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Cartas do Cárcere - Vol. I - 1926-1930

Autores: Antonio Gramsci.

Edição de Carlos Nelson Coutinho e Luiz Sérgio Henriques

 Falou-se, a propósito das Cartas do cárcere, de "romance de formação e de "moderno breviário para os leigos". Enquanto o homem prepondera nas Cartas, nos Cadernos destaca-se o pensador. Mas a complementaridade das duas obras é completa e se revela em perfeita consonância com as concepções de Gramsci. É evidente que várias indicações essenciais contidas nas Cartas não teriam desenvolvimento sem os Cadernos. Por outro lado, sobretudo depois que foi publicada a edição crítica destes últimos, o aprofundamento da elaboração teórica de Gramsci não pode prescindir do estudo rigoroso das Cartas do Cárcere, introdução insubstituível a um pensamento que não se quer "desenvarnado". [Por Antonio A. Santucci].

Acesse: http://pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO

Título: Cartas do Cárcere - Vol. I - 1926-1930
Autores: Antonio Gramsci


Editora: Civilização Brasileira
Ano
: 2005
Páginas: 478

Gênero: Ciências Sociais - Sociologia - Filosofia
ISBN: 85-200-0692-2
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Manuscritos Econômico-Filosóficos

Autores: Karl Marx.

 "Quando estive em Moscou em 1930, Riazanov me mostrou os textos escritos por Marx em Paris, em 1844. A leitura desses Manuscritos mudou toda a minha relação com o marxismo e transformou minha perspectiva filosófica."
Georg Lukács

Com tradução, introdução e notas de Jesus Ranieri e uma cronologia da vida de Karl Marx, a Boitempo Editorial está lançando os Manuscritos econômico-filosóficos, dentro do seu projeto de publicar no Brasil a obra completa de Marx, em novas traduções direto do alemão.

Publicados apenas após sua morte, os Manuscritos foram escritos em 1844, quando Marx tinha apenas 26 anos e antes do seu célebre encontro com Engels. Os Manuscritos econômico-filosóficos ou Manuscritos de Paris apresentam a planta fundamental do pensamento de Marx: a concentração de sua filosofia na crítica da economia nacional de Adam Smith, J.B. Say e David Ricardo. Na obra, Marx expõe a discrepância entre moral e economia, denunciando a radicalidade da exploração do homem pela empresa capitalista. Enquanto a reprodução do capital é o único objetivo da produção, o trabalhador ganha apenas para sustentar suas necessidades mais vitais, ou seja, para não morrer e poder continuar produzindo.

O fundamento da teoria da mais-valia, desenvolvida mais tarde em O Capital, já é antecipado nos Manuscritos. O estranhamento do mesmo trabalhador, fazedor de um produto que não lhe pertence, também é esboçado.


FICHA DO LIVRO

Autores: Karl Marx

Editora: Boitempo
Ano
: 2004
Páginas: 176
Peso: 320 g


ISBN: 85-7559-002-2


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México Insurgente

Autor: John Reed.
  No ano do centenário da Revolução Mexicana de 1910, a Boitempo Editorial reedita, com nova tradução, o depoimento mais importante sobre este momento decisivo da história latino-americana. Publicado em 1914, México insurgente foi o primeiro livro do jornalista estadunidense John Reed, que a partir daí ganharia notoriedade como o mais importante correspondente de guerra daquele país.

Então com 26 anos, Reed passou quatro meses no México a serviço de um jornal nova-iorquino, acompanhando de perto a derrubada do ditador Porfirio Días e as rebeliões camponesas que irromperam depois do assassinato do presidente Madero, que tomariam proporções de uma guerra civil. Como aponta na apresentação o historiador Luiz Bernardo Pericás, “camponeses indígenas, pequenos empresários, rancheros, magonistas, zapatistas, villistas, militares, professores, jornalistas, mercenários, soldados, políticos, ladrões, foras da lei e até mesmo donos de terra participavam da grande convulsão social, que tinha diferentes matizes e interesses em jogo”.

De acordo com Pericás, um dos tradutores desta versão, juntamente com Mary Amazonas Barros, a obra constitui um retrato “magistral” das paisagens e do povo mexicano em luta, em especial de Pancho Villa, figura cuja trajetória era completamente distorcida pela mídia dos Estados Unidos. México insurgente foi um dos primeiros livros que Ernesto Che Guevara procurou ler quando chegou ao México, antes mesmo de conhecer Fidel Castro e de se tornar guerrilheiro. O livro o impressionou tanto que anos mais tarde, em 1965, leria novamente a obra, de partida do Congo e antes de seguir sua trajetória que terminaria na Bolívia.

Mesmo tendo sido posteriormente institucionalizada, a Revolução Mexicana representa um dos capítulos mais importantes da história do continente e muitas de suas premissas e bandeiras seguiram inspirando diversos movimentos políticos emancipatórios.


FICHA DO LIVRO

Título: México Insurgente
Autor: John Reed


Editora: Boitempo
Ano
: 2010
Páginas: 335

Gênero: História

ISBN: 978-85-7559-154-3
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Nas Margens da Boiadeira


Territorialidades, espacialidades, técnicas e produções no Noroeste Paulista


  Nas margens da boiadeira: territorialidades, espacialidades tecnicas e produção no Noroeste Paulista é uma coletânia que mostra, com muita clareza, a riqueza das análises locais e regionais empreendidas por um grupo de historiadores e geógrafos. Esses autores, por meio de diferentes objetos, métodos e abordagens teóricas, revelam-nos uma mutiplicidade de aspectos como ocupação histórica, pecuária, questão fundiária, temática urbana-rural, agricultura familiar, economia cafeeira e cadeia produtiva de leite. Todos esses textos convergem para a caracterização da formação socioespacial da região Noroeste de São Paulo.
 

FICHA DO LIVRO


Páginas: 248

Gênero: Geografia

 ISBN: 9788577431557
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Universidade e suas Fronteiras

Autor: Dirceu Benincá (Org).


 Quando se está na "fronteira", são necessários alguns cuidados especiais para evitar processos colonialistas indesejáveis. Por outro lado é absolutamente saudável e enriquecedor estar na fronteira, pois o "lugar" permite estabelcer novas relações, fomentar parcerias e intercâmbios, bem como realizar diferentes intervenções. Estando permanentemente em construção de si própria, a universidade também carrega consigo o desafio de construir conhecimentos, fortalecer a cidadania, promover o desenvolvimento integral e pôr em curso outros mundos possíveis e necessários!
 

FICHA DO LIVRO

Autor: Dirceu Benincá (Org).

Páginas: 196

Gênero: Educação

 ISBN: 9788564421004
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Quilombo, Favela e Periferia


A Longa Busca da Cidadania.

 
Refletindo sobre a segregação espacial e racial em São Paulo, Lourdes Carril mostra as linhas de continuidade no processo capitalista brasileiro que levaram o negro da condição de escravo à sua atual posição social, econômica e territorial. Este traço contínuo da exclusão explica posturas como a do movimento rap, que se pauta por uma espécie de irmandade urbana como estratégia de identidade e sobrevivência.
Quilombo, favela e periferia é uma análise histórica e geográfica da fragmentação que compõe a metrópole e como ela se manifesta em sua diversidade cultural.




FICHA DO LIVRO


Título: Quilombo, Favela e Periferia
Autor: Lourdes Carril  

Editora: Annablume  
Páginas: 258 
Gênero:Ciências Sociais e Questão Urbana  

ISBN: 85-7419-661-4


Sumário sintetizado

Capítulo 1 Quilombo, território e geografia - uma análise teórico-metodológica
Interpretações do quilombo no Brasil
Debates teóricos sobre as formas de resistência do negro
Estudos sobre quilombos no Brasil contemporâneo
Formação territorial, metropolização e segregação espacial e racial
Quilombo, território e geografia

Capítulo 2 O negro em São Paulo: da senzala à periferia
O escravo em São Paulo
A cidade de São Paulo, territórios e desigualdades em fins do século XIX
A horizontalização da cidade de São Paulo e o padrão periférico
Segregação socioespacial e racial: periferia ou gueto?

Capítulo 3 A hiperperiferia de Capão Redondo: um caso de segregação socioespacial e racial
A zona sul e o Capão Redondo
A história de colônia alemã de Santo Amaro
Capão Redondo: periferia e bairro dormitório
A hiperperiferia de Capão Redondo

Capítulo 4 Usos do território e usos da cultura
A volência urbana e o retorno das classes perigosas
A cor e a violência
Hip-hop do global ao local
O quilombo urbano e as representações sociais

Capítulo 5 Territorialidades quilombolas: quilombo, favela e periferia
Estado, sociedade e território no Brasil
Quilombos e formação territorial brasileira
Territorialidades quilombolas: quilombo, favela e periferia
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Labirintos Brasileiros


Em Labirintos Brasileiros, encontram-se versões corrigidas e atualizadas de textos escritos para revistas, catálogos, congressos e colóquios científicos realizados em Ouro Preto, São Paulo, Lisboa e Montevideu, anos depois da decisiva colaboração do autor nos grandes projetos editoriais de José Mattoso, Francisco Bethencourt e Kirti Chaudhuri, que tanto renovaram as possibilidades de diálogo historiográfico no mundo de língua portuguesa.


FICHA DO LIVRO


Título: Labirintos Brasileiros
Autor: Joaquim Romero Magalhães

Editora: Alameda Editorial
Páginas: 236

Gênero: História

ISBN: 978-85-7939-038-8

Sobre o autor: Joaquim Romero Magalhães é licenciado em História, doutor e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra. Professor convidado da École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris (1989 e 1999); da Universidade de São Paulo (1991 e 1997); da Yale University (2003); Sócio correspondente estrangeiro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (2001). Coordenador do vol. 3 da História de Portugal dirigida por José Mattoso. Especialista em história moderna e da expansão portuguesa e do regime republicano em Portugal.
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Lutas de Classes na Alemanha



 Lutas de classes na Alemanha é o nono volume da coleção Marx e Engels, na qual a Boitempo vem publicando a obra dos dois pensadores em traduções inéditas, feitas diretamente do alemão. Com prefácio de Michael Löwy e tradução de Nélio Schneider, esse livro reúne pela primeira vez alguns dos principais textos redigidos por Marx e Engels sobre as lutas de classes na Alemanha – textos que visavam não só interpretar a realidade social e política mas também transformá-la, para retomar a famosa Tese XI sobre Feuerbach.

Os documentos incluídos nesse pequeno volume – “Glosas críticas ao artigo ‘O rei da Prússia e a reforma social. De um prussiano’”; “Reivindicações do Partido Comunista da Alemanha” e “Mensagem do Comitê Central à Liga [dos Comunistas]” – são bastante distintos, mas se caracterizam todos por uma formidável lucidez política. O fio condutor dos três é o mesmo: a luta de classes na Alemanha entre explorados e exploradores, oprimidos e opressores, a dialética entre revolução social e política.

O livro é composto de textos raramente publicados, selecionados com o auxílio do filósofo Michael Löwy e nunca antes reunidos em uma mesma edição. A exemplo da obra Lutas de classes na França: 1848 a 1850, no qual Marx reuniu escritos sobre os combates franceses, esse volume contempla análises suas e de Engels acerca da experiência alemã. São textos produzidos no calor da hora, conclamando os leitores de então a participar ativamente das transformações sociais em curso, e foram escritos por Marx e Engels na juventude, quando ambos contavam com 25 a 30 e poucos anos.


FICHA DO LIVRO

Título: Lutas de Classes na Alemanha
Autor: Karl Marx
e Friedrich Engels

Editora: Boitempo
Ano
: 2011
Páginas: 176

Peso: 160 g

Gênero: Ciências Sociais - História - Marxismo

ISBN: 978-85-7559-149-9



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Sobre a Questão Judaica

Autor: Karl Marx.

 Em um de seus mais notáveis livros, Sobre a questão judaica, Karl Marx realiza reflexões sobre as condições dos judeus alemães em meados do século XIX e estabelece propostas para a solução de suas questões concretas. Mais do que a análise de uma conjuntura específica, esta obra traduz a passagem definitiva de Marx para o materialismo histórico e o comunismo, se tornando assim uma leitura fundamental para a apropriação de seu legado.

Neste ensaio, Marx critica a teorização sobre a tentativa de emancipação política por parte dos judeus na Prússia realizada em dois estudos de autoria de outro jovem hegeliano, Bruno Bauer – cuja produção serve de base para Marx realizar sua própria análise dos direitos liberais (os dois estudos de Bauer estão disponíveis no blog da Boitempo: www.boitempoeditorial.wordpress.com). Publicado em Paris no ano de 1844, no único número dos Anais Franco-Alemães, o texto reflete sobre a incapacidade de Hegel para resolver a questão da relação da sociedade civil burguesa com o Estado.

A obra marca, assim, um momento crucial da mudança intelectual e política de Marx que desembocaria na sua teorização sobre a luta de classes e a revolução permanente. O livro reúne ainda cartas trocadas por Marx e Arnold Ruge, publicadas nos Anais, além de um prefácio e um ensaio do filósofo francês Daniel Bensaid, recentemente falecido, que atualizam a discussão a respeito da “questão judaica” e suas reflexões, discutindo com profundidade questões teóricas apontadas por Marx e também elucidando polêmicas, rejeitando por exemplo os vestígios de “anti-semitismo” ou “totalitarismo” encontrados por alguns nesta obra.

FICHA DO LIVRO

Título: Sobre a Questão Judaica
Autor: Karl Marx 


Editora: Boitempo
Ano
: 2010
Páginas: 144

Peso: 250 g

Gênero: Filosofia - Marxismo

ISBN: 978-85-7559-144-4



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Banca Livraria Popular no VI Simpósio Questao Agraria e 1° Forum de Saúde do Trabalhador na Agroindustria Canavieira

Aproveite a Banca Livraria Popular 
em Franca-SP.

Entre os dias 26 e 28 de abril de 2011, estaremos com nossa banquinha no IV Simpósio Questão Agrária e 1º Fórum de Saúde do Trabalhador na Agroindústria Canavieira, que ocorrerá em Franca-SP.

Estarão em exposição livros da editora Expressão Popular que possui em seu catálogo edições com preços entre R$ 3,00 e 30,00.

Também estaremos com livros das editoras Boitempo, Alameda, Paz e Terra, Annablume, Cortez, Graal, Edunioeste, Xamã e Deriva.

O Evento ocorrerá na Unesp - Campus Franca. Localizado na Av. Eufrásia Monteiro Petráglia, n. 900
Jardim Dr. Antonio Petráglia. Franca, São Paulo.


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O 18 de brumário de Luís Bonaparte

Autor: Karl Marx.

 Décimo título da coleção Marx-Engels da Boitempo Editorial, O 18 de brumário de Luís Bonaparte traz a célebre análise de Karl Marx sobre o processo que levou da Revolução de 1848 para o golpe de Estado de 1851 na França. Escrito no calor dos fatos, entre dezembro de 1851 e fevereiro de 1852, teve sua primeira publicação em maio de 1852, com o título Der 18te Brumaire des Louis Napoleon, na estreia da revista alemã Die Revolution. A tradução brasileira tem por base a segunda edição, revisada por Marx em 1869, em Hamburgo.

Nesse texto fundamental, o filósofo desenvolve o estudo do papel da luta de classes como força motriz da história e aprofunda a teoria do Estado, sobretudo demonstrando que todas as revoluções burguesas apenas aperfeiçoaram a máquina estatal para oprimir as classes. Embasado por essa observação, Marx propõe, pela primeira vez, a tese de que o proletariado não deve assumir o aparato existente, mas desmanchá-lo.

A publicação de O 18 de brumário de Luís Bonaparte é também enriquecida com um texto de Herbert Marcuse inédito em português, escrito para a edição de 1965 da editora Insel (Frankfurt).

FICHA DO LIVRO

Título: O 18 de brumário de Luís Bonaparte
Autor: Karl Marx 


Editora: Boitempo
Ano
: 2011
Páginas: 176

Peso: 296 g

Gênero: Política - História - Marxismo

ISBN: 978-85-7559-171-0



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Retorno do caracol à sua concha

Autor: Henrique T. Novaes (Org).


 Como deve se equacionar a produção das cooperativas com os imperativos destrutivos do mercado capitalista? Quais são os avanços e recuos nas lutas das fábricas recuperadas / ocupadas, os limites e as possibilidades de desmercantilização num contexto onde tudo se transforma em mercadoria?

 Quais são as relações entre as forças produtivas, as relações sociais de produção e a necessidade do planejamento global numa possível e necessária transição para além do capital?
Estas são algumas das questões centrais presentes neste livro que traz seis textos sobre o tema, explorando especialmente as contribuições diferenciadas de Paul Singer e de István Mészáros.

FICHA DO LIVRO

Título: Retorno do caracol à sua concha
Autor: Henrique T. Novaes (Org).

Editora: Expressão Popular
Páginas: 224

Gênero: Sociologia - Ciências Sociais
ISBN: 9788577431755
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Cultura e Psicanálise


Herbert Marcuse (1898-1979) foi junto com Max Horkheimer e Theodor W. Adorno, um dos expoentes da Escola de Frankfurt e um dos criadores da Teoria Crítica da sociedade - um desenvolvimento inovador da teoria marxista voltado para a análise crítica dos fenômenos culturais do capitalismo tardio. Os ensaios aqui publicados tratam de temas como a função ideológica da cultura e a dominação dos indivíduos pela tecnociência a serviço do capital. O último deles, pela primeira vez publicado no Brasil, inspira-se na psicanálise para rejeitar a noção ocidental de progresso como desenvolvimento das forças produtivas. Esta pequena mas significativa amostra da obra de Marcuse revela um pensador radical, rigoroso e criativo, preocupado em construir uma alternativa política ao mundo mercadoria. 


FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Ano: 2010
Páginas: 126
Formato: 12x17 cm

Gênero: Psicologia - Filosofia

ISBN: 9788577531240

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Pedagogia da Autonomia

Autor: Paulo Freire.

 Saberes necessários à prática educativa.

 Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire é um livro de poucas páginas, mas de uma densidade de idéias pouco vista em qualquer outra de suas obras. Este seu poder de síntese demonstra sua maturidade, lucidez e vontade de, com simplicidade, abordar algumas das questões fundamentais para a formação dos educadores(as), de forma objetiva. Pedagogia da Autonomia não é um livro a mais da extensa obra de Paulo. É o livro que sintetiza a sua pedagogia do oprimido e o engrandece como gente. É o livro-testamento de sua presença no mundo. Ofereceu-se nela por inteiro na sua grandeza e inteireza. 

FICHA DO LIVRO

Autor: Paulo Freire.

Editora: Paz e Terra
Ano: 2011
Edição: 43ª reimpressão
Páginas: 144
Formato: 13.5x28 cm
Peso: 100 g

Gênero: Educação

ISBN: 9788577531639


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Cultura e Política


Roberto Schwarz (1938-) é maior representante da crítica dialética no Brasil. Nestes textos se pode acompanhar a trajetória de intervenções sempre decisivas no debate intelectual. Sob seu crivo, relações entre cultura e política, o peso do influxo externo, a possível contribuição do intelectual estrangeiro, a história do Brasil estruturada na experiência literária, todos esses tópicos cruciais alcançam finalmente poder de revelação. Sua leitura esclarece o que está de fato em jogo a cada episódio da nossa vida cultural. 


FICHA DO LIVRO


Editora: Paz e Terra
Ano: 2009
Edição: 3º
Páginas: 192
Formato: 12x17 cm

Gênero: Letras

ISBN: 8521903936
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Pedro Páramo

Autor: Juan Rulfo.

"Vim a Camola, porque me disseram que aqui vivia meu pai, um tal de Pedro Páramo. Minha mãe que disse. E eu prometi que iria vê-lo quando ela morresse". Pedro Páramo, é homem poderoso, a quem todos temem e obedecem. Todos? Comala é uma cidade vazia. Os vivos, se existem, já não dão conta de rezar pelos mortos que agora a povoam com as histórias de suas almas tristes, que vagam penando com suas lembranças. Em linguagem simples e metáforas claras, numa construção narrativa crescentemente selvagem, em que os silêncios dizem mais que as palavras e as seqüências se interrompem e retomam num fluxo livre, como memórias desgarradas, Juan Rulfo nos leva a mergulhar e nos dissolver, com o narrador, no turbilhão dos sentimentos de todo um povoado em torno desse grande senhor Pedro Páramo. 


FICHA DO LIVRO

Título: Pedro Páramo
Autor: Juan Rulfo

Editora: Paz e Terra
Ano: 1997
Páginas: 162
Formato: 10,5x13,5 cm

Gênero: Literatura Estrangeira

ISBN: 8521902360

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