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Casa-Grande e Senzala

Autor: Gilberto Freyre.

 Edição Crítica.


 Casa-grande & senzala, publicada em 1933, é a obra principal de Gilberto Freyre e um texto decisivo para o entendimento da identidade do Brasil moderno, abordando o tema racial a partir da perspectiva da antropologia cultural. 

SUMÁRIO
I. Introduçao Manuel Bandeira, Joao Cabral de Melo Neto, Carlos Drummond de Andrade, eduardo Portella, Guillermo Guicci, Enrique Rodríguez Larreta, Edson Nery da Fonseca, Carmen da Matta;
II. O Texto Casa-grande e senzala, por Gilberto Freyre (Estabelecimento de texto, Carmen da Matta e Wendell Setúbal);
III. Cronologia Estabelecida por Edson Nery da Fonseca;
IV. História do texto Gilberto Freyre, Enrique Rodríguez Larreta, Guillermo Giucci, Ria Lemaire;
V. Leituras do texto Geraldo Gomes, Ronaldo Vainfas, Peter Burke, Elide Rugai Bastos, Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke, Antonio Dimas, Edson Nery da Fonseca, Maria Alice Rezende de Carvalho, Stuart B. Schwartz;
VI. Dossiê da obra Guillermo Giucci, Enrique Rodríguez Larreta e Edson Nery da Fonseca;
VII. Bibliografia


FICHA DO LIVRO



Editora: Unesco
Páginas:  1262
Detalhes: Capa dura; Edição ilusrada.
Ano: 2002


ISBN: 8489666644



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Trilogia da História da Sexualidade - Michel Foucault


História da Sexualidade - Vol. 1 - A vontade se saber.
A sexualidade tem sido bruscamente censurada, reprimida pela sociedade, depois de ter vivido em liberdade de palavras e atos? Segundo Foucault, a sociedade capitalista não obrigou o sexo a esconder-se. Ao contrário, desde o século XVI e principalmente a partir do último século, o sexo foi incitado a se confessar, a se manifestar. É justamente o poder que nos convida a enunciar nossa sexualidade por meio das diversas instituições e saberes, como peça essencial de uma estratégia de controle do indivíduo e da população, que é característica da sociedade moderna.


História da Sexualidade - Vol. 2 - O uso dos prazeres.

Neste volume, Foucault realiza uma interpretação das concepções sobre a sexualidade na Grécia clássica, com base nos textos de seus dramaturgos, historiadores e filósofos. Ele analisa como se formou o "homem do desejo" e coloca importantes questões sobre a formação da moral. Demonstra também que a moral na Antiguidade nada tinha a ver com a maldição da carne preconizada pelo Cristianismo. 


História da Sexualidade - Vol. 3 - O cuidado de si.

Foucault vai até a Antiguidade clássica, do império greco-romano, durante os dois primeiros séculos de nossa era, para investigar as reflexões morais sobre o sexo, a relação com o precursor da moral cristã - o prazer sobre profundas alterações, ganhando força o ideal de suportar a privação do sexo, limitando-se seu uso ao casamento e à procriação.



FICHA DO LIVRO



Editora: Graal
  
Gênero: Filosofia - Gênero




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Poemóbiles

Autores: Augusto de Campos e Julio Plaza.

No Brasil, a experiência de livros-objeto nasce nitidamente do encontro entre poetas e artistas visuais nos períodos Concreto e Neoconcreto (final dos anos 50 e começo dos anos 60). A poesia concreta foi fundamental para sublinhar aspectos formais e sonoros das palavras, fazendo com que se descolassem da sintaxe tradicional, inventando uma outra sintaxe poética-visual para o texto. Como desdobramento das ideias desse período, os livros-objeto de Augusto de Campos e Julio Plaza são excelentes exemplos.

Objetos-poemas tridimensionais que se moviam à manipulação, POEMÓBILES é o resultado de uma parceria — das mais inovadoras e de fundamental importância para as artes gráficas e suas relações com a poesia no Brasil — entre o poeta Augusto de Campos e o artista e teórico Julio Plaza.

Caixa com 12 poemóbiles.

Acesse: http://pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO

Título: Poemóbiles
Autores: Augusto de Campos e Julio Plaza

Editora: Demônio Negro

Gênero: Poesia - Literatura Brasileira

Sobre os autores: AUGUSTO DE CAMPOS (São Paulo, 1931) é poeta, tradutor, ensaísta e um dos criadores da poesia concreta. Sua principal produção poética está reunida em VIVA VAIA (1979), DESPOESIA (1994), NÃO (2003). Em colaboração com Julio Plaza publicou também CAIXA PRETA (1975), REDUCHAMP (1976/2009).

JULIO PLAZA (Madrid, 1938 - São Paulo, 2003), artista multimédia, pesquisador de meios eletrônicos, exposições em diversos países autor de livros de artista, pesquisado/ em tradução intersemiótica. Autor de JULIO PLAZA-OBJETOS (1969), POÉTICA-POLÍTICA (1976), ARTE E VIDEOTEXTO (XVII bienal de São Paulo), V-IDEOGRAFIA EM VIDEOTEXTO (1983) sobre tradução intersemiótica (1985).
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Matéria gráfica: ideia e imagem

Autora: Jacqueline Aronis.

Matéria gráfica: ideia e imagem é um livro de artista. Trata-se da tese de doutorado da gravurista Jacqueline Aronis na ECA-USP sob orientação de Evandro Carlos Jardim, é uma reflexão da autora sobre seu trabalho. Jacqueline concebeu também todo o projeto gráfico da obra, que contém desenhos em páginas duplas que se desdobram em paisagens imaginadas/sonhadas e uma conversa sobre arte e gravura entre Jacqueline Aronis e Leon Kossovitch. A edição limitada de 120 exemplares foi realizada pela Annablume e cada exemplar é acompanhado de uma gravura original assinada pela artista.

Jacqueline Aronis, artista plástica, é doutora em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Fez Curso de Especialização em Gravura no Programa de Pós-Graduação da Slade School of Fine Art, University College London, Inglaterra.

Principais exposições: Brazilian Printmaking Pratt Institute, Nova York, EUA; Grabadores Brasilleños Contemporáneos, IAGO, Oaxaca, México; Graphik, G.E.B., Berlim, Alemanha; Galeria Gravura Brasileira, São Paulo; Gravura Jovem, MAC-USP, São Paulo.

Acesse: http://pueblolivraria.com.br


FICHA DO LIVRO


Título: Matéria gráfica: ideia e imagem
Autora: Jacqueline Aronis

Editora: Annablume
Páginas: 192
Formato: 15x22,5 cm

Gênero: Arte

ISBN: 978-85-391-0110-8
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Coleção Questão Agrária no Brasil - 5 volumes

Autor: Vários Autores.



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FICHA DOS LIVROS

A Questão Agrária no Brasil - vol 1 - O debate tradicional: 1500-1960
Autor: João Pedro Stédile (Org).

Neste volume, reunimos os principais pensadores que, de certa forma, debateram a questão agrária na década de 1960, aglutinados em quatro vertentes do pensamento crítico. A primeira vertente é a corrente de pensamento hegemonizada pelo PCB: Nelson Werneck Sodré, Alberto Passos Guimarães e Moisés Vinhas;
A segunda foi a corrente dissidente, representada pelas teses de Caio Prado Júnior.
A terceira corrente foi a "escola cepalina": Celso Furtado e Ignácio Rangel.
Por último, uma quarta vertente que, do ponto de vista da interpretação, era semelhante e sofria influências da "escola cepalina", mas, do ponto de vista político, estava articulada na chamada esquerda do PTB: Paulo Schilling.


Editora: Expressão Popular. Páginas: 304. Gênero: Questão Agrária. ISBN: 85-87394-68-1.



A Questão Agrária no Brasil - vol 2 - O debate na esquerda: 1960-1980
Autor: João Pedro Stédile (Org).

Este livro, o segundo volume da coleção, complementa as análises sobre a natureza da questão agrária desde o período colonial até a década de 1960. São textos que podem ser considerados as reflexões de pensadores no campo da esquerda: Andre Gunder Frank que foi o primeiro, numa perspectiva marxista clássica, a fazer uma crítica às teses do PCB da existência do feudalismo na agricultura brasileira;
Ruy Mauro Marini, um dos pensadores e elaboradores da teoria da dependência, critica o fato de Caio Prado esperar que as relações sociais capitalistas se estendessem por toda a agricultura e que a questão da terra fosse resolvida antes pelo capitalismo;
Paulo Wright une teoria e ação política. Revela o esforço teórico que era feito na época, mesmo nas piores condições de clandestinidade e de luta política para o fortalecimento da organização camponesa;
Octavio Ianni descreve as novas relações sociais existentes na agricultura brasileira e demonstra como o capitalismo predominava.
Jacob Gorender sepulta qualquer interpretação feudal e constrói um novo conceito de interpretação da existência de um modo de produção colonial, capitalista, baseado na organização das fazendas em plantation;
Mário Maestri, em seu ensaio, explica como foi a formação do campesinato brasileiro, do ponto de vista do modo de produção, a partir da falência da plantation e do modelo agroexportador escravocrata.
Por último, um texto que foi a ponte entre o passado anterior à ditadura militar de 1964 e os anos de 1980: "A Igreja e os problemas da terra no Brasil" é uma contribuição à interpretação da realidade agrária brasileira e suas relações sociais e de produção.


Editora: Expressão Popular. Páginas: 320. Gênero: Questão Agrária. ISBN: 85-87394-72-X


A Questão Agrária no Brasil - vol 3 - Programas de reforma agrária: 1946-2003Autor: João Pedro Stédile (Org.)

Este volume, terceiro da coleção, é uma coletânea dos diversos projetos e programas políticos que setores sociais, classes e partidos políticos ofereceram à sociedade brasileira, como interpretação e solução do problema agrário.
A primeira manifestação real a concluir que o Brasil tinha um grande problema agrário foi realizada pelo PCB, na Constituinte de 1946, e defendida por Luiz Carlos Prestes. Depois, a manifestação programática da igreja católica em defesa da reforma agrária, a partir de uma ótica conservadora, foi feita pelo bispo mineiro de Campana, em 1950. Nos anos de 1960, tivemos o florescimento de inúmeros programas e teses políticas em defesa da reforma agrária.
Reproduzimos os principais documentos. Do PTB de Coutinho Cavalcanti ao de Leonel Brizola; das iniciativas do governo Goulart, até o golpe militar, que produziu a primeira lei de reforma agrária: o Estatuto da Terra, de 1964. O debate só foi retomado com o processo de redemocratização do país, quando a Contag, em 1979, aprova teses críticas ao governo militar e se retoma o debate da reforma agrária. Seguiu-se o surgimento dos novos movimentos sociais no campo, entre eles o MST; Entre outros textos.

Editora: Expressão Popular. Páginas: 240. Gênero: Questão Agrária. ISBN: 85-87394-71-1.

A Questão Agrária no Brasil - vol 4 - História e natureza das Ligas Camponesas – 1954-64
João Pedro Stédile (Org)

Este livro, o volume IV da coleção "A questão agrária no Brasil", faz uma homenagem às Ligas Camponesas, que foi o principal movimento das massas camponesas de 1954 a 1964 no Brasil. Primeiramente, destacamos o trabalho realizado por Clodomir Santos de Morais, em cuja bagagem vamos encontrar a experiência de sua prática política, como líder que foi das Ligas.
Em seguida, temos um texto da historiadora e socióloga, professora Bernardete W. Aued, que examina, com distanciamento e com base em pesquisas, o que foi esse movimento social, suas contradições internas e as influências que recebeu.
O terceiro texto é de Joseph A. Page, conhecido estudioso de assuntos brasileiros, escrito alguns anos após o desfecho golpe militar/destruição das Ligas, que teve o mérito de contextualizar, em termos socioeconômicos, o que esse "fenômeno" representou no período.
Por último, um recente trabalho (de 2004) do jornalista pernambucano Vandeck Santiago, que, estimulado pela repercussão que a herança histórica das Ligas Camponesas ainda provoca no Nordeste, mesmo quatro décadas após sua destruição, interpretou, com olhos do século 21, o que representaram e representam essas lutas, ajudando-nos a compreender a sua importância.
Nos Anexos, vamos encontrar alguns documentos históricos, como o estatuto das Ligas e textos publicados no jornal "A Liga", que serviam basicamente para seus quadros e seus apoiadores na cidade.


Editora: Expressão Popular. Páginas: 244. Gênero: Questão Agrária. ISBN: 85-87394-78-9.

A Questão Agrária no Brasil - vol 5 - A classe dominante agrária: natureza e comportamento – 1964-1980
Autora: Sonia Regina de Mendonça.


Este volume que ora apresentamos, da coleção que pretende recuperar a história da questão agrária no Brasil, nos traz um estudo sobre as classes dominantes no meio rural brasileiro. De autoria da professora Sônia Regina Mendonça, especialista no assunto, este excelente texto analisa o comportamento dessas classes num período especial - de 1964 a 1990 - quando será implantada, por meio de um golpe, a ditadura militar e quando os movimentos camponeses serão derrotados em sua confrontação desproporcional com essa ditadura. Um profundo estudo sobre a natureza e o comportamento das principais organizações políticas da classe dominante no meio rural, como a SNA – Sociedade Nacional de Agricultura, a SRB – Sociedade Rural Brasileira e, especialmente, a UDR – União Democrática Ruralista, e seus representantes. A autora analisa também as relações promíscuas entre as classes dominantes e o Estado brasileiro, particularmente no que se refere a sua influência nos rumos da política agrária e agrícola.


Editora: Expressão Popular. Páginas: 208. Gênero: Questão Agrária. ISBN: 85-87394-79-7
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