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O laboratório de Gramsci - Esgotado

Autor: Alvaro Bianchi.

O laboratório de Gramsci
tem como objeto de estudo a reflexão a respeito da relação entre filosofia, política e história nos Quaderni del carcere, os escritos que o filósofo italiano Antonio Gramsci produziu na prisão. Dessa maneira, a partir desses conceitos, fundamentais para a obra de Gramsci, é possível compreender a unidade entre teoria e prática e sua relação com outras áreas do saber. Alvaro Bianchi nos oferece um conjunto de idéias que devem ser lidas não somente por especialistas, mas por militantes da construção de uma sociabilidade para além do Capital. Em sua obra faz uma síntese absolutamente necessária de militância e conhecimento tão difundidos principalmente nos meados de 1970.
Os Quaderni del carcere, ou seja, Os cadernos do cárcere, são necessários para uma reconstrução mais rigorosa no percurso da formulação de argumentos e conceitos teóricos gramscianos. Neles está presente a marca de um pensamento vivo, capaz de informar uma renovada prática teórica e política engajada em projetos de emancipação social.

O contexto da luta contra as ditaduras latino-americanas, simultaneamente ao processo de crise e decomposição das organizações tradicionais da esquerda, possibilitou que nosso continente fosse um ambiente favorável para a recepção das idéias gramscianas. Os conceitos-chaves de Gramsci dentre eles: “hegemonia”, “bloco histórico”, “intelectual orgânico” e “sociedade civil”, passaram a fazer parte do vocabulário intelectual e político dos países. Suas formulações e idéias são trabalhadas com maior intensidade na América Latina, mais até do que em seu próprio país. Suas teorias e seus escritos são aparecem no cotidiano da prática política brasileira: no jornalismo, nos discursos e, principalmente, no debate intelectual. Por isso, o livro de Alvaro Bianchi é destinado para todos aqueles que pensam sobre a política como um arsenal de práticas ligadas ao cotidiano.







FICHA DO LIVRO


Páginas: 320


ISBN: 978-85-98325-79-8 

Sobre o autor: ALVARO BIANCHI é Professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), diretor do Centro de Estudos marxistas (Cemarx) e secretário de redação da revista Outubro.
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A nova mulher e a moral sexual

Autora: Alexandra Kolontai .

Alexandra Kolontai foi uma das líderes da primeira revolução socialista. Os dois textos que publicamos refletem o aprendizado político e as conquistas da revolução na construção das novas relações de classe e gênero. Faz uma análise da situação da mulher na sociedade burguesa, comprimida por um código moral em que a propriedade privada era – e ainda é – prioridade, a ela tudo se sujeitando. E, a partir das conquistas da revolução, apresenta a necessidade da reorientação no comportamento do homem e da mulher, participantes da nova estrutura social que a revolução engendrou: um amor-companheiro, com direitos e responsabilidades iguais, com respeito à individualidade, com apoio mútuo...


Dois textos compõem esta obra:


O primeiro (1918) apresenta uma crítica à situação da mulher na sociedade burguesa, comprimida por um código moral em que a propriedade privada era – e ainda é – prioridade, a ela tudo se sujeitando.


O segundo (1921) trata da necessidade de uma reorientação no comportamento do homem e da mulher, partícipes da nova estrutura social que a revolução bolchevique engendrou...





FICHA DO LIVRO


Páginas: 176


ISBN
: 978-85-8739-413-5
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Ensino jurídico e mudança social

Autor: Alberto Machado

A presente obra faz interessante estudo do Direito como instrumento de manutenção da situação econômica e social vigente. Isso porque o Direito, embora por vezes portador de um discurso transformador, serve, sim, como instrumento para a manutenção do poder econômico da elite brasileira. As teses aqui expostas trazem luzes a este tema tão polêmico e tão apaixonante: a função social da terra e do Direito como ferramenta de luta para transformar a realidade.


Acesse: http://pueblolivraria.com.br


FICHA DO LIVRO

Páginas: 286


ISBN
: 978-85-7743-092-5
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Identidade e luta de classes

Autor: Ademar Bogo

As lutas populares ou sindicais se constituem na escola primária da luta de classes. Elas, por serem abertas, têm a facilidade de incluir milhares de pessoas que ainda possuem pouca experiência e baixo nível de consciência. Ao lutar, a unidade política ganha forma e em torno das reivindicações imediatas se estabelece a identidade do movimento.

A identidade revolucionária virá na medida em que o movimento das contradições gerais apontarem para a revolução. Logo, todos os esforços empreendidos são como pedras lançadas contra os mesmos inimigos. É o momento em que a classe se amplia e o projeto se torna consciente, ao alcance da mão de todos os sujeitos que lutam.


FICHA DO LIVRO

Autor: Ademar Bogo

Páginas: 264


ISBN
: 978-85-7743-053-6
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Filosofia da Práxis

Autor: Adolfo Sánchez Vázquez .

Em co-edição com a CLACSO, editamos este trabalho, que é um dos mais sólidos acerca do marxismo. Há trinta e cinco anos de sua primeira edição, este livro torna-se cada vez mais vigente, devido à necessidade de compreender e transformar nosso entorno social, político, econômico e cultural. Porém, sobretudo se converte em uma leitura indispensável pela riqueza de suas reflexões, distanciadas de todo dogmatismo e revitalizadoras de outras filosofias.



Acesse: http://pueblolivraria.com.br




FICHA DO LIVRO

Páginas: 448
Peso: 649 g.

Gênero: Filosofia - Marxismo

ISBN
: 978-987-1183-71-5

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Rosa Luxemburg ou o preço da liberdade

Autor: Jörn Schütrumpf (org.).

Rosa Luxemburg foi uma das pessoas mais extraordinárias da esquerda européia em todos os tempos. Este livro contém três documentos preciosos da revolucionária judia/polonesa/alemã, além de uma bela introdução de Jörn Schutrumpf, que apresenta os principais momento da vida e obra de Rosa Luxemburg, e interessantes comentários sobre a atualidade.

PREÇO: R$ 10,00


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FICHA DO LIVRO


Título: Rosa Luxemburg ou o preço da liberdade

Autor: Jörn Schütrumpf (org.)

Editora: Expressão Popular

Páginas: 160


Gênero: Biografia - História Geral - Ciência Política


ISBN
: 85-7743-016-2


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Ensino de História - Fundamentos e Métodos

Autor: Circe Maria Fernandes Bittencourt.

 Este livro aborda aspectos do ensino e aprendizagem de História do ponto de vista dos problemas teóricos que fundamentam o conhecimento escolar e dos problemas das práticas em sala de aula. A História, enquanto conhecimento escolar, possui uma história que é brevemente apresentada, a fim de propiciar ao leitor reflexões sobre o atual momento da disciplina no processo de reformulações curriculares. A obra propiciará aos docentes de diferentes níveis uma base para refletir sobre as finalidades do ensino de História e seu papel na formação das atuais gerações.


FICHA DO LIVRO

Editora: Cortez
Páginas: 408


ISBN: 9788524910692
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Mato, Palhoça e Pilão - O quilombo, da escravidão às comunidades remanescentes (1532-2004)

Autor: Aldemir Fabiani

Este livro reconstrói o fenômeno quilombola, desde a implantação do trabalho escravizado no Brasil, nos anos de 1530, até a abolição formal do regime escravista, em 1888. Apresenta o quilombo como forma singular de resistência do trabalhador escravizado à apreensão violenta e exploração de sua força de trabalho, no quadro trabalhadores escravizados versus escravizadores. Finalmente, aborda o movimento de ressemantização empreendido, sobretudo por antropólogos, da categoria “quilombo”, nos anos seguintes à Constituição de 1988, que determinou o reconhecimento das terras dos remanescentes de quilombo, apontando para uma tentativa de negação desse fenômeno e do passado escravista.

 

FICHA DO LIVRO


Páginas: 432


ISBN: 85-87394-77-0
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Trabalhadores e sindicatos no Brasil

Autor: Marcelo Badaró Matos.

O livro apresenta um pouco da história do sindicalismo no Brasil, desde seus primeiros passos até alguns de seus dilemas atuais. O autor, vale destacar, é um dos mais qualificados estudiosos da nova geração de pesquisadores sobre sindicalismo no Brasil.


Escrito de modo claro e envolvente, nele aparecemos primeiros embates da classe trabalhadora em suas origens; as lutas travadas durante a República Velha: o início do controle sindical do governo Vargas, passando pela redemocratização até o nefasto golpe de 1964 para, finalmente, indicar alguns dos principais problemas do sindicalismo do Brasil hoje.


FICHA DO LIVRO

Páginas: 160
ISBN: 978-85-7743-052-9
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Florestan Fernandes – sociologia crítica e militante

Autor: Octavio Ianni (org.).

O leitor encontrará aqui o trabalho de dois dos maiores mestres da sociologia crítica brasileira. Uma seleção criteriosa de dimensões da obra de Florestan Fernandes recortada pelo seu melhor colaborador, amigo e discípulo, Octavio Ianni. Os textos selecionados oferecem uma densa e sólida explicação sobre os fundamentos da sociologia crítica e militante. Discorre sobre as formas da dominação e as peculiaridades de nossa formação social, e o caráter retardatário da burguesia e a sua recorrência constante ao Estado autocrático e ditatorial, nos ajudando a compreender alguns dos enormes desafios para a revolução social no Brasil contemporâneo.


Conhecedor em profundidade da obra de Marx, Weber e Durkheim, Florestan escreveu com originalidade sobre os indígenas, os negros e a questão racial no Brasil, o folclore, a dependência e o subdesenvolvimento, as classes sociais e o capitalismo brasileiro, a nossa revolução burguesa, configurando-se numa das mais abrangentes e instigantes formulações sobre dimensões multifacetadas da realidade brasileira.
Livro adotado em cursos de Sociologia.


FICHA DO LIVRO
Páginas: 512
Gênero: Sociologia - Biografia
Peso: 607 g


ISBN: 85-87394-59-2
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Agroecologia e os desafios da transição ecológica

Autores: Sérgio Sauer e Moisés Villamil Balestro (orgs.).


Segundo dados da FAO, a humanidade chega a um bilhão de subnutridos. O dado estarrecedor é também uma forte evidência de que a Revolução Verde falhou. Surgida há mais de quarenta anos, ela foi incapaz de cumprir sua promessa de acabar com a fome no mundo. Além disso, o somatório dos seus efeitos indesejáveis são hoje um dos principais vetores da crise ambiental em escala mundial. Como estabelecer uma relação complementar entre a necessidade de aumentar a produção agrícola promovendo sistemas produtivos mais sustentáveis que não sejam baseados apenas no aumento da escala de produção? A transição ou ruptura agroecológica vai além dos sistemas de produção stricto sensu, realizando incursão no ambiente institucional e nos circuitos de mercado nele inseridos. Um elemento importante para esta transição diz respeito ao entendimento e à possível transformação dos distintos tipos de racionalidade econômica que subjazem à lógica de ação dos atores relacionados direta ou indiretamente com o rural.
Os textos reunidos nesta publicação expressam a diversidade das abordagens para a superação de duas crises bastante entrelaçadas: a agrária e a socioambiental. Pode-se dizer que uma parte significativa do debate e das preocupações em torno dos grandes temas desenvolvimento (rural) e sustentabilidade ambiental está contida nas contribuições dos autores. O fio condutor que os une é a premência na construção de alternativas ou respostas à crise socioambiental passa pela mobilização de esforços teóricos e práticos. A Agroecologia, como ciência e como um programa político, se apresenta como um caminho a ser seguido. Ela sinaliza uma reorganização radical nos sistemas sociais de produção e de consumo capaz de superar as conseqüências da modernização que afetam a reprodução da vida no planeta. Possivelmente, esta foi a mensagem comum dos diferentes autores e enfoques reunidos neste livro.
FICHA DO LIVRO:
Editora: Expressão Popular
Páginas: 328

Gênero: Agroecologia

ISBN: 978-85-7743-131-1
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Sobre a evolução do conceito de campesinato

Autores: Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina .

Esta obra traz “importantes ferramentas teóricas com as quais se poderá neutralizar a ofensiva neoliberal que, da academia e da prática política, está se desenvolvendo na América Latina, ao pretender apresentar uma inevitável evolução da agricultura familiar para o agronegócio, no contexto da agricultura industrializada em sua atual versão transgênica”, Contribuindo para a solução dos problemas sociais - especialmente do campesinato - e ambientais por que passamos neste contexto de crise.
Acesse: http://pueblolivraria.com.br

FICHA DO LIVRO

Título: Sobre a evolução do conceito de campesinato
Autores: Eduardo Sevilla Guzmán e Manuel González de Molina

Editora: Expressão Popular
Páginas: 96

Assunto: Agroecologia - Sociologia

ISBN: 85-87394-83-5
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Imagens da Revolução Mexicana

Autor: Camilo de Mello Vasconcellos.

Iniciada em 1910, a Revolução Mexicana ainda é lembrada por movimentos de esquerda ao redor do mundo. No próprio México, o espírito dos zapatistas voltou a inspirar novos levantes populares, como em Chiapas na década de 1990, e em Oaxaca no ano passado. Além do caráter revolucionário, a Revolução Mexicana produziu outro aspecto, estético. Esse é o foco de Imagens da Revolução Mexicana, de Camilo de Mello Vasconcellos. Artistas como Juan O’Gorman, Jorge González Camarena, e David Alfaro Siqueiros retrataram o movimento através de murais, eternizados nas paredes do Museu Nacional de História.

O livro de Camilo Vasconcellos vai sendo tecido cuidadosamente. Inicia-se pela discussão sobre as vicissitudes políticas que envolveram a fundação do Museu e sobre as controvérsias a respeito da escolha do Castelo de Chapultepec como edifício onde ele seria instalado. Em seguida, o autor adentra o Museu, caminha por suas salas até chegar àquelas reservadas à rememoração da Revolução.

Nestas salas, o autor entrelaça as escolhas e definições dos responsáveis pela montagem das exposições com as determinações da política oficial dos governos mexicanos e deixa claro que o museu é também um local de disputas e conflitos em torno de projetos políticos distintos.
Acesse: http://pueblolivraria.com.br


FICHA DO LIVRO

Ano: 2007
Páginas: 248


ISBN: 978-85-98325-45-3

Sobre o autor: Camilo de Mello Vasconcellos é Doutor em História Social pela FFLCH/USP. Atua como Educador do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP.
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Gramsci e a Revolução

Autor: Lincoln Secco

O pensador italiano Antonio Gramsci sempre se considerou um comunista. Mais do que isso: um revolucionário. Sua obra sofreu o impacto direto da Revolução Russa e, como teórico, ele se voltou para estudos que tinham como ponto de partida também outro grande evento da história contemporânea: a Revolução Francesa. Do jovem revolucionário ao pensador comunista que passou anos numa prisão italiana, neste livro do historiador Lincoln Secco, Antonio Gramsci é analisado em sua especificidade.
Diante do grande Outubro Vermelho, Gramsci não desejava ouvir a velha ladainha dos líderes sociais democratas da II Internacional. Ele preferia se inspirar no famoso “decreto” de Lênin: a falência da Internacional. Concordava com a necessidade de se criar uma terceira, a chamada Internacional Comunista (1919-1943). A Revolução Russa é, nas palavras de Gramsci, uma revolução contra o Capital, porque, na Rússia, o livro de Marx é o livro dos burgueses, não dos operários. Os bolcheviques viveram o verdadeiro espírito do marxismo e resgataram sua essência revolucionária.
Segundo Lincoln Secco, Gramsci foi um pensador muito mais sofisticado do que a maioria dos marxistas de sua geração. Sua estratégia revolucionária ainda hoje alimenta discussões conceituais que ganham cada vez mais repercussão. Termos como hegemonia, fordismo e sociedade civil se tornaram atuais no final do século XX. Todavia, essa difusão sem par de um pensador marxista nos últimos 50 anos também contribuiu para distorcer muito do que ele escreveu. Destacados de seu contexto original, conceitos como sociedade civil e hegemonia serviram para usos e abusos de toda a ordem. O legado de Gramsci pode ser interpretado de muitas maneiras. Mas não se pode ignorar a história. Gramsci foi, antes de tudo, um revolucionário e o núcleo de suas preocupações sempre foi a política e o poder. Mas não qualquer política e sim a estratégia socialista.




FICHA DO LIVRO

Ano: 2006
Páginas: 240


ISBN: 85-98325-25-2

Sobre o autor: Lincoln Secco é professor do Departamento de História da Universidade de São Paulo e autor de A Revolução dos Cravos.



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Estados Fracassados - O abuso do poder e o ataque à democracia - INDISPONÍVEL

Autor: Noam Chomsky
Preço: De 45,00 por R$ 36,00.
20 % de desconto.
[Como comprar?]

Sinopse: Reiteradamente, os Estados Unidos têm afirmado o seu direito de intervir militarmente contra os “Estados fracassados” de todo o mundo. Nesta tão esperada continuação de seu bestseller internacional O Império Americano, Noam Chomsky vira o jogo, mostrando como os Estados Unidos possuem, eles próprios, as mesmas características de outros Estados fracassados — tornando-se uma ameaça crescente para seu povo e o mundo inteiro.
Estados fracassados, diz Chomsky, são aqueles que não têm capacidade de “proteger seus cidadãos da violência, e até da destruição” e que “se consideram fora do alcance das leis nacionais e internacionais”. Ainda que formalmente democráticos, observa Chomsky, os Estados fracassados padecem de graves “déficits de democracia” que esvaziam suas instituições democráticas de real conteúdo. Examinando os mais recentes desenvolvimentos da política externa e interna dos Estados Unidos, Chomsky revela os planos de Washington para militarizar o planeta inteiro, aumentando enormemente os riscos de uma guerra nuclear; avalia as perigosas conseqüências da ocupação do Iraque, que provocou a indignação mundial com os Estados Unidos; documenta a auto-isenção de Washington em face das normas internacionais, dentre elas a Carta das Nações Unidas e a Convenção de Genebra, bases do direito internacional contemporâneo, e o Protocolo de Kioto; e examina como o sistema eleitoral norte-americano está concebido para eliminar alternativas políticas autênticas, impedindo por completo a democracia substantiva.
Vigoroso, lúcido e meticulosamente documentado, Estados Fracassados contém uma ampla análise da superpotência global que há muito reivindica o direito de reformar outras nações — derrubando governos que considera ilegítimos, invadindo países que julga ameaçarem seus interesses, impondo sanções contra regimes aos quais se opõe — enquanto as suas próprias instituições democráticas vivem uma grave crise e suas políticas e práticas colocam o mundo perigosamente à beira da catástrofe nuclear e ambiental. Desmantelando sistematicamente a pretensão norte-americana de ser o árbitro da democracia no mundo, Chomsky consegue realizar, em Estados Fracassados, a mais bem focada — e urgente — de suas críticas.

Editora: Bertrand Brasil
Ano: 2009
Páginas: 350

Gênero: Ciência Política - Imperialismo

ISBN: 8528613690
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BANCA LIVRARIA POPULAR na ANPUH-MG

Entre os dias 18 e 23 de julho de 2010 acontece o XVII Encontro Regional de História da Anpuh (Associação Nacional de História) regional Minas Gerais. O tema do encontro é "Conhecer, Pesquisar e Ensinar História: o lugar do conhecimento no mundo contemporâneo".

A Banca Livraria Popular estará presente com sua banquinha itinerante levando preços populares e descontos.

O encontro acontecerá no Campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia - UFU.
Endereço: Av. João Naves de Ávila, nº. 2121 – Campus Santa Mônica - Uberlândia/MG.

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