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A violência e o sagrado

Autor: René Girard.





 Analisando as principais concepções sobre as origens da civilização, Girard concentra suas reflexões no que considera ser os eventos primordiais do processo civilizatório. Destacando o papel da violência fundadora, apresenta uma nova teoria do sagrado, que permite um reexame dos temas místicos e ritualísticos. O autor cumpre um percurso que transita por uma luminosa releitura dos trágicos gregos e das principais interpretações, como a psicanálise, que tem buscado uma explicação global das primeiras instituições sociais e culturais da humanidade.


Tradução de Martha Gambini.



Acesse: www.pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO

Título: A violência e o sagrado
Autor: René Girard

Editora: Paz e Terra
Edição: 1ª
Ano: 2008
Páginas: 410
Formato: 14x21cm

Peso: 400 g

Gênero: Filosofia - Antropologia - Religião - Psicologia

ISBN: 9788521903154


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Ciência e fé




    Os textos presentes no livro formam um dossiê sobre as relações entre a ciência da Natureza e a revelação bíblica, interpretada dentro da tradição católica no contexto do século XVII. Tratam-se de quatro cartas e três anotações, todas de Galileu, às quais foram acrescentados a carta do cardeal Belarmino ao Pe. Paolo Foscarini e o decreto de suspensão, isto é, de proibição até que fossem corrigidas, das Revoluções dos orbes celestes pela Congregação do Índice. O objetivo dessa compilação das cartas é situar sumariamente os documentos referidos no seu contexto imediato e relembrar de modo breve um ou outro aspecto da postura galileana na questão em pauta.


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FICHA DO LIVRO

Título: Ciência e fé

Editora: Unesp
Páginas: 141
Edição: 2ª
Ano: 2009
Peso: 194g

Gênero: Ciências - Religião

ISBN: 9788571399396


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Jongueiros do Tamandaré


 Devoção, memória e identidade social no ritual do jongo em Guaratinguetá-SP.

  A abordagem dos mecanismos pelos quais a prática do jongo se mantém, ao mesmo tempo em que se desenvolve e é constitutiva das relações internas aos sujeitos praticantes e também de suas relações estabelecidas com a sociedade mais ampla é realizada pelo autor no presente livro. Visando aprofundar o conhecimento desta prática, Wilson Rogério Penteado Júnior analisa nas ações e falas reveladoras dos jongueiros do Tamandaré o que o jongo praticado por eles diz a eles próprios e o que tem a nos dizer. Esta pesquisa que agora torna-se livro, foi vencedora do prêmio Silvio Romero (2006), sendo premiada no Concurso Nacional de Pesquisas sobre Cultura Popular, promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional –IPHAN e Ministério da Cultura – MinC.


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FICHA DO LIVRO


Título: Jongueiros do Tamandaré
Autor: Wilson Rogério Penteado Júnior


Editora: Annablume  

Páginas: 270


Gênero: Antropologia
Raça e Etnia - Religião - Cultura

ISBN:
978-85-391-0126-9


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Catolicismo Indígena

Autor: Paulo Edson.

 Como as traduções de José de Anchieta para o tupi moldaram o cristianismo do Brasil Colônia.

 Para que a significação do paradigma religioso que os jesuítas tentavam incutir nas sociedades indígenas no Brasil Colônia fosse efetiva, fizeram-se necessárias concessões e permissões de certos modos de viver e pensar dos nativos. As atividades dos soldados de Jesus no além-mar trariam consigo contradições em relação ao poder temporal e dentro da própria Igreja. Os jesuítas introduziram adaptações litúrgicas e até mesmo liberdades doutrinárias para levar os ensinamentos cristãos a sociedades não européias. José de Anchieta, em poucos meses após chegar ao Brasil, aprendeu e dominou completamente a língua tupi e dedicou toda a sua vida em prol da atividade missionária. Uma de suas principais ferramentas de catequização foi a elaboração de um conjunto extenso de obras literárias em tupi, as quais apresentavam aos nativos conceitos espirituais da religião europeia. Este trabalho analisa as estratégias e os processos de tradução operados por Anchieta na complexa tarefa de transmitir verbalmente conceitos abstratos do monoteísmo cristão, estranhos à cultura de uma sociedade que, segundo os missionários, não apresentavam uma crença em forças sobrenaturais.”

FICHA DO LIVRO

 

Editora: Paco Editorial
Páginas: 256
Ano: 2010
Edição: 1ª

Gênero: História - Religião

ISBN: 9788563381392


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Ateísmo e Revolta


  Um estudo sobre um padre ateu e comunista.  

 Paulo Jonas de Lima Piva desvenda a filosofia de Jean Meslier
Movido por um saudável e apaixonado gosto de aventura e pioneirismo, este estudo de Paulo Jonas de Lima Piva sobre o padre Jean Meslier (1664-1729) procura apresentar ao leitor brasileiro um pensador que, marginalizado e desconhecido por muitos, seria um importante precursor de algumas das principais linhas de força do Iluminismo Francês.
Interessado em reencontrar as autênticas origens do conceito de ateísmo e em depurá-lo de mal-entendidos, Piva mostra que, embora pouco sistemática, a filosofia de Meslier é profunda e coerente: desenvolve uma consistente relação entre materialismo e ateísmo, ao mesmo tempo em que faz uma crítica racional da religião (ideal iluminista por excelência) e ainda uma virulenta denúncia de suas espúrias relações com a política. E dessa razão revoltada, julga Piva, emerge um ateísmo humanista, compatível até mesmo com certos princípios cristãos e defensor intransigente dos valores da liberdade e igualdade, o que tornaria Meslier, surpreendentemente, precursor também do comunismo – o primeiro ateu e comunista que o mundo conheceu.
A julgar pela análise de Piva, a filosofia de Meslier, já madura quando surgem Voltaire e Montesquieu e disponível à geração de Rousseau e Diderot, parece dever ser considerada como a mais coerente e radical versão desse ponto de honra iluminista que é a recuperação de uma racionalidade desprovida de comprometimentos religiosos e metafísicos. Eis por que essa filosofia se constitui em capítulo indispensável da história do ateísmo e de suas relações com o materialismo. Eis por que também, julga Piva, é preciso dar a esse padre ateu a devida cidadania filosófica.

FICHA DO LIVRO


Título: Ateísmo e Revolta
Autor: Paulo Jonas de Lima Piva

Editora: Alameda Editorial
Páginas: 336
Peso: 400 g

Gênero: História - Religião

ISBN:
85-98325-26-0
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A Águia e a Cruz


 O Império Romano frente ao Cristianismo dos séculos I e II D.C.

  Como os cristãos eram vistos pelos romanos? No que diz respeito à religião os romanos suspeitavam de inovações e identificavam os cristãos como uma superstição, e como tal, era uma prática que afastava as pessoas da sociedade e que não usava a inteligência para pensar sobre os deuses. Para combater esta visão, as imagens distorcidas dos romanos e objetivando estabelecer a identidade cristã, os apologistas cristãos se esmeraram na elaboração de seus escritos. Seguindo pistas, como as expostas acima, este livro analisa a existência de uma identidade cristã no final do século I e início do século II d.C., a visão que os romanos tinham dos cristãos no mesmo período e o surgimento de um precedente para uma legislação anticristã nos séculos posteriores.




FICHA DO LIVRO


Editora: Paco Editorial
Páginas: 224
Ano: 2011

Formato: 16 x 23 cm 


GêneroHistória - Religião

ISBN: 99788563381507

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Vovó Nagô e Papai Branco



  Usos e abusos da África no Brasil.
 Neste livro desmistificador, polêmico e iconoclasta, a autora mostra que a configuração das religiões afro-brasileiras se dá no confronto das posições ideológicas dos vários atores sociais: senhores, escravos, políticos, policiais, poderosos homens de negócio, padres, pais e mães-de-santo, psiquiatras etc.

Obs: Livro da primeira edição, de 1988. Apresenta sinais de envelhecimento.



FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Páginas: 262
Ano: 1988
Peso: 300 g



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Guerra em Nome de Deus

Uma Análise Crítica de Destis Mendi de Saade José de Anchieta

O poema De gestis Mendi Saa, Sobre os feitos de Mem de Sá, mesmo permanecendo quase esquecido nas gavetas da cultura popular, sempre existiu causando polêmica em dois dos principais aspectos de uma obra: autoria e conteúdo. Autoria porque persistem, mesmo com a palavra unânime dos especialistas, dúvidas quanto ao fato do texto ter sido atribuído ao padre José de Anchieta. Conteúdo porque o texto revela, mesmo que não de forma declarada, a imposição da religião católica e dos costumes europeus, exaltados nos feitos do administrador da colônia Mem de Sá, sobre a cultura indígena do Brasil do século XVI. Tendo em mente tais aspectos conflitantes, Douglas S. Miranda traz uma abordagem crítica do poema mostrando como as ideias ali contidas têm suas raízes totalmente fincadas nos dogmas e doutrinas da igreja de Roma. Essa, aliás, tida como a mais correta e verdadeira das crenças. Afinal, como é possível acreditar na existência de vários deuses? Deus é único. Por que se opor ao ensino da catequese? A religião deve ser levada ao seio do povo. Baseados no ideal de disseminação da religião, o poema de Anchieta revela, também, como os jesuítas abandonam, aos poucos, diante da resistência dos povos indígenas, a ideia de uma conversão pacífica ao cristianismo. O que a história relata, em seguida, é uma sucessão de conflitos pela imposição de uma salvação para quem não se sentia de fato condenado. A guerra em nome de Deus não pretende, contudo, qualquer julgamento ou polêmica que manche a memória de José de Anchieta como importante figura da história nacional: a obra possibilita, ao reconhecer Anchieta como um homem de seu tempo, retratar a ideologia que conduzia o Brasil colonizado. Em suma, uma outra alternativa para entender, hoje, nossa história e nossa ideologia.


FICHA DO LIVRO

 

Editora: Paco Editorial
Páginas: 188
Ano: 2011
Edição: 1ª

Gênero: História - Religião

ISBN: 97
88563381606
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A Formação do Candomblé

Autor: Luis Nicolau Parés

História e ritual da nação jeje na Bahia


  Reconstruindo a trajetória dos povos jejes, o autor discute aspectos importantes da formação de identidades étnicas dos africanos na diáspora, mostrando como os cultos aos voduns dos jejes forneceram as bases para a formação do candomblé baiano. A narrativa cruza elementos da história e da antropologia, caminhando da África para o Brasil e do passado para o presente, numa escrita densa e envolvente.



FICHA DO LIVRO


Editora: Unicamp
Edição:2ª Edição
Ano: 2007
Páginas:392
Formato: 16x23cm
Peso: 600 gramas

Gênero: História, Religião

ISBN:  978-85-268-0773-0
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