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Margem Esquerda n.20

Autor: Vários.



A revista semestral Margem Esquerda chega à sua vigésima edição com uma entrevista exclusiva com Fernando Martínez Heredia, considerado o mais importante intelectual cubano da atualidade, tendo dirigido a revista Pensamento Crítico nos anos 1960. Consagrada pela profundidade de suas análises e unidade editorial - conta com um conselho composto por nomes do calibre de István Mészáros Francisos de Oliveira, Micheal Löwy, Slavoj Žižek, Leandro Konder, Emir Sader, Ricardo Antunes, entre outros -, a revista também reúne nesta edição um dossiê sobre mídia, com reflexoes de João Brant, Gilberto Maringoni, Altamiro Borges, Ana Paula Amorin e Natalia Viana; na sessão "Clássico", cartas de Engels inéditas em português. O número traz ainda artigos de David Harvey, Antonio Carlos Mazzeo, Maria Orlanda Pinassi, e Celso Frederico, e poema e desenhos de Oscar Niemeyer, o homenageado da edição. Margem esquerda 20 traz ainda correspondência inédita de Caio Prado Jr., com texto de apresentação do historiador Luiz Bernardo Pericás.
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FICHA DO LIVRO

Autor: Vários

Editora: Boitempo
Ano: 2013
Páginas: 160


ISBN: 1678-7684-20


Sumário


ENTREVISTA

Fernando Martínez Heredia
EMIR SADER

DOSSIÊ

Muita reticência e pouca vontade política
JOÃO BRANT

A crise do jornalismo industrial e os novos modelos de produção
NATALIA VIANA

A mídia e a disputa pela hegemonia
ALTAMIRO BORGES

A disputa pela regulação das comunicações na América Latina
GILBERTO MARINGONI

Liberdade de expressão como bandeira em disputa
ANA PAOLA AMORIM

ARTIGOS

Valores de uso, valores de troca e valores
DAVID HARVEY

O conceito de Virtus como legitimação do igualitarismo burguês
ANTONIO CARLOS MAZZEO

Nas sombras do obscurantismo
MARIA ORLANDA PINASSI

Os marxistas e a literatura: roteiros de leitura – Parte 2
CELSO FREDERICO

DOCUMENTO

Caio Prado Júnior: “Carta a Correligionários do PCB” (1932) e “Telegrama para a Embaixada da União Soviética” (1968)
LUIZ BERNARDO PERICÁS

CLÁSSICO

Engels e as cartas sobre a concepção materialista da história
PAULO DOUGLAS BARSOTTI

Cartas de Friedrich Engels sobre a concepção materialista da história
FRIEDRICH ENGELS

HOMENAGEM

Oscar Niemeyer, arquiteto do Brasil
LUIZ RECAMÁN

RESENHAS

Subdesenvolvimento, dependência e a revolução brasileira
MATHIAS SEIBEL LUCE

Para aprender a operar o método dialético: o legado de Lenin para Lukács
MARCELO BRAZ

NOTA DE LEITURA

O socialismo jurídico
PEDRO HENRIQUE NEVES DE CARVALHO

POESIA

Poema da curva
OSCAR NIEMEYER

 

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A dialética do trabalho II

Autor: Ricardo Antunes (Org).

 Escritos de Marx e Engels.

 "[...] começamos essa nova coletânea tratando de uma questão central do movimento operário e da luta mais geral de toda classe trabalhadora: a luta pela regulamentação (e redução) da jornada de trabalho, contraposição decisiva ao capital que sempre procura prolongá-la ao limite. As indagações aqui são: como se constitui a jornada de trabalho, como se contrapõem capital x trabalho na batalha decisiva pelo controle do tempo de trabalho? A apresentação magistral de Marx (que aqui só pode ser parcialmente publicada) é de leitura imprescindível para a compreensão efetiva da noção de tempo e de exploração para o capital. Por isso começamos essa coletânea com o texto “A jornada normal de trabalho” (itens 1, 2, 5 e 6), extraídos do excepcional do capítulo 8 do livro I d’O Capital. [...]" (Ricardo Antunes).


FICHA DO LIVRO

Título: A dialética do trabalho I – escritos de Marx e Engels
Autora: Ricardo Antunes (Org.)

Editora: Expressão Popular

Páginas: 232
Peso: 275 g

Gênero: Marxismo - Sociologia

ISBN: 978-85-7743-216-5

Sobre o Autor: Ricardo Antunes é professor titular de sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) e autor de Adeus ao Trabalho? Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho (Cortez) entre outros.

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O socialismo jurídico

 

 Planejado por Friedrich Engels e Karl Kautsky, o artigo “O socialismo jurídico” foi publicado sem assinatura na revista da social-democracia alemã, Neue Zeit, em 1887. O objetivo era dar uma resposta aos ataques à teoria econômica de Karl Marx, assim como elaborar uma crítica ao reformismo jurídico e combater a sua influência no movimento operário.

“À época da escrita deste livro, os reformistas, em combate às idéias revolucionárias de Marx, apontavam para uma transição controlada, objetivando ganhos por meio do aumento de direitos, sem transformar plenamente as contradições da exploração capitalista”, afirma na orelha do livro o professor da Faculdade de Direito da USP, Alysson Leandro Mascaro, para quem O socialismo jurídico é uma das obras clássicas do marxismo sobre a relação entre o direito e o capitalismo.

“Engels e Kautsky dedicam esta obra justamente a combater o socialismo dos juristas – ou o socialismo por meio do direito. O direito é, irremediavelmente, uma forma do capitalismo. Assim sendo, é a revolução – e não a reforma por meio de instituições jurídicas – a única opção realmente transformadora das condições das classes trabalhadoras”, conclui Mascaro.

O texto é também uma crítica ao livro O direito ao produto integral do trabalho historicamente exposto, do sociólogo e jurista burguês austríaco Anton Menger, publicado em 1886, e que vinha obtendo grande repercussão. Em tal obra, Menger tentou provar que a teoria econômica de Marx fora plagiada dos socialistas utópicos ingleses da escola ricardiana, especialmente William Thompson. Essas afirmações, bem como a falsificação da essência da teoria marxiana efetuada por Menger, não poderiam passar despercebidas a Engels, que decidiu interceder.

Além do artigo que dá título ao livro, este volume agora publicado pela Boitempo – traduzido do alemão por Lívia Cotrim e Márcio Bilharinho Naves, filósofo do direito brasileiro e autor do livro Marxismo e direito: um estudo sobre Pachukanis (Boitempo) – traz ainda duas cartas de Engels a Laura Lafargue (filha de Marx) escritas em Londres, em 1886, que também tratam do tema.


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FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2012
Páginas: 80


ISBN: 978-85-7559-210-6



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Manifesto Comunista


No final de fevereiro de 1848, foi publicado em Londres um pequeno panfleto que acabaria por se tornar o documento político mais importante de todos os tempos: o Manifesto Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels. Passado mais de um século e meio, a atualidade e o vigor deste texto continuam reconhecidos por intelectuais das mais diversas correntes de pensamento.

A Boitempo Editorial utilizou, com alguns ajustes ortográficos, a tradução feita por Álvaro Pina a partir da edição alemã de 1890, prefaciada e anotada por Engels. O cotejo foi feito de forma minuciosa com as principais edições inglesa, francesa e italiana, confrontadas com duas edições brasileiras anteriores.

Além do Manifesto Comunista em si, o volume traz ainda a reflexão de seis especialistas sobre as múltiplas facetas desta que é, ainda hoje, a obra política mais lida e difundida em todo o mundo. Com organização de Osvaldo Coggiola, o livro tem ensaios de Antonio Labriola, Jean Jaurès, Leon Trotsky, Harold Laski, Lucien Martin e James Petras. A edição compila ainda sete prefácios de Marx e Engels à obra, feitos em diferentes períodos. 

FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 1998
Páginas: 256
Peso: 430 g


ISBN: 978-85-8593-423-1


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A situação da classe trabalhadora na Inglaterra


 Reconhecido pela extrema originalidade, o texto produzido pelo jovem Engels abordou, pela primeira vez, a revolução industrial como elemento central para a compreensão do controle da produção de mercadorias realizado pelo capital, além de condicionar a solução da “questão social” à supressão do padrão societário representado pela propriedade privada dos meios de produção.

De forma igualmente pioneira, o autor atribui aos trabalhadores urbano-industriais o status de classe, descrevendo a dinâmica criativa que coloca o proletariado na posição de sujeito revolucionário, capaz de promover a própria emancipação.

O volume conta ainda com esclarecedoras notas do editor, índice onomástico, relação das obras do autor publicadas no Brasil e uma detalhada cronologia de Engels e Marx, ressaltando aspectos importantes de suas trajetórias e relacionando-os aos fatos históricos mais relevantes da época em que viveram.

FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2008
Páginas: 384
Peso: 600 g


ISBN: 978-85-7559-104-8


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A Sagrada Família


A sagrada família, ou A crítica da Crítica crítica contra Bruno Bauer e consortes, foi escrita por dois autores ainda jovens e em gritante desacordo com o pensamento dominante na Berlim da época e analisa as conseqüências políticas do neo-hegelianismo, polemizando ferozmente com Bruno Bauer e seu irmão Edgar, editores da Gazeta Geral Literária, publicada em Charlottemburgo, que preconizava uma política liberal elitista.

Ao mesmo tempo panfletário e com reflexões teóricas densas, o texto revela a unidade interna do pensamento de Marx e Engels, tanto no que diz respeito à política, quanto à filosofia. Diferente de obras anteriores, onde a percepção dialética supera a observação empírica da contradição denunciada, em A sagrada família, essa contradição é apresentada através de recurso metodológico que situa a determinação material nas oposições internas de nossa vida cotidiana, através, inclusive, de exemplos concretos.

A obra foi concebida a partir do segundo encontro entre os dois pensadores, em agosto de 1844, em Paris. A contribuição de Marx, bem maior que a de Engels, reúne suas anotações relativas aos Manuscritos econômico-filosóficos e à Revolução Francesa. É o único escrito filosófico publicado com a intervenção direta dos autores; outras obras escritas em conjunto por Marx e Engels, como Os manuscritos de Paris, Sobre a crítica do Estado hegeliano ou, até mesmo, A ideologia alemã, foram publicadas apenas postumamente.

Engels escreveu os três primeiros capítulos, o primeiro e o segundo parágrafo do capítulo IV e o item 2b do capítulo VII. Marx escreveu o restante da obra, que é composta de um prefácio escrito por ambos e nove capítulos.

A presente edição traz ilustração inédita de Loredano, orelha assinada por Leandro Konder e tradução de Marcelo Backes. Completa o volume um índice onomástico e outro de personagens literárias, bíblicas e mitológicas, além de uma relação de obras citadas e outra de periódicos e artigos e uma cronobiografia resumida.


FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2003
Páginas: 280
Peso: 450 g


ISBN: 85-7559-032-4


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Cultura, arte e literatura - textos escolhidos

Autores: Karl Marx e Friedrich Engels.

'Cultura, arte e literatura - textos escolhidos' tem como base os resultados iniciais da pesquisa de textos marxianos realizada por Lifschitz no então Instituto Marx-Engels-Lenin da extinta União Soviética. Disso resultou uma antologia, com mais de duas mil páginas, formada por textos nos quais Marx e Engels abordaram a questão da cultura, da arte e da literatura, ainda que não fizessem parte de trabalhos dedicados exclusivamente a esses temas. O presente livro é constituído por uma seleção de alguns textos contidos na antologia organizada por Lifschitz. 


FICHA DO LIVRO

Título: Cultura, arte e literatura - textos escolhidosAs Ideias Estéticas de Marx
Autores:
Karl Marx e Friedrich Engels.

Editora: Expressão Popular
Páginas: 352
Ano: 2010

Gênero: Marxismo -Cultura - Crítica literária - Arte

ISBN:9788577431687
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Lutas de Classes na Alemanha



 Lutas de classes na Alemanha é o nono volume da coleção Marx e Engels, na qual a Boitempo vem publicando a obra dos dois pensadores em traduções inéditas, feitas diretamente do alemão. Com prefácio de Michael Löwy e tradução de Nélio Schneider, esse livro reúne pela primeira vez alguns dos principais textos redigidos por Marx e Engels sobre as lutas de classes na Alemanha – textos que visavam não só interpretar a realidade social e política mas também transformá-la, para retomar a famosa Tese XI sobre Feuerbach.

Os documentos incluídos nesse pequeno volume – “Glosas críticas ao artigo ‘O rei da Prússia e a reforma social. De um prussiano’”; “Reivindicações do Partido Comunista da Alemanha” e “Mensagem do Comitê Central à Liga [dos Comunistas]” – são bastante distintos, mas se caracterizam todos por uma formidável lucidez política. O fio condutor dos três é o mesmo: a luta de classes na Alemanha entre explorados e exploradores, oprimidos e opressores, a dialética entre revolução social e política.

O livro é composto de textos raramente publicados, selecionados com o auxílio do filósofo Michael Löwy e nunca antes reunidos em uma mesma edição. A exemplo da obra Lutas de classes na França: 1848 a 1850, no qual Marx reuniu escritos sobre os combates franceses, esse volume contempla análises suas e de Engels acerca da experiência alemã. São textos produzidos no calor da hora, conclamando os leitores de então a participar ativamente das transformações sociais em curso, e foram escritos por Marx e Engels na juventude, quando ambos contavam com 25 a 30 e poucos anos.


FICHA DO LIVRO

Título: Lutas de Classes na Alemanha
Autor: Karl Marx
e Friedrich Engels

Editora: Boitempo
Ano
: 2011
Páginas: 176

Peso: 160 g

Gênero: Ciências Sociais - História - Marxismo

ISBN: 978-85-7559-149-9



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A Ideologia Alemã



 Chega às livrarias a aguardada edição integral de A ideologia alemã, de Karl Marx e Friedrich Engels. Traduzida diretamente do alemão para o português por Rubens Enderle, Nélio Schneider e Luciano Martorano, com texto final de Rubens Enderle, a edição da Boitempo tem introdução escrita por Emir Sader e supervisão editorial de Leandro Konder, um dos maiores estudiosos do marxismo no Brasil. Além disso, será a versão mais fiel aos originais deixados pelos autores, pois a primeira no mundo traduzida a partir da inovadora Mega-2.

Essa nova edição cuidadosa, que se tornará referência para todos os interessados nos escritos de Marx e Engels, foi feita dentro da tradição de rigor com os livros desses autores estabelecida pela Boitempo. A editora já lançou cinco das obras dos dois filósofos, todas traduzidas do original e sob a supervisão de reconhecidos especialistas.

A ideologia alemã é considerada por muitos estudiosos a obra de filosofia mais importante de Marx e Engels. Escrita entre os anos 1845-1846, representa a primeira exposição estruturada da concepção materialista da história e é o texto central dos autores acerca da religião. Nela eles concluem um acerto de contas com a filosofia de seu tempo – tanto com a obra de Hegel como com os chamados “hegelianos de esquerda”, entre os quais Ludwig Feuerbach. Esse ajuste passou antes pelos Manuscritos econômico-filosóficos, por A sagrada família, por A situação da classe trabalhadora na Inglaterra, para alcançar em A Ideologia alemã sua primeira formulação articulada como método próprio de análise.

A crítica – quase toda em tom sarcástico – dos dois filósofos ridiculariza o idealismo alemão e articula as categorias essenciais da dialética marxista (como trabalho, modo de produção, forças produtivas, alienação, consciência), constituindo assim um novo corpo teórico. A tradução dos capítulos I e II, respectivamente dedicados à polêmica com Feuerbach e Bruno Bauer, baseia-se na edição da Mega-2 (Marx-Engels Gesamtausgabe), texto que foi antecipado no Marx-Engels Jahrbuch. Nessa nova edição, os manuscritos de Marx e Engels aparecem em sete seções, ordenadas cronologicamente, e são reproduzidos tal como foram deixados pelos autores. A nova organização do volume revoluciona a forma como até então A ideologia alemã foi lida e interpretada, principalmente no que diz respeito a seu primeiro capítulo, que Marx e Engels deixaram inacabado.

Fora da Alemanha, é a primeira vez que as sete partes do manuscrito de Marx e Engels sobre Feuerbach são apresentadas ao leitor como textos independentes, em sua fragmentação originária, sem sofrer as montagens mais ou menos arbitrárias que os diversos editores (desde a edição de Riazanov, em 1926) imputaram à obra.

Esse tratamento editorial esmerado levou à descoberta de que Marx e Engels, até o fim de 1845, não haviam concebido o plano de escrever A ideologia alemã, pelo menos não com esse título. Foi a partir de um artigo de Marx intitulado “Contra Bruno Bauer” que, em novembro de 1845, nasceram os manuscritos que, meses mais tarde, dariam corpo ao projeto inacabado de A ideologia alemã. Esse artigo, inédito no Brasil, compõe a nova edição da Boitempo Editorial, assim como uma série de anexos (apêndice, índices, cronologia, notas filológicas) preparados especialmente para esta publicação e atualizados com base nos mais recentes estudos sobre essa fundamental obra.




FICHA DO LIVRO


Editora: Boitempo
Ano
: 2007
Páginas: 616
Peso: 950 g


ISBN: 978-85-7559-073-7


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Anti-Dühring

Autor: .

Estudo crítico da doutrina socialista de Eugen Düring, que era professor na Universidade de Berlim e possuía, sob alguns aspectos, afinidades com Marx e Engels. Entretanto, no que se refere à "filosofia da realidade" de Düring, Marx e Engels representavam o pólo oposto, e opunham ao socialismo autocrático de Düring o materialismo dialético. Este livro foi o primeiro a revelar o conteúdo da teoria marxista aos líderes da social-democracia alemã, segundo a qual divulgou-se a interpretação materialista da História e as conseqüências políticas advindas dessa interpretação.


FICHA DO LIVRO

Título: Anti-Dühring

Editora: Paz e Terra
Edição: 3ª
Páginas: 234
Ano: 1990
Peso: 350 g

Gênero: Marxismo -

ISBN: 8521904800

"Em toda a teoria da violência, aceitamos a premissa de que, até hoje, todas as formas de sociedade tiveram de fazer uso da violência, a qual, em sua forma organizada, se denomina Estado.(...) As diferentes formas de organização social e política devem, portanto, ser explicadas,não pela maneira como exercem a violência, que permanece sempre a mesma, mas sobre quem recai a violência, aquilo que é usurpado: os produtos e as forças produtivas de cada época e a estrutura originária desses produtos e dessas forças produtivas." (Engels, 1878)
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A Origem da família, da propriedade privada e o estado

Autor: Friedrich Engels.


 O livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado foi escrito por Engels em dois meses: de fins de março a fins de maio de 1884. Ao rever os manuscritos de Marx, ele descobriu um resumo detalhado do livro de L. H. Morgan A sociedade antiga. Marx havia feito esse resumo em 1880-1881, acompanhando-o de um grande número de notas críticas e de opiniões próprias ou complementos retirados de outras fontes. Ao escrever o livro – “em certa medida, como o cumprimento de um legado de Marx” –, Engels utilizou amplamente essas observações; além de algumas conclusões e dados concretos do livro de Morgan e de numerosos e variados dados suplementares extraídos das suas investigações sobre problemas da história da Grécia, de Roma, da antiga Irlanda, dos antigos germanos etc. Nos anos de 1860 a 1880, a “ciência da família” estava dando seus primeiros passos. A obra pioneira havia sido O direito materno (1861) de Bachofen, obra que expõe, pela primeira vez, a hipótese de que nas sociedades primitivas, durante um certo período, teria predominado o matriarcado: a ascendência social e política das mulheres sobre os homens. Na sequência: O casamento primitivo (1865) de Mac Lennan; Origem da civilização (1870) de Lubbock; e A sociedade antiga (1877) de Lewis Morgan. O grande mérito dessas obras foi a constatação de que a família tinha história e que, ao longo dos séculos, tinha conhecido diferentes formas. A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884) resgata, desde o início dos tempos, a análise materialista do desenvolvimento da civilização, classificando os tipos de família em consanguíneo, punaluano e monogâmico. Do livro de Morgan, extrai a divisão da sociedade antiga em três épocas – selvagem, barbárie e civilização –, segundo os progressos obtidos na produção dos meios de subsistência; e que formas principais de casamento correspondem aproximadamente aos três estágios: ao estado selvagem, o matrimônio por grupos; à barbárie, o matrimônio sindiástico; e à civilização, a monogamia com os complementos do adultério e da prostituição. A análise deste texto é peculiar e essencial para se compreender que, a partir do declínio de uma estrutura familiar primitiva – organizada em grupos de interesses comuns, vivendo numa propriedade comum a todos, sem o comércio e sem o acúmulo de riquezas –, foi se formando a sociedade moderna.
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FICHA DO LIVRO

Título: A Origem da família, da propriedade privada e o estado
Autor: Friedrich Engels

Editora: Expressão Popular
Páginas: 302
Peso: 351 g.


Gênero: Marxismo - Filosofia - Ciências Sociais


ISBN: 978-85-7743-313-3

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A revolução antes da revolução I

Autor: Friedrich Engels.

As guerras camponesas na Alemanha.
Revolução e contra-revolução na Alemanha
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Engels traça um paralelo entre as lutas camponesas de 1525 com as lutas de 1848 e 1849, principalmente no que se refere à traição da pequena burguesia. O pano de fundo do trabalho é a paciente afirmação sobre a necessidade de os trabalhadores se apresentarem como força revolucionária autônoma, para não se diluírem nos caminhos da revolução burguesa. Presos à contradição entre as condições favoráveis para a ação revolucionária e a ausência de condições históricas e materiais para levar à frente uma superação de caráter socialista, os camponeses alemães mergulham em um “dilema insolúvel”.

Tradução de Eduardo L. Nogueira e Conceição Jardim.


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FICHA DO LIVRO

Título: A revolução antes da revolução I
Autor: Friedrich Engels

Editora: Expressão Popular

Páginas: 310

Gênero: Marxismo - História Geral - Ciências Sociais

ISBN: 978-85-7743-057-4
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A ideologia alemã

Autores: Karl Marx e Friedrich Engels. No debate acerca da obra de Marx e Engels, é indiscutível o impacto que tiveram a publicação dos Grundisse , dos manuscritos de 1844, de 1861 - 1863, do Capítulo VI - Inédito etc. e, também, de A ideologia Alemã.

As evidentemente melhores possibilidades de compreendermos o pensamento de Marx e Engels trazidas pela publicação dos manuscritos resultaram, ao contrário do que se poderia esperar, em uma gigantesca confusão. Sem desconsiderar avanços importantes (Lukákcs, Mészáros etc.), os resultados foram mais problemáticos que esclarecedores: é como se houvesse um Marx e um Engels para cada intérprete de sua obra.

E uma das razões dessa confusão tem sido a prática disseminada de justapor os manuscritos às obras publicadas, como se entre eles não houvesse diferenças e contradições.

Esse mesmo problema o leitor estará confrontando ao ter em mãos esta nova edição de A ideologia alemã. Marx e Engels consideravam o texto falho e saudaram, ao final de suas vidas, não ter sido ele publicado. Muitas de suas articulações, várias deduções, análises de processos históricos particulares foram mais tarde abordados com uma maior precisão, por vezes com novos elementos históricos, tornando ultrapassadas várias passagens desse manuscrito. Quando o leitor se deparar com contradições entre A ideologia alemã e, por exemplo, o livro I de O capital, saiba que possivelmente Marx e Engels tinham consciência das mesmas e, por esse motivo, preferiram publicar este último texto e deixar à crítica dos roedores o belíssimo manuscrito de A ideologia alemã. E, ainda assim, trata-se de um texto fundamental para conhecermos Marx e Engels. Nele encontramos um dos primeiros delineamentos da concepção histórica, do local do trabalho e da produção no desenvolvimento dos modos de produção, da relação entre desenvolvimento e totalidade social e dos indivíduos. E com a vantagem de ser um texto de fácil leitura, mesmo para o iniciante. Não é sem razão que A ideologia alemã ocupa um lugar de destaque na quase totalidade das análises que tratam da evolução dos dois grandes revolucionários.
Sergio Lessa


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FICHA DO LIVRO

Título: A ideologia alemã
Autores: Karl Marx e Friedrich Engels

Editora: Expressão Popular

Páginas: 128

Gênero: Marxismo - Filosofia - Ciências Sociais

ISBN: 978-85-7743-102-1
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A Ideologia Alemã

Autores: Karl Marx e Friedrich Engels.

Uma das mais importantes obras de Karl Marx e Friedrich Engels. As relações entre as diferentes nações dependem do estágio de desenvolvimento em que cada uma delas se encontra, no que concerne às forças produtivas, à divisão do trabalho e relações internas. Marrx e Engels polemizam com os jovens Hegelianos enquanto desenvolvem os princípios do materialismo históricos e da dialética marxista.
Inclui as Teses contra Feuerbach




FICHA DO LIVRO


Editora: Martins Fontes
Ano: 2007
Edição: 3ª
Páginas: 174.


ISBN: 8533623453
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Manifesto do Partido Comunista

Autor: Karl Marx e Friedrich Engels


Está livro é a um só tempo documento histórico e material de formação clássico dentro do pensamento marxista, indispensável na formação de pesquisadores e professores das ciências humanas em geral.




FICHA DO LIVRO:



Editora: Expressão Popular
Edição: 1ª
Páginas: 68




ISBN: 85-87394-34-7

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