero: Comunição - Cinema

ISBN: 85-7419-421-2


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Cinematógrafo



 Um olhar sobre a história.


 O principal objetivo desta obra é reforçar as pesquisas científicas entre os pesquisadores franceses e brasileiros no domínio das relações entre o cinema e as sociedades que denominamos, a partir de Marc Ferro, de cinema-história. O livro reúne contribuições de pesquisadores reconhecidos em três áreas principais: os fundamentos teóricos da história e das ciências sociais e da representação dos processos históricos, a construção e a reconstrução do passado no cinema e os filmes como lugar de memória e de identidade que se cruzam no discurso fílmico. Os fenômenos são assim circunscritos a partir de um conjunto de suportes audiovisuais pouco abordados no Brasil, sob o ângulo da teoria cinema-história.

Acesse: www.pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO


Título: Cinematógrafo

Editora: Unesp
Edição: 1ª
Ano: 2009
Páginas: 492
Peso: 752 g.

GêneroCinemaHistória

ISBN: 9788571399297


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A Cinemateca Brasileira


 Das luzes aos anos de chumbo.


 O livro aborda o conceito de cinemateca desde o surgimento das primeiras coleções de filmes até os dias atuais, enfocando o final da década de 1950 e início da de 1960, quando um modelo específico de cinemateca, do qual o grande ideólogo foi Henri Langlois, é colocado em xeque no âmbito da Federação Internacional de Arquivos de Filmes (FIAF). O texto procura compreender ainda as especificidades da experiência brasileira no panorama político e cultural do país, analisando sobretudo o projeto político/pedagógico da instituição para o campo da educação e de políticas culturais no Brasil no período entre 1952 e 1973.

Acesse: www.pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO



Editora: Unesp
Edição: 1ª
Ano: 2010
Páginas: 292
Peso:
354 g.


ISBN: 9788539300105


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Cinema Brasileiro


 Das origens a retomada.

 A indústria cinematográfica é um fenômeno historicamente novo. De fato, tem pouco mais de cem anos. Cinema brasileiro: das origens à Retomada discute esta história desde a primeira fase das atividades cinematográficas no país até o "cinema da Retomada", nos anos 1990 - passando pela relação do Estado com o cinema nacional, a "era dos estúdios", o Cinema Novo e o período da Ditadura Militar. É uma história rica em dramas, comédias e aventuras, como os filmes que o nosso cinema produziu. Entender o lugar desta produção na cultura brasileira e quais são os obstáculos para a consolidação de uma indústria cinematográfica nacional é a contribuição que este livro busca oferecer.
 


FICHA DO LIVRO

TítuloCinema Brasileiro

Editora: Perseu Abramo
Páginas: 160
Ano: 2005
Edição: 1ª 
Peso: 290g


GêneroCinema

ISBN: 8576430215


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Yés, nós temos bananas


Esse livro é uma bela viagem sobre a experiência cinematográfica brasileira revelada pela análise dos estúdios da Companhia cinematográfica Vera Cruz e pela aproximação do foco no acompanhamento da trajetória da atriz Eliane Lage. O trabalho de Ana Carolina Maciel, original e criativo, dialoga de maneira intensa com a historiografia sobre o cinema. Destaca-se, nesse diálogo, uma aproximação mais teórica e conceitual que busca definir o cinema como uma experiência moderna – incluindo-se aí a discussão sobre o imaginário e as mitologias. Paralelamente, o livro retoma trabalhos voltados para a análise mais específica dos estúdios Vera Cruz, com destaque para um conjunto de questões relevantes associadas ao cinema como uma atividade industrial e seus limites de implementação pelo empresariado brasileiro.

A historiadora faz o uso de um conjunto variado de documentos, demandando diferentes estratégias de abordagem – assim a imprensa periódica, os depoimentos, a publicidade, as imagens da filmagem, os escritos biográficos, a documentação administrativa da empresa, foram cada qual associados a um conjunto de questões que ganharam sentido na arquitetura final da obra.

A segunda característica essencial desse trabalho tem a ver com a forma da autora se posicionou em relação a narrativa histórica e a narrativa cinematográfica. O uso dos recursos fílmicos é evidente na estruturação da obra, revelando uma experiência de fazer e escrever sobre cinema. Entretanto, mais do que um recurso retórico o que se evidencia na sua forma expositiva é uma intertextualidade com o pensamento fílmico. Assim as seqüências possuem autonomia de argumentação, mas ao leitor o que se apresenta é um roteiro em que histórias, como a Eliane Lage se cruzam com outras histórias, como a do início da Vera Cruz. Por isso, na montagem do livro se exibe um diálogo estreito entre a experiência da autora como documentarista e sua capacidade de elaborar um conhecimento da prática de se fazer cinema.


FICHA DO LIVRO


Edição: 1ª
Ano: 2011
Páginas: 242


ISBN: 978-85-7939-050-0


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Comunismo da Forma

Autor: Fernando Oliva e Marcelo Rezende (org.).

 Som, Imagem e Política da arte. 

Som+imagem+tempo.

 Livro e exposição debatem o videoclipe na produção artística contemporânea
Como uma “mídia bastarda” da TV e do cinema, os vídeos musicais se tornaram algo mais do que um gênero. Resultado de sua velocidade de produção e exibição – e do fato de ser um produto de consumo gerado e exigido pela indústria –, os videoclipes passaram a ser habitados por artistas capazes de vencer as limitações da mídia. Com a ausência de hierarquia entre o velho e o novo, o tecnológico e o artesanal, o videoclipe coloca em movimento todo o repertório do mundo.
Comunismo da Forma – Som, Imagem e Política da Arte, organizado por Fernando Oliva e Marcelo Rezende, propõe uma investigação das possibilidades apresentadas pelo formato do vídeo musical, ao mesmo tempo produtor e conseqüência do nosso momento histórico – o hipercapitalismo.
O livro surgiu a partir da exposição Comunismo da Forma: Som + Imagem + Tempo – A Estratégia do Vídeo Musical, mas não é um catálogo. Trata-se de uma publicação que debate os temas levantados pelo projeto por meio de ensaios e entrevistas, textos que refletem a respeito da força do império das imagens quando este se une a uma nem sempre descartável canção para criar um comentário sobre a política e a sociedade.
Entre os autores que participam do livro estão Anselm Jappe (filósofo italiano, autor de L’avant-garde inacceptable : Réflexions sur Guy Debord), Nicolas Bourriaud (curador e crítico francês, autor de Estética Relacional e Post-Production), Charity Scribner (autora de Requiem for Communism), Alexei Monroe (autor de Interrogation Machine: Laibach and NSK) e Earl Miller (curador canadense).

FICHA DO LIVRO


Edição: Bilíngue Português-Inglês
Páginas: 192
Peso: 240 g.

GêneroCinema - Comunicação

ISBN: 978-85-98325-49-1
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Cinema, Comunicação e Audiovisual

Autor: Gelson Santana (Org).

 Ensaios discutem os filmes dos dias de hoje.


 Cinema, comunicação e audiovisual discute com vigor assuntos que até então eram pouco tratados pela análise cinematográfica tradicional, como o cinema de horror ou o grande cinema de Hollywood. Dentro destes temas, a ênfase dos ensaios que compõe o livro recai sobre alguns dos temas clássicos do cinema, como o problema da ficção cientifica ou do horror. Desta forma, os autores da coletânea dirigem seus olhares para os filmes populares indagando sobre as diferentes maneiras de produção, a experiência e as estratégias que levam aos modos de fabricação do consumo de massa. Para os autores, por meio de um círculo vicioso, a cultura alimentaria a base material da tecnologia e, ao mesmo tempo, expandiria as práticas midiáticas que configurariam o mundo, assim como as poéticas relacionadas a estas práticas.
Gelson Santana organiza neste volume estudos que definem o conceito de contemporâneo a partir do cinema e do audiovisual. Ao tratar do presente no ambiente sociocultural e no espaço midiático, o pesquisador afirma que este seria sustentado pela reflexão dos fenômenos de massa. Ou seja, existiria uma dimensão conexa do tempo, que constituiria o “presente extenso”, e uma dimensão emergente, que articularia o “presente como novidade”. São essas duas dimensões da noção de presente que, acopladas, compõem o conceito de contemporâneo explorado neste livro.
Reunindo pesquisadores de ponta, este livro oferece ao leitor a percepção de como a imagem midiática penetrou pelas brechas da cultura popular. E, através disso, tornou-se o principal motor de produção na realidade, unindo o provisório da novidade ao descentrado do inacabado como um processo definidor da auto-imagem que temos de nós mesmos.


FICHA DO LIVRO


Autor: Gelson Santana (Org)

Edição: 1ª
Páginas: 242
Peso: 336 g.

GêneroCinema - Comunicação

ISBN: 978-85-98325- 85-9
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Guerra e Cinema

Autor: Paul Virilio.

Logística da Percepção.

Este não é um livro sobre filmes de guerra. Vai muito além disso. Se para o lendário diretor de cinema Samuel Fuller, ele mesmo um ex-soldado, “O cinema é como um campo de batalha”, Paul Virilio nos mostra que a guerra também tem muito de cinema. Ele analisa o desenvolvimento, surpreendentemente paralelo, dessas duas técnicas – desde a invenção dos irmãos Lumière e da Primeira Guerra Mundial –, concluindo que a real vitória em uma guerra, a dos “corações e mentes”, passa tanto pelo campo de batalha quanto pelo das imagens.

Virilio esmiúça a evolução histórica do cinema e da arte militar no século XX, principalmente nas duas guerras mundiais e na Guerra Fria, estudando temas como o aprimoramento da técnica cinematográfica para o reconhecimento das áreas de combate e as relações entre a indústria do audiovisual e a indústria bélica.

Lançado pela coleção Estado de Sítio, coordenada pelo filósofo Paulo Arantes, e traduzido por Paulo Roberto Pires, o livro trata, entre outras abordagens inovadoras do autor, do uso e fascínio dos nazistas pelas imagens como propaganda (Leni Riefenstahl e O triunfo da vontade) até Guerra nas estrelas, filme e projeto bélico da era Reagan; da participação de cineastas nos conflitos de trincheira na Primeira Guerra (Griffith) até o apocalipse nuclear do Dr. Fantástico, de Stanley Kubrick. Virilio explora as tênues fronteiras e o diálogo constante entre a realidade dos conflitos armados e as suas representações.

Na era da multiplicação de telas e imagens no cotidiano, do terrorismo transmitido via satélite, em que a “guerra sem fim” de Bush é um reality show sangrento, um espetáculo midiático – envolvendo a ficção das armas de destruição em massa, o vilão Saddam Hussein e a ameaça terrorista –, nada mais oportuno que este lançamento. Nestes tempos, em que a veiculação das imagens dos horrores bélicos cumpre papel protagonista, este livro, publicado em francês na década de 1980, é uma arma poderosa.


FICHA DO LIVRO

Título: Guerra e Cinema
Autor: Paul Virilio

Editora: Boitempo
Ano: 2005
Páginas: 208

Peso: 270 g

Gênero: Cinema - História
 
ISBN: 85-7559-076-6
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Lacrimae Rerum

Autor: Slavoj Zizek.

Ensaios sobre cinema moderno.

 Lacrimae Rerum reúne um conjunto de ensaios de Slavoj Žižek sobre o cinema moderno, propondo um estudo aprofundado sobre as motivações de diretores renomados internacionalmente como Krzysztof Kieślowski, Alfred Hitchcock, Andrei Tarkovski e David Lynch, até do sucesso de bilheteria hollywodiano Matrix. 

 Zizek mostra imagens que são tão familiares quanto fabricadas, evidenciando como as histórias, mesmo que críticas, nos fornecem um panorama estático da realidade. São feitas de denúncias cínicas de mazelas, contra-balanceadas por uma crença irracional na ‘essência da situação’, de modo que a ficção concede legitimidade ideológica ao real. 

Acesse: http://pueblolivraria.com.br
Livro esgotado.


FICHA DO LIVRO

Título: Lacrimae Rerum
Autor: Slavoj Zizek

Editora: Boitempo
Ano: 2009
Páginas: 182

Peso: 310 g

Gênero: Cinema - Filosofia
 
ISBN: 978-85-7559-134-5
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Cinema Brasileiro Moderno

Autor: Ismail Xavier.

 Ismail Xavier, um dos principais críticos de cinema no Brasil, reúne neste livro três ensaios que condensam sua visão do percurso do cinema brasileiro entre os anos 1960 e os anos 1980, numa reflexão que privilegia as relações entre a estética, a política e o imaginário nacional. Autor das mais brilhantes análises de Glauber Rocha, ele apresenta aqui uma interpretação concisa da obra do cineasta. Resulta uma exploração original da idéia do cinema moderno e de sua configuração no Brasil.



  FICHA DO LIVRO

Título: Cinema Brasileiro Moderno
Autor
: Ismail Xavier

Editora
: Paz e Terra
Páginas
: 146

Gênero
: Cinema

ISBN:  
852190395
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A Experiência do Cinema

Autor: Ismail Xavier.

  Esta antologia reúne uma abrangente reflexão sobre o cinema, revelando a diversidade de análises que têm marcado o pensamento sobre a experiência cinematográfica. O livro trata de grandes temas e de questões técnicas específicas: desde as explicações básicas dos cineastas do princípio do século até as sínteses e novas propostas estéticas do pensamento contemporâneo. Os textos, inéditos em português, são de expressivos pensadores do fenômeno cinematográfico do mundo inteiro como: Sergei Eisenstein, Luis Buñuel, Jean Epstein e Jean-Louis Baudry, entre outros.


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FICHA DO LIVRO

Título: A Experiência do Cinema
Autor
: Ismail Xavier

Editora
: Paz e Terra
Páginas
: 484

Gênero
: Cinema

ISBN: 
9788570380784
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Vertov: o Homem e sua Câmera

  

 Vertov: o homem e sua câmera é um estudo e uma análise da obra do cineasta russo Dziga Vertov, que, em 1929, realizou seu principal filme, Um homem com uma câmera ou O homem da câmera, cujo tema, desenvolvido entre a ficção e o documentário, pode ser visto como o próprio cinema. Vertov, reconhecido como um dos grandes da arte cinematográfica, tem sua obra, iniciada ainda na década de 1910, pouco divulgada no Brasil. Em geral, enfoca assuntos caros ao recém-instituído regime socialista na Rússia, mas, diferentemente de seus colegas – Kuleshov, Pudovkin, Dovjenko e, sobretudo, Eisenstein, com quem divergia em relação às concepções estéticas –, seus filmes ultrapassam o contexto imediato, já que foi um experimentador, um inventor radical de formas. Assim, seu legado à contemporaneidade multiplica-se: de inovadoras concepções de montagem, com destaque para a “teoria dos intervalos”, cujas aplicações podem ser vistas na produção audiovisual de hoje, a questões como a dicotomia documentário x ficção, as potencialidades de lógicas alternativas para a narrativa e o princípio da metalinguagem. Acompanha este livro um DVD, gratuito, com bom material didático sobre os principais elementos da produção fílmica, a partir de trechos e reflexões sobre o filme Um homem com uma câmera.


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FICHA DO LIVRO

Editora: Mauad
Páginas: 128

Gênero: Cinema - Arte
 
ISBN9788574783192
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Cinema e história

Autor: Marc Ferro

Neste livro que é uma das obras inaugurais do campo de estudos da inter-relação entre o cinema e a História, Marc Ferro contrapõe os dois discursos de maneira a mostrar não apenas como um interfere no outro, mas também quais são os questionamentos que devem ser feitos a partir dessas interferências. Por meio de filmes como O encouraçado Potemkin, O judeu Süss, A grande ilusão, M., o vampiro de Dusseldorf, O terceiro homem, entre outros, o autor analisa os processos de produção dos filmes e as influências políticas e sociais que eles acarretaram.


FICHA DO LIVRO


Autores: Marc Ferro

Editora: Paz e Terra
Páginas: 264

Gênero: História - Cinema

ISBN:  978-85-77530-28-1



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História e cinema

Autores: Maria Helena Capelato, Marcos Napolitano, Elias Tomé Saliba e Eduardo Morettin (Orgs).

Em pouco mais de cem anos de existência, o cinema produziu – e ainda produz – incontáveis filmes que tomam o passado como inspiração para seus temas e roteiros. Revolução Russa, ascensão do Terceiro Reich, relação entre cinema e Estado, reflexões culturais e sociais como as que ocorrem antes e depois de guerras e golpes de Estado, questões religiosas e impacto da ficção televisiva são apenas alguns exemplos dentre inúmeros temas abordados através da linguagem audiovisual.
Resultado de dois anos de intenso trabalho, História e cinema é uma coletânea de textos de pesquisadores da área de história e de audiovisual, dedicada a examinar as relações entre cinema e história e de pensar o filme como documento de discussão de uma época e seu estatuto como objeto de cultura.
História e cinema tem ainda como objetivo discutir o lugar ocupado pelo cinema – e hoje também pela televisão – não apenas na representação do passado, mas também na própria pesquisa histórica, além de sua importância na veiculação de valores, projetos e ideologias. 



FICHA DO LIVRO



Páginas: 392

Gênero: História - Cinema

ISBN: 978-85-98325-42-2

Sobre os autores:
Maria Helena Capelato, Marcos Napolitano e Elias Tomé Saliba são professores da FFLCH/USP. Eduardo Morettin é professor da ECA/USP.

Mais informações:

Sumário
Apresentação
Parte I - Memória, monumento, historiagrafia
A alegoria langiana e o monumental: a figura de Babel em Metropolis - Ismail Xavier
O cinema como fonte histórica na obra de Marc Ferro - Eduardo Morettin
A escrita fílmica da história e a monumentalização do passado: uma análise comparada de Amistad e Danton - Marcos Napolitano
As imagens canônicas e a História - Elias Thomé Saliba
Ficção televisiva e identidade nacional: o caso da Rede Globo - Mônica Almeida Kornis
Parte II - Documentos em imagens: filmes de arquivo
Trabalhando com cinejornais: relato de uma experiência - José Inácio de Melo Souza
A representação da realidade em filmes de Rogério Sganzerla: onstruindo a História a partir de Orson Welles e de cinejornais - Samuel Paiva
Glauber Rocha: Exílio, Cinema e História do Brasil - Maurício Cardoso

Parte III - Cinema e impasses da revolução
Proibido ultrapassar à esquerda: as Brigadas Vermelhas na visão de Gianni Amelio, Marco Bellocchio e Marco Tullio Giordana - Mariarosaria Fabris
A cena político-cultural cubana dos anos 1970: uma análise histórica do filme A Última Ceia - Mariana Martins Villaça
Entrelaçamentos: Cabra macrado para morrer, de Eduardo Coutinho - Henri Arraes Gervaiseau
O Desafio: filme reflexão no pós-1964 - Mônica Brincalpe Campo

Parte IV - Cinema e representações da guerra
O triunfo do Reich de Mil Anos: cinema e propaganda política na Alemanha nazista - Wagner Pìnheiro Pereira
Do texto à imagem: as faces da violência nas crianças nazistas em Aleluia, Gretchen! - Rosane Kaminski
A guerra do Vietnã segundo John Wayne e Cia.: uma análise do filme Os Boinas Verdes - Júlio César Lobo
Parte V - Políticas culturais cinematográficas
A Igreja Católica e o cinema: Vozes de petrópolis, A Tela e o jornal A União entre 1907 e 1921 - Cláudio Aguiar Almeida
O Cinema e o Etado na terra do sol: a construção de uma política cultural de cinema em tempos de autoritarismo - Wolney Vianna Malafaia
O cineclubismo no Brasil: idéias sobre o projeto civilizador do movimento francês no brasil e na Argentina (1940-1970) - Fátima Sebastiana Gomes Lisboa
O desenvolvimentismo e sua representação cultural em Tire dié - Mônica Cristina de Araújo Lima



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Gênese de 'Deus e o Diabo na Terra do Sol'

Autora: Josette Monzani.

Muita confusão se criou em torno da máxima glauberiana - "uma câmera na mão e uma idéia na cabeça" - como se houvesse aí implicada a idéia de elementar improviso, pouca atenção ao trabalho de preparação dos filmes. Tomá-la à letra, de forma redutora, é esquecer a enorme auto-exigência e o angustiado trabalho de criação de um cineastra realizador de obra complexa, em que "idéia" envolve um rico processo de reflexão e de ensaio nos caminhos de expressão, e "câmera na mão" significa abraçar uma nova estética de construção do olhar e da "mise-en-scène" que se ajusta à escassez de recursos e faz, de um problema, um motivo de criação.
A pesquisa de Josette é documento definitivo deste trabalho cheio de mediações, cujos saltos e reviravoltas não dispensam um movimento subterrâneo de maturação, como podemos observar na série dos roteiros produzidos por Glauber Rocha e analisados pela autora nesta obra.

Apresentação de Cecília Almeida Salles; Prefácio de Ismail Xavier.

Acesse: http://pueblolivraria.com.br


FICHA DO LIVRO


Título: Gênese de 'Deus e o Diabo na Terra do Sol'
Autora: Josette Monzani

Editora: Annablume
Páginas: 332
Formato: 16x23 cm

Gênero: Cinema

ISBN: 85-7419-595-2
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