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Sobre a ética

Autor: Arthur Schopenhauer.


Este conjunto de pequenos ensaios filosóficos de Schopenhauer são parte do livro Parerga e Paraliponema (o que pode ser traduzido como ornatos e complementos), publicado em 1851 e responsável por tornar o autor mundialmente conhecido.

Escrito depois da publicação do principal livro do filósofo (na sua própria concepção), O mundo como vontade e representação, que havia sido ignorado pela crítica, esse livro de ensaio serve de complemento às ideias contidas no primeiro. Por sua amplitude temática e pela clareza da exposição, muitos ensaios deste livro se emanciparam e passaram a ser lidos de forma avulsa, como “Sobre a filosofia universitária” e “Aforismos para sabedoria de vida”.


Este volume reúne oito ensaios sobre ética traduzidos por Flamarion Caldeira Ramos e é o segundo de uma série de seis volumes em que publicaremos os ensaios integrais de Parerga e Paraliponema. O primeiro é Sobre a Filosofia e seu método.
Tradução de Flamarion C. Ramos.

Compre aqui: http://pueblolivraria.com.br/sobre-a-etica.html

FICHA DO LIVRO

TítuloSobre a ética
AutorArthur Schopenhauer

Editora: Hedra
Ano: 2012
Páginas: 282

Gênero: Filosofia

ISBN: 978-85-7715-283-4



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O ano em que sonhamos perigosamente

AutorSlavoj Žižek.


Sua análise esquadrinha tanto o que chama de “sonhos emancipatórios” (Primavera Árabe, Occupy Wall Street, levantes em Londres e Atenas) como os “sonhos destrutivos” que motivaram, por exemplo, a chacina de Anders Breivik, na Noruega, e outros movimentos racistas e ufanistas que eclodiram por toda a Europa. O desafio está em situar a multiplicidade dos acontecimentos no interior do campo de forças produzido pelo capitalismo. 

A obra dá continuidade ao trabalho de reelaboração teórica já anunciado nos livros Em defesa das causas perdidas e Vivendo no fim dos tempos. Invocando a expressão persa war nam nihadan – “matar uma pessoa, enterrar o corpo e plantar flores sobre a cova para escondê-la” – a fim de descrever o atual processo de neutralização desses acontecimentos e seus significados, Žižek coloca-se diante da difícil tarefa de pensar a conjuntura global sob uma perspectiva renovadora. Por isso, tem sido considerado um dos mais originais e provocativos teóricos da contemporaneidade.

Compre aqui: http://pueblolivraria.com.br/o-ano-em-que-sonhamos-perigosamente.html


FICHA DO LIVRO


Título: O ano em que sonhamos perigosamente
AutorSlavoj Zizek

EditoraBoitempo
Ano: 2012
Páginas: 144

Gênero: Filosofia -  Política
 
ISBN978-85-7559-290-8

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Margem Esquerda n.20

Autor: Vários.



A revista semestral Margem Esquerda chega à sua vigésima edição com uma entrevista exclusiva com Fernando Martínez Heredia, considerado o mais importante intelectual cubano da atualidade, tendo dirigido a revista Pensamento Crítico nos anos 1960. Consagrada pela profundidade de suas análises e unidade editorial - conta com um conselho composto por nomes do calibre de István Mészáros Francisos de Oliveira, Micheal Löwy, Slavoj Žižek, Leandro Konder, Emir Sader, Ricardo Antunes, entre outros -, a revista também reúne nesta edição um dossiê sobre mídia, com reflexoes de João Brant, Gilberto Maringoni, Altamiro Borges, Ana Paula Amorin e Natalia Viana; na sessão "Clássico", cartas de Engels inéditas em português. O número traz ainda artigos de David Harvey, Antonio Carlos Mazzeo, Maria Orlanda Pinassi, e Celso Frederico, e poema e desenhos de Oscar Niemeyer, o homenageado da edição. Margem esquerda 20 traz ainda correspondência inédita de Caio Prado Jr., com texto de apresentação do historiador Luiz Bernardo Pericás.
Acesse: http://pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-20


Sumário


ENTREVISTA

Fernando Martínez Heredia
EMIR SADER

DOSSIÊ

Muita reticência e pouca vontade política
JOÃO BRANT

A crise do jornalismo industrial e os novos modelos de produção
NATALIA VIANA

A mídia e a disputa pela hegemonia
ALTAMIRO BORGES

A disputa pela regulação das comunicações na América Latina
GILBERTO MARINGONI

Liberdade de expressão como bandeira em disputa
ANA PAOLA AMORIM

ARTIGOS

Valores de uso, valores de troca e valores
DAVID HARVEY

O conceito de Virtus como legitimação do igualitarismo burguês
ANTONIO CARLOS MAZZEO

Nas sombras do obscurantismo
MARIA ORLANDA PINASSI

Os marxistas e a literatura: roteiros de leitura – Parte 2
CELSO FREDERICO

DOCUMENTO

Caio Prado Júnior: “Carta a Correligionários do PCB” (1932) e “Telegrama para a Embaixada da União Soviética” (1968)
LUIZ BERNARDO PERICÁS

CLÁSSICO

Engels e as cartas sobre a concepção materialista da história
PAULO DOUGLAS BARSOTTI

Cartas de Friedrich Engels sobre a concepção materialista da história
FRIEDRICH ENGELS

HOMENAGEM

Oscar Niemeyer, arquiteto do Brasil
LUIZ RECAMÁN

RESENHAS

Subdesenvolvimento, dependência e a revolução brasileira
MATHIAS SEIBEL LUCE

Para aprender a operar o método dialético: o legado de Lenin para Lukács
MARCELO BRAZ

NOTA DE LEITURA

O socialismo jurídico
PEDRO HENRIQUE NEVES DE CARVALHO

POESIA

Poema da curva
OSCAR NIEMEYER

 

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Cypherpunks: Liberdade e o futuro da internet

AutorJulian Assange e Vários.
 
 Apesar de a internet ter possibilitado verdadeiras revoluções no mundo todo, Assange prevê uma futura onda de repressão na esfera on-line, a ponto de considerar a internet uma possível ameaça à civilização humana. O assédio ao WikiLeaks e a ativistas da internet, juntamente com as tentativas de introduzir uma legislação contra o compartilhamento de arquivos, caso do Sopa (Stop Online Piracy Act) e do Acta (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), indicam que as políticas da internet chegaram a uma encruzilhada. De um lado, encontra-se um futuro que garante, nas palavras de ordem dos cypherpunks, "privacidade para os fracos e transparência para os poderosos"; de outro, a ação da parceria público-privada sobre os indivíduos, que permite que governos e grandes empresas descubram cada vez mais sobre os usuários de internet e escondam as próprias atividades, sem precisar prestar contas de seus atos.

O livro aborda temas polêmicos, como a ideia de que o Facebook e o Google seriam, juntos, "a maior máquina de vigilância que já existiu", capaz de rastrear continuamente nossa localização, nossos contatos e nossa vida. Nesse contexto, seremos colaboradores dispostos a ceder docilmente tais informações? Será que temos a capacidade, através da ação consciente e do conhecimento tecnológico, de resistir a essa tendência e garantir um mundo em que a internet possa ajudar a promover a liberdade? E existiriam formas legítimas de vigilância, por exemplo aquela usada contra os chamados "quatro cavaleiros do Infoapocalipse" (lavagem de dinheiro, drogas, terrorismo e pornografia infantil)?

Assange e os outros debatedores trazem à tona questões complexas relacionadas a essas escolhas cruciais ao refletir sobre vigilância em massa, censura e liberdade, assim como sobre o movimento cypherpunk, que usa a criptografia como mecanismo de defesa dos indivíduos contra a apropriação da internet pelos governos e empresas. Os cypherpunks defendem a utilização desse e de outros métodos similares como meio para provocar mudanças sociais e políticas. O movimento atingiu o auge de suas atividades durante as “criptoguerras”, sobretudo após a censura da internet em 2011, na Primavera Árabe. 

Acesse: http://pueblolivraria.com.br/cypherpunks-liberdade-e-o-futuro-da-internet.html

FICHA DO LIVRO

Título
Cypherpunks: Liberdade e o futuro da internet
AutorJulian Assange e Vários.

Editora: Boitempo
Ano
: 2013

Edição: 1ª
Páginas: 168

Gênero
Comunição

ISBN
978-85-7559-307-3


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As lutas de classes na França de 1848 a 1850

Autor: Karl Marx 
 
 Em 1875, Marx encaminhou à cidade de Gotha um conjunto de observações críticas ao programa do futuro Partido Social-Democrata da Alemanha, resultado da unificação dos dois partidos operários alemães: a Associação Geral dos Trabalhadores Alemães, dirigida por Ferdinand Lassalle, e o Partido Social-Democrata dos Trabalhadores, dirigido por Wilhelm Liebknecht, Wilhelm Bracke e August Bebel, socialistas próximos de Marx. O projeto de programa proposto no congresso de união privilegiava as teses de Lassalle, o que suscitou críticas virulentas de Marx em forma de carta direcionada aos dirigentes. Sua oposição devia-se não à fusão dos partidos - quanto a isso era da opinião de que "cada passo do movimento real é mais importante do que uma dezena de programas", mas ao estatismo exacerbado que ganhara espaço nas diretrizes do novo partido.Nem a favor do poder absoluto do Estado proposto por Lassalle, nem da ausência de Estado proposta pelos anarquistas: a proposição de Marx era a "ditadura revolucionária do proletariado, forma de Estado que teria lugar durante o período de transformação revolucionária que conduziria ao advento da sociedade comunista. Segundo ele, as cooperativas "só têm valor na medida em que são criações dos trabalhadores e independentes, não sendo protegidas nem pelos governos nem pelos burgueses. 
FICHA DO LIVRO

TítuloAs lutas de classes na França de 1848 a 1850
Autor
: Karl Marx 


Editora: Boitempo
Ano
: 2012

Edição: 1ª
Páginas: 192

Gênero: Ciências Sociais - Política - Marxismo

ISBN
978-85-7559-190-1



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A teoria da revolução no jovem Marx

Autor: Michael Löwy.


Escrito originalmente em Paris como tese de doutorado, sob a orientação de Lucien Goldmann, a obra é essencialmente um estudo da evolução política e filosófica de Karl Marx no contexto histórico das lutas sociais na Europa durante os decisivos anos de 1840 a 1848 e, em particular, sua relação com as experiências de luta da classe operária em formação e com o primeiro movimento socialista/comunista. 

Löwy relata o aparecimento, no jovem Marx, de uma nova concepção de mundo: a filosofia da práxis, fundamento metodológico de sua teoria da revolução como autoemancipação do proletariado. O livro busca compreender a gênese histórica do novo materialismo inaugurado por Marx por meio de uma pesquisa interdisciplinar que se vincula, ao mesmo tempo, à sociologia, à história social, à filosofia e à teoria política. 

Acesse: http://pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO

TítuloA teoria da revolução no jovem Marx.
AutorMichael Löwy.


EditoraBoitempo
Ano: 2012
Páginas: 224


ISBN978-85-7559-291-5




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Filosofia - fundamentos e métodos




 Este livro é para professores formados e em formação, apresenta uma visão do que é educação e educação escolar e discute a possibilidade de um trabalho de iniciação filosófica com crianças e jovens. Indica conteúdos para o ensino.


FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 232
Peso: 394 g
Formato : 16x23cm


Gênero: Filosofia - Educação

ISBN: 9788524908569


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Movimentos Sociais, Trabalho Associado e Educação para além do capital


 Esta coletânea reúne artigos de jovens pesquisadores compromissados com as lutas emancipatórias dos movimentos sociais surgidos na América Latina a partir da década de 1980. O leque é vasto e permite ao leitor e aos próprios movimentos sociais uma atualização do debate contemporâneo: são abordadas as lutas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra do Brasil, as contradições do movimento das Fábricas Recuperadas na Argentina e no Brasil, os avanços e recuos das lutas dos Piqueteiros e dos Catadores e os limites das lutas por habitação popular e pela construção da autogestão na América Latina. Da mesma forma, as conquistas do movimento indígena no Equador, as recentes lutas sociais no Haiti, o Zapatismo no México, os impasses dos conflitos venezuelanos, as estratégias adotadas por centrais sindicais não atreladas ao Estado, dentre outras.

Acesse: http://pueblolivraria.com.br
Peso: 600 g

Gênero
: Ciências Sociais - Serviço Social - Educação

ISBN: 978-85-6442-122-6


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Encarceramento em massa e criminalização da pobreza no Espírito Santo



 Encarceramento em massa e criminalização da pobreza no Espírito Santo, livro de Humberto Ribeiro Jr., mostra a falência da política penitenciária brasileira, focando-a no Estado do Espírito Santo. Local de certa riqueza, por conta da exploração extrativista do petróleo, poucos poderiam imaginar o verdadeiro caos penitenciário desse Estado do Sudeste.

Como presidente do CNPCP — Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária — conheci pessoalmente muitas penitenciárias problemáticas. Urso Branco (Rondônia), Aníbal Bruno (Recife), Presídio Central de Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Penitenciária de Pedrinhas (Maranhão) e tantas outras, atormentam os defensores de direitos humanos e as autoridades penitenciárias. Mas nada disso se avizinha ao que acontece(u) no Espírito Santo.

Penitenciárias privadas com estrutura física irrepreensível conviviam com verdadeiras masmorras medievais. O complexo penitenciário de Viana tinha duas penitenciárias privatizadas para 277 presos cada (com 277 internos), convivendo com uma enxovia, chamada de CASCUVI (Casa de Custódia de Viana), que era de fazer inveja a Auschwitz-Birkenau, um dos piores campos de concentração nazista. O calabouço, com mais de 1.200 presos, não tinha luz (salvo a das muralhas) e só tinha fornecimento de água por uma hora por dia. Pessoas com doenças de pele grassavam naquele aljube. Corpos tomados por escabiose, sofrimentos evitáveis com alguns bons banhos, eram encontradiços naquele cárcere fétido e escuro. Pessoas morriam às escâncaras enquanto as penitenciárias privadas não tinham quaisquer excessos de presos, em face das vagas oferecidas, para que não houvesse denúncia dos contratos firmados entre governo e empresas.

O choque causado pelos contrastes descritos, potencializados por centenas de pessoas que viviam em containeres — SIM, CONTAINERES! —  fizeram do Espírito Santo um paradigma contrastante da pós-modernidade e pré-modernidade. Não por outra razão, profissionais calejados com as vicissitudes carcerárias do país, chocaram-se com o quadro relatado à Nação.

Humberto Ribeiro Jr., descreve este quadro com percuciência e firmeza. Dá o adequado enquadramento teórico do fenômeno, mostrando tratar-se de uma prisão da miséria, locais diferentes para recolhimento dos mesmos de sempre.

O paradoxo da pós-modernidade se traduz por uma equação temporal. Enquanto as pessoas livres estão constantemente ocupadas e sem tempo para suas atividades pessoais, vivendo num presente perpétuo, isolados do passado e também do futuro, condenam-se alguns à perda da liberdade, ilhando-os num mundo oposto: redundante e inútil. Estas pessoas são esfaceladas e diluídas num mundo em que nada acontece. Elas não mais controlam o tempo — bem como não são controladas por ele, como os ancestrais do mundo fabril, governadas que eram pelo relógio. Elas só podem matar o tempo, enquanto, ao poucos, o tempo as mata.

Faz muito tempo que o Brasil resolveu substituir o estado de bem-estar por um estado penal. Fez isso como experiência e, não obstante o fracasso dessa política, continuou a fazer o mesmo. O fracasso chegou a ser retumbante. Para a retumbância reiterada, Einstein dá o nome de Insanidade.

O grande mérito deste livro é exatamente o de desnudar, no local em que a contradição mais se aguçou, o horripilante quadro carcerário do próprio Brasil. E mostrar a total insanidade dessa política repressiva.

Sérgio Salomão Shecaira
Professor da USP e Ex-presidente do CNPCP


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FICHA DO LIVRO


Editora
: Cousa
Páginas
: 96
Ano:
2012
Edição:


Gênero
: Direito
 
ISBN
:
978-85-63746-18-4



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Crise de materialidade no Serviço Social


 Repercussões no mercado profissional.


Nesta obra, a autora busca focalizar a crise da materialidade do Serviço Social vinculada ao setor público estatal, inscrita no interior da crise capitalista brasileira, a partir de meados da década de 80. Crise que se apresenta com uma dupla dimensão: de um lado, a redução da base material do exercício profissional; de outro, uma possível hipertrofia da função sociopolítica da profissão.
FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 200
Peso: 250 g
Formato : 14x21cm

Gênero: Serviço Social

ISBN: 9788524907555


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A Assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras

Autores: Maria Carmelita Yazbek, Aldaíza de Oliveira Sposati, Dilséa Adeodata Bonetti e Maria do Carmo Falcão.



Esta obra suscita, de forma renovada, diversas preocupações para todos aqueles que se interessam pelo assunto. São pontos marcantes deste estudo: o exame de várias formulações de política social, a presença da assistência no conjunto de tal política, as singularidades da assistência e do assistencialismo, e ainda suas relações com o Serviço Social.

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FICHA DO LIVRO


Autores: Maria Carmelita Yazbek, Aldaíza de Oliveira Sposati, Dilséa Adeodata Bonetti e Maria do Carmo Falcão

Editora: Cortez
Páginas: 122
Peso: 145 g
Formato
: 14x21cm

Gênero: Serviço Social

ISBN: 9788524900334


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Margem Esquerda - nº 18

Autor: Vários.





 A entrevista que abre esta nova edição da Revista Margem Esquerda é do teólogo da libertação e escritor Leonardo Boff, que falou sobre sua trajetória, formação e obra aos sociólogos Emir Sader e Michael Löwy. O “Dossiê”, organizado por Ricardo Antunes, apresenta cenas da condição de precariedade da classe trabalhadora em escala global, com textos de Pietro Basso, Giovanni Alves e Dora Fonseca, Graça Druck e do próprio Ricardo.

Na seção “Artigos”, Marcello Musto discorre sobre a “Introdução” de 1857, a mais importante e célebre seção dos Grundrisse, de Karl Marx. Fabio Querido estabelece afinidades entre as reflexões teóricas e políticas de Rosa Luxemburgo (1871-1919) e Walter Benjamin (1892-1940), enquanto Roberval dos Santos revisa as principais teses de Louis Althusser e discute sua última contribuição intelectual, o materialismo do encontro. Por último, João Leonardo Medeiros e Rômulo André Lima analisam o fenômeno dos reality shows, em particular o Big Brother. O artigo articula o atual desenvolvimento capitalista com as formas e conteúdos assumidos pelas manifestações culturais contemporâneas, entendendo que estas expressam “formas de consciências condizentes e necessárias” à reprodução social.


FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2012
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-18


Sumário

Apresentação
IVANA JINKINGS e FLÁVIO AGUIAR

ENTREVISTA
Leonardo Boff
EMIR SADER e MICHAEL LÖWY


DOSSIÊ: NOVA ERA DE PRECARIZAÇÃO ESTRUTURAL DO TRABALHO?
O walmartismo no trabalho no início do século XXI
PIETRO BASSO

Trabalhadores precários: o exemplo emblemático de Portugal
GIOVANNI ALVES e DORA FONSECA

A metamorfose da precarização social do trabalho no Brasil
GRAÇA DRUCK

A corrosão do trabalho e a precarização estrutural
RICARDO ANTUNES


ARTIGOS
História, produção e método na “Introdução” de 1857
MARCELLO MUSTO

A exumação de Louis Althusser
ROBERVAL DE JESUS LEONE DOS SANTOS

Rememoração revolucionária
FABIO MASCARO QUERIDO

Capital, o Big Brother
JOÃO LEONARDO MEDEIROS E RÔMULO ANDRÉ LIMA

HOMENAGEM
O Ben Bella revolucionário que conheci
GUILLERMO ALMEYRA


RESENHA
Literatura e política
CARLOS EDUARDO J. MACHADO

NOTAS DE LEITURA

O debate sobre Deus: razão, fé e revolução
MOZART SILVANO PEREIRA

Vivendo no fim dos tempos
KIM DORIA

Globalização, dependência e neoliberalismo na América Latina
MATHIAS SEIBEL LUCE


POESIA
Um pinheiro
HEINRICH HEINE



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A hipótese comunista

Autor: Alain Badiou.



A “hipótese comunista”, conceito formulado pelo filósofo, dramaturgo e militante francês Alain Badiou, inspira uma obra homônima sobre a revitalização do comunismo e um novo programa para a esquerda, lançada agora pela Boitempo. Desde 2008, quando foi exposto pela primeira vez em um artigo da New Left Review, o termo vem sendo adotado e discutido por uma ampla gama de pensadores, como Slavoj Žižek, Jacques Rancière, Michael Hardt, Antonio Negri e Terry Eagleton.

Considerado um dos principais filósofos de nosso século, Badiou parte da reflexão sobre a noção de fracasso do comunismo ¬–¬ enunciado negativo amplamente disseminado pela “nova filosofia” ocidental a partir da década de 1970 – para defender a sua retomada. Badiou vê o fracasso como uma trajetória, e não como o fim de uma experiência histórica.

Sua convicção se esclarece com uma comparação científica: o “teorema de Fermat” foi por três séculos um problema matemático não resolvido, que assumiu a forma de uma hipótese. Houve inúmeras tentativas de justificação, de longo alcance, que não conseguiram resolver o problema em si. “Mas foi fundamental que a hipótese não tenha sido abandonada durante os três séculos em que foi impossível demonstrá-la. A fecundidade desses fracassos, de sua análise, de suas consequências, estimulou a vida matemática. Nesse sentido, o fracasso, desde que não provoque o abandono da hipótese, é apenas a história da justificação dessa hipótese”, afirma no prefácio.

Neste volume, além de um artigo sobre Maio de 1968 e outro sobre as lições da Comuna de Paris, o leitor encontrará o pensamento de Badiou sobre a Revolução Cultural Chinesa e sobre seu mestre na política, Mao Tsé-Tung. Analisando detalhadamente esses três momentos, o autor sustenta que os aparentes fracassos de acontecimentos profundamente ligados à hipótese comunista foram e ainda são etapas de sua história, defende o retorno da palavra “comunismo” e, com ela, da hipótese geral que envolve seus processos políticos efetivos. A posição da palavra, no entanto, não pode mais ser a de adjetivo, como em “partido comunista” ou “regimes comunistas”. Segundo o filósofo, a forma partido, assim como a de Estado socialista, é inadequada para garantir a sustentação real da Ideia. Novas formas políticas, que se referem a uma política sem partido, foram e ainda são experimentadas.


FICHA DO LIVRO

Título: A hipótese comunista
Autor: Alain Badiou

Editora: Boitempo
Ano: 2012
Páginas: 152
Peso: 200 g

Gênero: Filosofia - Marxismo - Socialismo
 
ISBN: 978-85-7559-194-9


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Nova classe média?

 

 Presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann lança, pela Boitempo, um estudo sobre a mobilidade na base da pirâmide social brasileira durante o início do século XXI. Nova classe média? analisa as recentes transformações na sociedade e refuta a idéia de surgimento de uma nova classe no País, muito menos a de uma nova classe média.

O resgate da condição de pobreza e o aumento do padrão de consumo, afirma Pochmann, não tiram a maioria da população emergente da classe trabalhadora. Para ele é preciso a politização classista do fenômeno para aprofundar a transformação da estrutura social, sem a qual a massa popular em emergência ganha um caráter predominantemente mercadológico, individualista e conformista sobre a natureza e a dinâmica das mudanças socioeconômicas no Brasil.

Pochmann faz nesse livro “uma reflexão sobre transformações recentes ocorridas no país, com a volta do crescimento econômico, e as características das ocupações e das relações de trabalho na base da pirâmide social. E em cada um dos capítulos, defende pontos de vistas que não são consensuais entre os especialistas, o que torna ainda mais importante a sua leitura”, afirma José Dari Krein, professor do Instituto de Economia da Unicamp e autor do texto de orelha. Em contraposição à visão predominante, que busca explicar o atual processo pela emergência de uma nova classe média, o livro mostra que, apesar dos avanços recentes, a dinâmica das ocupações e do rendimento requer algo mais do que a inserção das pessoas no mercado de consumo.

A análise dos dados mais recentes mostra que a melhora dos indicadores na distribuição da renda do trabalho e de seu aumento na participação da riqueza gerada concentra-se, fundamentalmente, na base da pirâmide social, o que revela também os seus limites. O economista aponta que no Brasil as ocupações formais cresceram fortemente durante a primeira década de 2000, especialmente nos setores que têm uma remuneração muito próxima ao salário mínimo: 94% das vagas criadas entre 2004 e 2010 foram de até 1,5 salário mínimo. Juntamente com as políticas de apoio às rendas na base da pirâmide social brasileira, como elevação do valor real do salário mínimo e massificação da transferência de renda, houve o fortalecimento das classes populares assentadas no trabalho.



FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 128
Peso: 175 g


ISBN: 978-85-7559-245-8


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Educação infantil e registro de práticas





 
  O livro procura evidenciar as possibilidades da prática do registro no processo de formação contínua e em serviço de educadores, lançando luz sobre a importância da narrativa como espaço de construção de memória, identidade, autoria e produção de conhecimento. Traz à tona a perspectiva dos professores como produtores de saberes e a experiência – tomada, ao mesmo tempo, como objetivo e fundamento da reflexão – como palco do desenvolvimento profissional do educador. A obra constitui um incentivo os educadores que já registram ou desejam registrar suas práticas e aos profissionais da educação que exercem a mediação pedagógica em programas de formação de educadores.             


Acesse: http://pueblolivraria.com.br
    
FICHA DO LIVRO
Peso: 300 g 

ISBN:  9788524915468


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