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Cypherpunks: Liberdade e o futuro da internet

AutorJulian Assange e Vários.
 
 Apesar de a internet ter possibilitado verdadeiras revoluções no mundo todo, Assange prevê uma futura onda de repressão na esfera on-line, a ponto de considerar a internet uma possível ameaça à civilização humana. O assédio ao WikiLeaks e a ativistas da internet, juntamente com as tentativas de introduzir uma legislação contra o compartilhamento de arquivos, caso do Sopa (Stop Online Piracy Act) e do Acta (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), indicam que as políticas da internet chegaram a uma encruzilhada. De um lado, encontra-se um futuro que garante, nas palavras de ordem dos cypherpunks, "privacidade para os fracos e transparência para os poderosos"; de outro, a ação da parceria público-privada sobre os indivíduos, que permite que governos e grandes empresas descubram cada vez mais sobre os usuários de internet e escondam as próprias atividades, sem precisar prestar contas de seus atos.

O livro aborda temas polêmicos, como a ideia de que o Facebook e o Google seriam, juntos, "a maior máquina de vigilância que já existiu", capaz de rastrear continuamente nossa localização, nossos contatos e nossa vida. Nesse contexto, seremos colaboradores dispostos a ceder docilmente tais informações? Será que temos a capacidade, através da ação consciente e do conhecimento tecnológico, de resistir a essa tendência e garantir um mundo em que a internet possa ajudar a promover a liberdade? E existiriam formas legítimas de vigilância, por exemplo aquela usada contra os chamados "quatro cavaleiros do Infoapocalipse" (lavagem de dinheiro, drogas, terrorismo e pornografia infantil)?

Assange e os outros debatedores trazem à tona questões complexas relacionadas a essas escolhas cruciais ao refletir sobre vigilância em massa, censura e liberdade, assim como sobre o movimento cypherpunk, que usa a criptografia como mecanismo de defesa dos indivíduos contra a apropriação da internet pelos governos e empresas. Os cypherpunks defendem a utilização desse e de outros métodos similares como meio para provocar mudanças sociais e políticas. O movimento atingiu o auge de suas atividades durante as “criptoguerras”, sobretudo após a censura da internet em 2011, na Primavera Árabe. 

Acesse: http://pueblolivraria.com.br/cypherpunks-liberdade-e-o-futuro-da-internet.html

FICHA DO LIVRO

Título
Cypherpunks: Liberdade e o futuro da internet
AutorJulian Assange e Vários.

Editora: Boitempo
Ano
: 2013

Edição: 1ª
Páginas: 168

Gênero
Comunição

ISBN
978-85-7559-307-3


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O velho Graça

Autor: Dênis de Moraes 
 
 Para o autor, remontar o quebra-cabeça de Graciliano assemelhou-se ao ofício de artesão, já que os fragmentos do passado precisavam ser pacientemente reunidos e dispostos com a máxima coerência possível, a despeito da pluralidade de suas significações. A necessidade de correlacionar peripécias, valores e sentimentos foi inspirada em uma passagem do prólogo de Memórias do cárcere. O escritor consciente, assinala Graciliano, não deve esquivar-se dos zigue-zagues e tumultos próprios de uma existência. “Esforcei-me para mirar o objeto sem perder de vista suas interfaces e imbricações, tratando de averiguar convicções, dúvidas, anseios, vicissitudes e triunfos a fim de estabelecer conexões com a esfera ficcional engendrada por ele. Nas tensões entre o homem, a atmosfera social e a criação literária recolhi pistas que me levassem às motivações familiares, afetivas, estéticas, ideológicas e políticas presentes em sua intervenção na realidade concreta”, completa Moraes. O resultado é uma história de projeções e influências, de paradoxos e contrastes, mas, sobretudo, de coerência na busca incessante do que é essencial à vida. 


FICHA DO LIVRO

TítuloO velho Graça

AutorDênis de Moraes 

Editora: Boitempo
Ano
: 2012

Edição: 1ª
Páginas: 360

Gênero
Música - Biografia

ISBN
978-85-7559-292-2


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As lutas de classes na França de 1848 a 1850

Autor: Karl Marx 
 
 Em 1875, Marx encaminhou à cidade de Gotha um conjunto de observações críticas ao programa do futuro Partido Social-Democrata da Alemanha, resultado da unificação dos dois partidos operários alemães: a Associação Geral dos Trabalhadores Alemães, dirigida por Ferdinand Lassalle, e o Partido Social-Democrata dos Trabalhadores, dirigido por Wilhelm Liebknecht, Wilhelm Bracke e August Bebel, socialistas próximos de Marx. O projeto de programa proposto no congresso de união privilegiava as teses de Lassalle, o que suscitou críticas virulentas de Marx em forma de carta direcionada aos dirigentes. Sua oposição devia-se não à fusão dos partidos - quanto a isso era da opinião de que "cada passo do movimento real é mais importante do que uma dezena de programas", mas ao estatismo exacerbado que ganhara espaço nas diretrizes do novo partido.Nem a favor do poder absoluto do Estado proposto por Lassalle, nem da ausência de Estado proposta pelos anarquistas: a proposição de Marx era a "ditadura revolucionária do proletariado, forma de Estado que teria lugar durante o período de transformação revolucionária que conduziria ao advento da sociedade comunista. Segundo ele, as cooperativas "só têm valor na medida em que são criações dos trabalhadores e independentes, não sendo protegidas nem pelos governos nem pelos burgueses. 
FICHA DO LIVRO

TítuloAs lutas de classes na França de 1848 a 1850
Autor
: Karl Marx 


Editora: Boitempo
Ano
: 2012

Edição: 1ª
Páginas: 192

Gênero: Ciências Sociais - Política - Marxismo

ISBN
978-85-7559-190-1



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A teoria da revolução no jovem Marx

Autor: Michael Löwy.


Escrito originalmente em Paris como tese de doutorado, sob a orientação de Lucien Goldmann, a obra é essencialmente um estudo da evolução política e filosófica de Karl Marx no contexto histórico das lutas sociais na Europa durante os decisivos anos de 1840 a 1848 e, em particular, sua relação com as experiências de luta da classe operária em formação e com o primeiro movimento socialista/comunista. 

Löwy relata o aparecimento, no jovem Marx, de uma nova concepção de mundo: a filosofia da práxis, fundamento metodológico de sua teoria da revolução como autoemancipação do proletariado. O livro busca compreender a gênese histórica do novo materialismo inaugurado por Marx por meio de uma pesquisa interdisciplinar que se vincula, ao mesmo tempo, à sociologia, à história social, à filosofia e à teoria política. 

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FICHA DO LIVRO

TítuloA teoria da revolução no jovem Marx.
AutorMichael Löwy.


EditoraBoitempo
Ano: 2012
Páginas: 224


ISBN978-85-7559-291-5




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1848 - O Aprendizado da República

Autor: Maurice Agulhon.

Este livro aborda um período curto e pleno de experiências: o ano de 1848, que se destaca na história francesa por uma nova mudança do regime político. Agulhon analisa os vários elementos que levaram à opção pela República.


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FICHA DO LIVRO

Título: 1848 - O Aprendizado da República
Autor: Maurice Agulhon.

Editora: Paz e Terra
Edição: 1ª
Ano: 1991
Páginas: 252
Formato: 14x21cm
Peso: 350g

Gênero: História Geral

ISBN: 8521905130 



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Filosofia - fundamentos e métodos




 Este livro é para professores formados e em formação, apresenta uma visão do que é educação e educação escolar e discute a possibilidade de um trabalho de iniciação filosófica com crianças e jovens. Indica conteúdos para o ensino.


FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 232
Peso: 394 g
Formato : 16x23cm


Gênero: Filosofia - Educação

ISBN: 9788524908569


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Movimentos Sociais, Trabalho Associado e Educação para além do capital


 Esta coletânea reúne artigos de jovens pesquisadores compromissados com as lutas emancipatórias dos movimentos sociais surgidos na América Latina a partir da década de 1980. O leque é vasto e permite ao leitor e aos próprios movimentos sociais uma atualização do debate contemporâneo: são abordadas as lutas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra do Brasil, as contradições do movimento das Fábricas Recuperadas na Argentina e no Brasil, os avanços e recuos das lutas dos Piqueteiros e dos Catadores e os limites das lutas por habitação popular e pela construção da autogestão na América Latina. Da mesma forma, as conquistas do movimento indígena no Equador, as recentes lutas sociais no Haiti, o Zapatismo no México, os impasses dos conflitos venezuelanos, as estratégias adotadas por centrais sindicais não atreladas ao Estado, dentre outras.

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Peso: 600 g

Gênero
: Ciências Sociais - Serviço Social - Educação

ISBN: 978-85-6442-122-6


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Encarceramento em massa e criminalização da pobreza no Espírito Santo



 Encarceramento em massa e criminalização da pobreza no Espírito Santo, livro de Humberto Ribeiro Jr., mostra a falência da política penitenciária brasileira, focando-a no Estado do Espírito Santo. Local de certa riqueza, por conta da exploração extrativista do petróleo, poucos poderiam imaginar o verdadeiro caos penitenciário desse Estado do Sudeste.

Como presidente do CNPCP — Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária — conheci pessoalmente muitas penitenciárias problemáticas. Urso Branco (Rondônia), Aníbal Bruno (Recife), Presídio Central de Porto Alegre (Rio Grande do Sul), Penitenciária de Pedrinhas (Maranhão) e tantas outras, atormentam os defensores de direitos humanos e as autoridades penitenciárias. Mas nada disso se avizinha ao que acontece(u) no Espírito Santo.

Penitenciárias privadas com estrutura física irrepreensível conviviam com verdadeiras masmorras medievais. O complexo penitenciário de Viana tinha duas penitenciárias privatizadas para 277 presos cada (com 277 internos), convivendo com uma enxovia, chamada de CASCUVI (Casa de Custódia de Viana), que era de fazer inveja a Auschwitz-Birkenau, um dos piores campos de concentração nazista. O calabouço, com mais de 1.200 presos, não tinha luz (salvo a das muralhas) e só tinha fornecimento de água por uma hora por dia. Pessoas com doenças de pele grassavam naquele aljube. Corpos tomados por escabiose, sofrimentos evitáveis com alguns bons banhos, eram encontradiços naquele cárcere fétido e escuro. Pessoas morriam às escâncaras enquanto as penitenciárias privadas não tinham quaisquer excessos de presos, em face das vagas oferecidas, para que não houvesse denúncia dos contratos firmados entre governo e empresas.

O choque causado pelos contrastes descritos, potencializados por centenas de pessoas que viviam em containeres — SIM, CONTAINERES! —  fizeram do Espírito Santo um paradigma contrastante da pós-modernidade e pré-modernidade. Não por outra razão, profissionais calejados com as vicissitudes carcerárias do país, chocaram-se com o quadro relatado à Nação.

Humberto Ribeiro Jr., descreve este quadro com percuciência e firmeza. Dá o adequado enquadramento teórico do fenômeno, mostrando tratar-se de uma prisão da miséria, locais diferentes para recolhimento dos mesmos de sempre.

O paradoxo da pós-modernidade se traduz por uma equação temporal. Enquanto as pessoas livres estão constantemente ocupadas e sem tempo para suas atividades pessoais, vivendo num presente perpétuo, isolados do passado e também do futuro, condenam-se alguns à perda da liberdade, ilhando-os num mundo oposto: redundante e inútil. Estas pessoas são esfaceladas e diluídas num mundo em que nada acontece. Elas não mais controlam o tempo — bem como não são controladas por ele, como os ancestrais do mundo fabril, governadas que eram pelo relógio. Elas só podem matar o tempo, enquanto, ao poucos, o tempo as mata.

Faz muito tempo que o Brasil resolveu substituir o estado de bem-estar por um estado penal. Fez isso como experiência e, não obstante o fracasso dessa política, continuou a fazer o mesmo. O fracasso chegou a ser retumbante. Para a retumbância reiterada, Einstein dá o nome de Insanidade.

O grande mérito deste livro é exatamente o de desnudar, no local em que a contradição mais se aguçou, o horripilante quadro carcerário do próprio Brasil. E mostrar a total insanidade dessa política repressiva.

Sérgio Salomão Shecaira
Professor da USP e Ex-presidente do CNPCP


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FICHA DO LIVRO


Editora
: Cousa
Páginas
: 96
Ano:
2012
Edição:


Gênero
: Direito
 
ISBN
:
978-85-63746-18-4



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Revolução Russa - história, política e literatura






 José Carlos Mariátegui não é apenas o autor de um magistral estudo marxista sobre a realidade peruana; ele é simplesmente um dos grandes pensadores marxistas do século XX. Esta bela coleção de 50 ensaios – em sua grande maioria inéditos no Brasil – sobre a revolução e a cultura russa, organizada por Luiz Bernardo Pericás, é mais uma demonstração da universalidade e originalidade de uma obra cuja projeção internacional se torna cada vez mais evidente à medida que passam os anos. Os textos aqui reunidos – sobre a Revolução Russa e seus protagonistas (Lenin, Trotsky, Lunatcharsky, Larissa Reissner), assim como sobre a literatura russa (Máximo Gorki e Serguei Essenin), sem esquecer o teatro e o cinema – são documentos excepcionais de uma reflexão marxista “hetedoxa”, que se situa no ápice dialético da convergência entre cultura e revolução.  Michael Löwy.


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FICHA DO LIVRO


Editora : Expressão Popular
Páginas
: 304
Ano: 2012
Edição:
Peso355 g


Gênero
: Marxismo - Política - História - América Latina
 
ISBN
: 978-85-7743-199-1



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Cultura política e assistência social

Autora: Heloisa Maria José de Oliveira.

 Uma análise das orientaçõesde gestores estaduais.


 Este livro mostra que a cultura dos gestores da Assistência Social é democrática, no que tange à dinâmica descentralizada e participativa prevista na legislação referente a essa política, mas, ao mesmo tempo, apresenta tendências favoráveis às culturas tecnocrática e clientelista.
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FICHA DO LIVRO


Título: Cultura política e assistência social
Autora: Heloisa Maria José de Oliveira

Editora: Cortez
Páginas: 224
Peso: 340 g
Formato : 16x23cm


Gênero: Serviço Social

ISBN: 9788524909849

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Crise de materialidade no Serviço Social


 Repercussões no mercado profissional.


Nesta obra, a autora busca focalizar a crise da materialidade do Serviço Social vinculada ao setor público estatal, inscrita no interior da crise capitalista brasileira, a partir de meados da década de 80. Crise que se apresenta com uma dupla dimensão: de um lado, a redução da base material do exercício profissional; de outro, uma possível hipertrofia da função sociopolítica da profissão.
FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 200
Peso: 250 g
Formato : 14x21cm

Gênero: Serviço Social

ISBN: 9788524907555


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A Assistência na trajetória das políticas sociais brasileiras

Autores: Maria Carmelita Yazbek, Aldaíza de Oliveira Sposati, Dilséa Adeodata Bonetti e Maria do Carmo Falcão.



Esta obra suscita, de forma renovada, diversas preocupações para todos aqueles que se interessam pelo assunto. São pontos marcantes deste estudo: o exame de várias formulações de política social, a presença da assistência no conjunto de tal política, as singularidades da assistência e do assistencialismo, e ainda suas relações com o Serviço Social.

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FICHA DO LIVRO


Autores: Maria Carmelita Yazbek, Aldaíza de Oliveira Sposati, Dilséa Adeodata Bonetti e Maria do Carmo Falcão

Editora: Cortez
Páginas: 122
Peso: 145 g
Formato
: 14x21cm

Gênero: Serviço Social

ISBN: 9788524900334


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Assessoria, consultoria & Serviço Social




Os textos aqui reunidos são de fundamental importância para todos os que se preocupam em desenvolver seu exercício profissional numa perspectiva crítica compromissada com a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária e realmente emancipada. A obra, lançada originalmente em 2006, sob outro selo editorial, ocupará, a partir desta 2ª edição, revista e ampliada, lugar de destaque no acervo da Cortez Editora. A inclusão de um novo texto, que analisa o protagonismo do fórum em defesa da saúde pública, enriquece ainda mais o conjunto de aportes trazidos por este livro, no que diz respeito aos dilemas que comparecem na intervenção de assistentes sociais e de profissionais de aeras afins, que buscam imprimir sem eu fazer cotidiano a perpectiva ético política cosntruída ao longo das últimas décadas no Serviço Social. (Elizabete Borgiani).

FICHA DO LIVRO



Editora: Cortez
Páginas: 312
Peso: 560 g
Formato
: 16x23cm
Gênero: Serviço Social

ISBN: 99788524916199


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O negativo do capital

AutorJorge Grespan.


O presente trabalho retorna aos fundamentos da crítica de Marx ao capitalismo reconstituindo-os pelo seu avesso, seu “negativo”. Tal intenção já evidencia a necessidade de discutir a relação conflituosa entre a dialética de Marx e de Hegel, para daí superar – agora no sentido da “Aufhebung” – dilemas tradicionais da teoria das crises, como as falsas alternativas de colapso ou ciclo, determinismo ou mera casualidade. O conceito de crise funciona aqui como um fio condutor, explicitando a cada momento o conceito de capital e a eclosão das suas contradições reais, enriquecendo gradativamente o seu sentido e desnudando os seus fetiches. Pois é só a imersão no negativo que pode revelar o lado apenas formal das imposições do capital, permitindo daí a correta avaliação da sua força e dos meios para enfrentá-la.

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FICHA DO LIVRO


Editora
: Expressão Popular
Páginas
: 256
Ano:
2012
Edição:

Peso350g


Gênero
: Marxismo - Filosofia - Economia
 
ISBN
: 978-85-7743-201-1





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Introdução a Giorgio Agamben



 Uma arqueologia da potência.


Nos últimos anos, o filósofo italiano Giorgio Agamben tem ocupado lugar cada vez mais destacado no panorama do pensamento político contemporâneo, principalmente após a publicação, em 1995, de O poder soberano e a vida nua, primeiro volume da série Homo sacer, no qual retoma – e reformula – a idéia de Hannah Arendt e Michel Foucault acerca da politização moderna da vida biológica, a “biopolítica”.

Para contemplar a obra de um dos mais importantes filósofos da atualidade, o argentino Edgardo Castro traz uma introdução ao pensamento de Agamben, a partir de seus conceitos e métodos de trabalho. Ele mostra como Agamben pensou a problemática da potência – da questão da arte à questão da política – e, ao mesmo tempo, como esses conceitos estruturaram seu pensamento.
 

FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Edição:
Ano: 2012
Páginas: 224


Gênero: Filosofia

ISBN: 9788565381314


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O homem sem conteúdo




 O que quer dizer, então, que a arte foi além de si mesma? Significa verdadeiramente que a arte se tornou para nós um passado? Que ela desceu nas trevas de um definitivo crepúsculo? Ou quer dizer, na verdade, que ela, cumprindo o círculo do seu destino metafísico, penetrou novamente na aurora de uma origem na qual não apenas o seu destino, mas o do próprio homem poderia ser posto em questão de modo inicial? 

FICHA DO LIVRO


Editora: Autêntica
Edição:
Ano: 2012
Páginas: 208


Gênero: Filosofia

ISBN: 9788565381321


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